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Stravinsky: Complete Music for Solo Piano - CD Música

de Igor Stravinsky
editora: Delphian, abril de 2018 ‧
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ALINHAMENTO


Disco 1
01 - Infernal Dance of King Kashchei
02 - Lullaby
03 - Finale
04 - Tango
05 - Ragtime
06 - Valse Pour Les Enfants
07 - No. 1 in C Minor. Con Moto
08 - No. 2 in D Major. Allegro Brillante
09 - No. 3 in E Minor. Andantino
10 - No. 4 in F-sharp Major. Vivo
11 - Circus Polka
12 - I. Andantino
13 - II. Allegro
14 - III. Allegretto
15 - IV. Larghetto
16 - V. Moderato
17 - VI. Lento
18 - VII. Vivo
19 - VIII. Pesante
20 - Piano-rag-music
21 - I. Quarter Note = 112
22 - II. Adagietto
23 - III. Quarter Note = 112
24 - Scherzo

Disco 2
01 - Russian Dance
02 - Petrushka's Cell
03 - The Shrovetide Fair
04 - Souvenir D'une Marche Boche
05 - I. Allegro
06 - II. Vivo
07 - III. Andante
08 - IV. Allegro
09 - Fragment Des Symphonies Pour Instruments À Vent À La Mémoire De Claude Achille Debussy
10 - I. Hymn
11 - II. Romanza
12 - III. Rondoletto
13 - IV. Cadenza Finala

Stravinsky: Complete Music for Solo Piano - CD

de Igor Stravinsky

Propriedade Descrição
editora: Delphian
Data de Lançamento: abril de 2018
Dimensões: 125 x 140 x 8 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Clássica > Instrumental
EAN: 0801918342035
Duração (m): 115.55
Número de discos: 2
Formato: CD / Album

SOBRE O ARTISTA

Igor Stravinsky

Igor Stravinsky foi um dos compositores mais influentes do século XX, nascido a 17 de junho de 1882 em Oranienbaum (atual Lomonosov), Rússia, e falecido a 6 de abril de 1971 em Nova Iorque, Estados Unidos. Stravinsky é amplamente reconhecido pela sua inovação e pela capacidade de transformar o panorama da música clássica através de suas obras, que frequentemente desafiavam as convenções musicais da sua época.

Stravinsky ganhou notoriedade internacional com a sua colaboração com os Ballets Russes, uma companhia de balé dirigida por Sergei Diaghilev. Foi para esta companhia que ele compôs três das suas obras mais célebres: O Pássaro de Fogo (1910), Petrushka (1911) e A Sagração da Primavera (1913). A Sagração da Primavera, em particular, causou grande controvérsia na sua estreia em Paris devido à sua música dissonante e rítmica complexa, bem como pela coreografia inovadora de Vaslav Nijinsky. Esta obra é frequentemente citada como um marco na história da música e um ponto de viragem na música moderna.

Ao longo da sua carreira, Stravinsky demonstrou uma incrível capacidade de adaptação e reinvenção. Ele passou por várias fases estilísticas distintas, incluindo o uso de estilos neoclássicos nos anos 1920 e 1930, onde buscou inspiração na música do passado, especialmente dos períodos barroco e clássico. Obras como a Sinfonia dos Salmos (1930) e Pulcinella (1920) exemplificam este período neoclássico.

Na última fase da sua vida, Stravinsky abraçou o serialismo, uma técnica associada a compositores como Arnold Schoenberg, que envolve o uso de séries de doze tons. A sua obra Agon (1957) é um exemplo desta fase, mostrando sua habilidade em assimilar novas técnicas composicionais.

Além de ser um compositor prolífico, Stravinsky foi também um maestro respeitado e autor de vários escritos sobre música. Ele deixou uma marca indelével na música do século XX, não apenas através das suas composições, mas também pela sua influência sobre outros compositores e músicos. A sua habilidade de inovar constantemente, mantendo uma profundidade emocional e intelectual na sua música, garantiu-lhe um lugar como uma das figuras mais importantes da história da música clássica.

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