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Strange Little Girls - CD Música

de Tori Amos
editora: Rhino, março de 2026 ‧
28,59€
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ALINHAMENTO


Disco 1
01 - New Age (Originally By the Velvet Underground)
02 - '97 Bonnie & Clyde (Originally By Eminem)
03 - Strange Little Girl (Originally By the Stranglers)
04 - Enjoy the Silence (Originally By Depeche Mode)
05 - I'm Not in Love (Originally By 10cc)
06 - Rattlesnakes (Originally By Lloyd Cold & the Commotions)
07 - Time (Originally By Tom Waits)
08 - Heart of Gold (Originally By Neil Young)

Disco 2
01 - I Don't Like Mondays (Originally By the Boomtown Rats)
02 - Happiness Is a Warm Gun (Originally By the Beatles)
03 - Raining Blood (Originally By Slayer)
04 - Real Men (Originally By Joe Jackson)
05 - Growin' Up (Originally By Bruce Springsteen)
06 - Hoover Factory (Originally By Elvis Costello)
07 - After All (B-side Originally By David Bowie)
08 - Only Women Bleed (B-side Originally By Alice Cooper)

Strange Little Girls - CD

de Tori Amos

Propriedade Descrição
editora: Rhino
Data de Lançamento: março de 2026
Dimensões: 125 x 140 x 8 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Pop-Rock > Pop-Rock
EAN: 0603497809660
Número de discos: 2
Formato: CD / Album

SOBRE O ARTISTA

Tori Amos

Tori Amos é uma cantora, compositora e pianista norte-americana, amplamente reconhecida pelo seu estilo musical único, que combina elementos de rock alternativo, música clássica, e letras profundamente pessoais e poéticas. Nascida Myra Ellen Amos a 22 de agosto de 1963, em Newton, Carolina do Norte, Amos destacou-se como uma das artistas mais inovadoras e influentes da sua geração, com uma carreira que abrange mais de três décadas.

Amos começou a mostrar o seu talento musical desde muito jovem. Aos cinco anos, tornou-se a aluna mais jovem a ser admitida no prestigiado Peabody Institute, onde estudou piano clássico. No entanto, a sua abordagem pouco convencional à música e o seu interesse por géneros fora da música clássica levaram a que fosse expulsa do instituto aos 11 anos. Mesmo assim, Amos continuou a desenvolver o seu talento, tocando em bares e clubes durante a sua adolescência.

A sua carreira profissional começou nos anos 1980, quando se mudou para Los Angeles e formou uma banda chamada Y Kant Tori Read, que lançou um álbum homónimo em 1988. O álbum foi um fracasso comercial e crítico, mas a experiência ajudou Amos a redefinir o seu estilo musical e a focar-se numa carreira a solo.

O verdadeiro sucesso de Tori Amos chegou com o lançamento do seu álbum de estreia a solo, Little Earthquakes, em 1992. Este álbum foi um marco, tanto pela sua abordagem musical quanto pelas suas letras profundamente pessoais. Little Earthquakes abordou temas como a religião, sexualidade, traumas pessoais, e identidade, com uma honestidade e vulnerabilidade raramente vistas na música pop da época. Canções como "Crucify," "Silent All These Years," "Winter," e "Me and a Gun" tornaram-se hinos para muitos ouvintes, especialmente para mulheres, que encontraram na música de Amos uma voz que articulava experiências e emoções que muitas vezes eram ignoradas ou silenciadas. Little Earthquakes foi aclamado pela crítica e tornou-se um dos álbuns mais importantes dos anos 1990.

Amos continuou a explorar temas pessoais e sociais nos seus álbuns seguintes. Under the Pink (1994) foi um sucesso comercial e incluiu o single "Cornflake Girl," que se tornou uma das suas canções mais conhecidas. Este álbum consolidou o estatuto de Amos como uma artista de destaque na cena alternativa, conhecida por suas letras poéticas e o seu virtuosismo ao piano.

Em 1996, Tori Amos lançou Boys for Pele, um álbum ainda mais experimental e desafiador, onde ela assumiu a produção e tocou cravo, entre outros instrumentos. Boys for Pele explorou temas de poder, patriarcado e a busca por identidade, e embora tenha dividido a crítica, é amplamente considerado um dos seus trabalhos mais ambiciosos e inovadores.

Ao longo da sua carreira, Amos lançou uma série de álbuns aclamados, incluindo From the Choirgirl Hotel (1998), To Venus and Back (1999), Scarlet's Walk (2002), e The Beekeeper (2005). Cada álbum refletia uma nova fase na sua vida e carreira, com Amos a continuar a explorar uma vasta gama de temas, desde política e espiritualidade até à maternidade e relações pessoais.

Amos também é conhecida pela sua habilidade como performer ao vivo, onde frequentemente reinterpreta as suas canções, criando versões únicas e emocionalmente carregadas. O seu virtuosismo ao piano, combinado com a sua presença de palco carismática e a sua conexão profunda com o público, fizeram das suas atuações ao vivo uma parte central da sua carreira.

Para além da sua música, Tori Amos tem sido uma defensora ativa dos direitos das mulheres e uma voz forte na discussão sobre temas como abuso sexual e direitos humanos. A sua música, muitas vezes, serve como uma plataforma para explorar e dar voz a essas questões, tornando-a não apenas uma artista, mas também uma ativista.

Com uma carreira que se estende por mais de três décadas, Tori Amos continua a ser uma figura influente na música, conhecida pela sua integridade artística, inovação e pela capacidade de se reinventar enquanto mantém uma conexão autêntica com o seu público. O seu impacto na música e na cultura popular é profundo, e a sua obra continua a inspirar e a ressoar com fãs em todo o mundo. Amos permanece uma das vozes mais poderosas e singulares do panorama musical contemporâneo.

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