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Tentative Decisions: Demos & Live - Vinil Música

de Talking Heads
editora: Sire, Janeiro de 2025 ‧
50,76€
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ALINHAMENTO

Disco 1
A1 - Talking Heads - Psycho Killer (September 1975 Demo)
A2 - Talking Heads - Tentative Decisions (September 1975 Demo)
A3 - Talking Heads - No Compassion (September 1975 Demo)
A4 - Talking Heads - Warning Sign (September 1975 Demo)
A5 - Talking Heads - I'm Not In Love (1976 Demo)
B1 - Talking Heads - Thank You For Sending Me An Angel (1976 Demo)
B2 - Talking Heads - The Book I Read (1976 Demo)
B3 - Talking Heads - I Wish You Wouldn't Say That (1976 Demo)
B4 - Talking Heads - Love Building On A Fire (1976 Demo)
B5 - Talking Heads - Happy Day (1976 Demo)
B6 - Talking Heads - Artists Only (Live At The Lower Manhattan Ocean Club, New York, NY, August 17, 1976)

7": The Artistics Demos
C - The Artistics (3) - Psycho Killer
D - The Artistics (3) - Warning Sign

Tentative Decisions: Demos & Live - Vinil

de Talking Heads

Propriedade Descrição
editora: Sire
Data de Lançamento: Janeiro de 2025
Dimensões: 313 x 316 x 14 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Alternativa/Indie > Art Rock/Prog/Psicadélico
EAN: 0081227809003
Duração (m): 50
Número de discos: 2
Formato: Vinyl / LP / Vinyl / 7" / 45 RPM / Stereo / All Media / Record Store Day / Compilation / Limited Edition / Reissue

SOBRE O ARTISTA

Talking Heads

Talking Heads é uma das bandas mais inovadoras e influentes da história do rock e da música popular, conhecida pela sua mistura única de punk, art rock, funk e música experimental. Formada em 1975 em Nova Iorque, a banda foi composta por David Byrne (vocalista e guitarrista), Tina Weymouth (baixista), Chris Frantz (baterista) e Jerry Harrison (tecladista e guitarrista). Talking Heads destacou-se pelo seu som eclético, pelas suas letras inteligentes e pelo carisma excêntrico de David Byrne.

A banda surgiu no cenário musical de Nova Iorque no auge do movimento punk, fazendo parte do lendário clube CBGB, onde dividiram o palco com bandas como Ramones, Blondie e Patti Smith. Embora partilhassem a energia crua e a atitude DIY do punk, Talking Heads rapidamente se diferenciou dos seus contemporâneos ao incorporar uma ampla gama de influências musicais, incluindo funk, música eletrónica, ritmos africanos e arte conceptual.

O álbum de estreia da banda, Talking Heads: 77 (1977), estabeleceu-os como uma força a ter em conta no rock alternativo. O single "Psycho Killer" tornou-se um sucesso e é hoje uma das canções mais icónicas da banda. O álbum demonstrou a capacidade de Talking Heads de combinar letras provocativas e ritmos dançantes com uma estética minimalista e cerebral, estabelecendo o tom para os seus futuros trabalhos.

Em 1978, a banda começou a trabalhar com o produtor Brian Eno, uma colaboração que se tornaria crucial para o desenvolvimento do seu som. O álbum More Songs About Buildings and Food (1978), produzido por Eno, incluiu uma versão de "Take Me to the River" de Al Green, que se tornou um grande sucesso. A colaboração com Eno continuou nos álbuns Fear of Music (1979) e Remain in Light (1980), ambos aclamados pela crítica e que expandiram ainda mais as fronteiras musicais da banda.

Remain in Light é amplamente considerado o magnum opus da banda, apresentando um som denso e polirrítmico que foi fortemente influenciado pela música africana, particularmente pelo trabalho de Fela Kuti. Canções como "Once in a Lifetime" e "Crosseyed and Painless" tornaram-se hinos da música alternativa, com "Once in a Lifetime" a ser uma das canções mais memoráveis da década de 1980, tanto pelo seu som inovador quanto pelo seu videoclip surreal.

Durante a década de 1980, Talking Heads continuou a evoluir musicalmente, lançando álbuns como Speaking in Tongues (1983), que incluiu o sucesso "Burning Down the House," e Little Creatures (1985), que apresentou um som mais acessível e pop, mas mantendo a profundidade lírica e a sofisticação musical. O álbum Stop Making Sense (1984) foi acompanhado por um documentário de concerto dirigido por Jonathan Demme, que se tornou um dos filmes de concerto mais aclamados de todos os tempos. O filme capturou a energia singular das performances ao vivo da banda, com David Byrne a assumir o papel de um frontman carismático e único.

Nos últimos anos da sua carreira, Talking Heads explorou ainda mais o som pop e a música eletrónica, lançando álbuns como True Stories (1986) e Naked (1988). No entanto, as tensões criativas e pessoais dentro da banda levaram ao seu fim em 1991, com David Byrne a seguir uma carreira solo de sucesso.

Apesar da separação, o legado dos Talking Heads continua a ser imenso. Eles são frequentemente citados como uma das bandas mais inovadoras e influentes de todos os tempos, com uma abordagem à música que desafiou e redefiniu as convenções do rock e da música popular. As suas canções continuam a ser celebradas por sua originalidade, criatividade e a capacidade de fundir uma vasta gama de influências em algo completamente novo e único.

Talking Heads foi introduzida no Rock and Roll Hall of Fame em 2002, uma homenagem ao seu impacto duradouro na música. A banda é lembrada não apenas pelas suas músicas memoráveis, mas também pela sua capacidade de expandir os horizontes do que o rock poderia ser, tornando-se pioneiros na integração de elementos de música global, arte e tecnologia na música pop.

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