Stravinsky: Music for Violin - CD Música

de Igor Stravinsky
editora: BIS, julho de 2017 ‧
ESGOTADO OU NÃO DISPONÍVEL

ALINHAMENTO


Disco 1
01 - Pastorale
02 - Prélude Et Ronde Des Princesses
03 - Berceuse
04 - Scherzo
05 - Chanson Russe
06 - Danse Russe
07 - Introductione
08 - Serenata
09 - Tarantella
10 - Gavotta Con Due Variazioni
11 - Minuetto E Finale
12 - Cantilene
13 - Eglogue I
14 - Eglogue II
15 - Gigue
16 - Dithyrambe
17 - Airs Du Rossignol
18 - Marché Chinoise
19 - La Marseillaise

Stravinsky: Music for Violin - CD

de Igor Stravinsky

Propriedade Descrição
editora: BIS
Data de Lançamento: julho de 2017
Dimensões: 125 x 140 x 8 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Clássica > Música de Câmera
EAN: 7318599922454
Duração (m): 60.48
Número de discos: 1
Formato: SACD / Hybrid

SOBRE O ARTISTA

Igor Stravinsky

Igor Stravinsky foi um dos compositores mais influentes do século XX, nascido a 17 de junho de 1882 em Oranienbaum (atual Lomonosov), Rússia, e falecido a 6 de abril de 1971 em Nova Iorque, Estados Unidos. Stravinsky é amplamente reconhecido pela sua inovação e pela capacidade de transformar o panorama da música clássica através de suas obras, que frequentemente desafiavam as convenções musicais da sua época.

Stravinsky ganhou notoriedade internacional com a sua colaboração com os Ballets Russes, uma companhia de balé dirigida por Sergei Diaghilev. Foi para esta companhia que ele compôs três das suas obras mais célebres: O Pássaro de Fogo (1910), Petrushka (1911) e A Sagração da Primavera (1913). A Sagração da Primavera, em particular, causou grande controvérsia na sua estreia em Paris devido à sua música dissonante e rítmica complexa, bem como pela coreografia inovadora de Vaslav Nijinsky. Esta obra é frequentemente citada como um marco na história da música e um ponto de viragem na música moderna.

Ao longo da sua carreira, Stravinsky demonstrou uma incrível capacidade de adaptação e reinvenção. Ele passou por várias fases estilísticas distintas, incluindo o uso de estilos neoclássicos nos anos 1920 e 1930, onde buscou inspiração na música do passado, especialmente dos períodos barroco e clássico. Obras como a Sinfonia dos Salmos (1930) e Pulcinella (1920) exemplificam este período neoclássico.

Na última fase da sua vida, Stravinsky abraçou o serialismo, uma técnica associada a compositores como Arnold Schoenberg, que envolve o uso de séries de doze tons. A sua obra Agon (1957) é um exemplo desta fase, mostrando sua habilidade em assimilar novas técnicas composicionais.

Além de ser um compositor prolífico, Stravinsky foi também um maestro respeitado e autor de vários escritos sobre música. Ele deixou uma marca indelével na música do século XX, não apenas através das suas composições, mas também pela sua influência sobre outros compositores e músicos. A sua habilidade de inovar constantemente, mantendo uma profundidade emocional e intelectual na sua música, garantiu-lhe um lugar como uma das figuras mais importantes da história da música clássica.

(ver mais)