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The Broadcast Collection 1983 / 1990 - CD Música

de Depeche Mode
editora: Cult Legends, Janeiro de 2023 ‧
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ALINHAMENTO

Disco 1
1.1 - Everything Counts
1.2 - See You
1.3 - Get The Balance Right
1.4 - Love, In Itself
1.5 - Pipeline
1.6 - Photographic
1.7 - Told You So
1.8 - New Life
1.9 - More Than A Party
1.10 - The Meaning Of Love
1.11 - Just Can't Get Enough
2.1 - Intro
2.2 - World In My Eyes
2.3 - Halo
2.4 - Shake The Disease
2.5 - Everything Counts
2.6 - Master And Servant
2.7 - Never Let Me Down Again
2.8 - Waiting For The Night
2.9 - Here Is The House
2.10 - Sweetest Perfection
3.1 - Clean
3.2 - Stripped
3.3 - Policy Of Truth
3.4 - Enjoy The Silence
3.5 - Strangelove
3.6 - Personal Jesus
3.7 - Black Celebration
3.8 - A Question Of Time
3.9 - Behind The Wheel
3.10 - Route 66

Informação Adicional
The boxset contains two live recordings.
The first disc is live at Paradiso, Amsterdam, The Netherlands, December 6, 1983
The second and third disc are live at Dodger Stadium, Los Angeles, CA, USA, August 5, 1990

On CD 2 track 9 actually plays ‘I Want You Now’ instead of ‘Here is the House’ and track 10 plays ‘World Full Of Nothing’ instead of ‘Sweetest Perfection’.

The Broadcast Collection 1983 / 1990 - CD

de Depeche Mode

Propriedade Descrição
editora: Cult Legends
Data de Lançamento: Janeiro de 2023
Dimensões: 125 x 140 x 8 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Pop-Rock > Synth Pop
EAN: 8717662591600
Duração (m): 153
Número de discos: 3
Formato: CD / Remastered / Unofficial Release

SOBRE O ARTISTA

Depeche Mode

Depeche Mode é uma das bandas mais influentes e duradouras da música eletrónica e do synth-pop, conhecida por sua capacidade de inovar e evoluir ao longo de várias décadas. Formada em 1980 em Basildon, Essex, Inglaterra, a banda original incluía Dave Gahan (vocalista), Martin Gore (tecladista, guitarrista e compositor principal), Andy Fletcher (tecladista) e Vince Clarke (tecladista e compositor). Clarke deixou a banda após o lançamento do primeiro álbum e foi substituído por Alan Wilder, que se juntou ao grupo em 1982 e permaneceu até 1995.

Depeche Mode começou a ganhar notoriedade com o seu álbum de estreia, Speak & Spell (1981), que incluiu o sucesso "Just Can't Get Enough." Este álbum foi marcado por um som synth-pop leve e dançante, refletindo a influência de Vince Clarke, que escreveu a maioria das canções. Após a saída de Clarke, que fundou as bandas Yazoo e Erasure, Martin Gore assumiu o papel de principal compositor, e a banda começou a desenvolver um som mais sombrio e complexo.

O segundo álbum, A Broken Frame (1982), marcou o início desta transformação, mas foi com Construction Time Again (1983) e Some Great Reward (1984) que Depeche Mode realmente começou a definir o seu som único, incorporando samplers e temas mais profundos e introspectivos nas suas letras. Canções como "Everything Counts" e "People Are People" começaram a abordar questões sociais e políticas, destacando a crescente maturidade da banda.

O álbum Black Celebration (1986) foi um ponto de viragem para Depeche Mode, apresentando um som mais sombrio e industrial, que se tornaria uma das suas marcas registadas. Este álbum foi seguido por Music for the Masses (1987), que incluiu sucessos como "Strangelove," "Never Let Me Down Again," e "Behind the Wheel." Music for the Masses consolidou a popularidade da banda a nível global, levando-os a esgotar grandes arenas e estabelecendo-os como uma das maiores bandas de rock alternativo da época.

Em 1990, Depeche Mode lançou Violator, amplamente considerado o melhor e mais influente álbum da banda. Violator foi um sucesso comercial massivo e incluiu alguns dos maiores sucessos da banda, como "Personal Jesus," "Enjoy the Silence," "Policy of Truth," e "World in My Eyes." Este álbum marcou o auge da popularidade de Depeche Mode e é visto como um marco na música eletrónica e alternativa, combinando sons eletrónicos com guitarras e letras que exploram temas de amor, religião e redenção.

Após o sucesso de Violator, a banda enfrentou vários desafios, incluindo problemas de saúde, vícios e tensões internas. No entanto, eles conseguiram canalizar essas dificuldades em seu álbum seguinte, Songs of Faith and Devotion (1993), que incorporou elementos de rock, gospel e blues ao seu som eletrónico. Este álbum foi outro sucesso crítico e comercial, e a digressão que se seguiu, "Devotional Tour," foi uma das mais extensas e intensas da banda.

Em 1995, Alan Wilder deixou a banda, o que foi um golpe significativo, pois ele havia sido uma força criativa e técnica crucial no desenvolvimento do som da banda. Apesar disso, Depeche Mode continuou como um trio e lançou vários álbuns bem recebidos, incluindo Ultra (1997), Exciter (2001), Playing the Angel (2005), Sounds of the Universe (2009), Delta Machine (2013), e Spirit (2017). Cada um desses álbuns mostrou a capacidade da banda de se reinventar e permanecer relevante, mesmo à medida que o panorama musical mudava.

Depeche Mode é conhecida não apenas pela sua música, mas também pela sua capacidade de criar espetáculos ao vivo cativantes. A voz distinta de Dave Gahan, combinada com a composição emocional e muitas vezes sombria de Martin Gore, criou uma ligação profunda com os fãs, garantindo à banda uma base de seguidores leais em todo o mundo.

Ao longo da sua carreira, Depeche Mode vendeu mais de 100 milhões de discos e é amplamente reconhecida como uma das bandas mais influentes da música moderna. A sua capacidade de combinar música eletrónica com letras introspectivas e poderosas influenciou uma geração de artistas em vários géneros, desde o rock alternativo até à música eletrónica e pop.

Em 2020, a banda foi introduzida no Rock and Roll Hall of Fame, uma homenagem ao seu impacto duradouro e à sua contribuição para a música. Depeche Mode continua a ser uma força vital na música, com uma carreira que se estende por mais de quatro décadas e um legado que continua a influenciar e inspirar novas gerações de músicos e fãs em todo o mundo.

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