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Symphonies Nos. 1 "Classical" - 2 - 3 - CD Música

de Sergei Prokofiev
editora: BIS, Janeiro de 2020 ‧
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ALINHAMENTO

Disco 1

Symphony No. 1 In D Major, Op. 25 (1916—17) "Classical"
01 - I. Allegro
02 - II. Larghetto
03 - III. Gavotte. Non Troppo Allegro
04 - IV. Finale. Molto Vivace

Symphony No. 2 In D Minor, Op. 40 (1924—25)
05 - I. Allegro Ben Articulato

Symphonies Nos. 1 "Classical" - 2 - 3 - CD

de Sergei Prokofiev

Propriedade Descrição
editora: BIS
Data de Lançamento: Janeiro de 2020
Dimensões: 125 x 140 x 8 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Outros Géneros > Outros
EAN: 7318599921747
Duração (m): 84
Número de discos: 1
Formato: SACD / Hybrid

SOBRE O ARTISTA

Sergei Prokofiev

Sergei Prokofiev foi um dos compositores mais versáteis e inovadores do século XX, nascido a 23 de abril de 1891 em Sontsovka, na Ucrânia, então parte do Império Russo, e falecido a 5 de março de 1953 em Moscovo, União Soviética. Prokofiev é amplamente reconhecido pela sua capacidade de navegar entre diversos estilos musicais, desde o neoclassicismo até o modernismo, e por sua habilidade em combinar melodias líricas com ritmos complexos e harmonias ousadas.

Prokofiev começou a compor desde muito jovem, demonstrando um talento precoce. Ele estudou no Conservatório de São Petersburgo, onde desenvolveu uma reputação como um "enfant terrible" da música, devido ao seu estilo irreverente e inovador. Durante a Revolução Russa, Prokofiev deixou a Rússia e passou vários anos nos Estados Unidos e na Europa Ocidental, onde continuou a compor e a apresentar as suas obras.

Entre as suas obras mais conhecidas estão os balés Romeu e Julieta (1935-1936) e Cinderela (1940-1944), a ópera Amor de Três Laranjas (1921), as sete sinfonias que compôs ao longo da vida, e a música para o filme Alexandre Nevsky (1938), dirigida por Sergei Eisenstein. Ele também compôs o célebre Pedro e o Lobo (1936), uma obra destinada a introduzir as crianças aos instrumentos da orquestra, que se tornou imensamente popular e é frequentemente usada em programas educativos.

Após retornar à União Soviética em 1936, Prokofiev teve uma relação complicada com o regime stalinista. Apesar de ter composto obras que foram celebradas pelo Estado, como a Quinta Sinfonia (1944), ele também enfrentou críticas e censura, especialmente durante o período do Zhdanovismo, que reprimiu a expressão artística na União Soviética.

Prokofiev morreu no mesmo dia que Josef Stalin, a 5 de março de 1953. O seu legado musical é vasto e diversificado, abrangendo uma ampla gama de géneros e estilos. A sua música continua a ser amplamente executada e apreciada, sendo vista como um elo entre as tradições clássicas e as correntes modernistas da música do século XX.

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