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Stewart Goodyear: For Glenn Gould - CD Música

de Glenn Gould
editora: Sono Luminus, abril de 2018 ‧
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ALINHAMENTO


Disco 1
01 - Lord Salisbury's Pavan and Galliard
02 - Fantasia in D Major
03 - Sinfonia No. 7 in E Minor, BWV793
04 - Sinfonia No. 8 in F Major, BWV794
05 - Sinfonia No. 14 in B-flat Major, BWV800
06 - Sinfonia No. 11 in G Minor, BWV797
07 - Sinfonia No. 4 in D Minor, BWV790
08 - I. Praeambulum
09 - II. Allemande
10 - III. Courante
11 - IV. Sarabande
12 - V. Tempo Di Minuetto
13 - VI. Passepied
14 - VII. Gigue
15 - Intermezzo in a Major, Op. 118, No. 2
16 - Intermezzo in C-sharp Minor, Op. 117, No. 3
17 - Piano Sonata, Op. 1
18 - Aria

Stewart Goodyear: For Glenn Gould - CD

de Glenn Gould

Propriedade Descrição
editora: Sono Luminus
Data de Lançamento: abril de 2018
Dimensões: 125 x 140 x 8 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Clássica > Instrumental
EAN: 0053479222022
Duração (m): 66.08
Número de discos: 1
Formato: CD / Album

SOBRE O ARTISTA

Glenn Gould

Glenn Gould foi um dos pianistas mais inovadores e excêntricos do século XX, amplamente reconhecido pela sua abordagem única e revolucionária à música clássica. Nascido a 25 de setembro de 1932, em Toronto, Canadá, Gould foi um prodígio desde jovem e rapidamente se destacou no mundo da música clássica. Conhecido principalmente pelas suas interpretações das obras de Johann Sebastian Bach, ele tornou-se uma das figuras mais importantes do piano clássico, mas também pela sua personalidade singular e pela maneira como transformou a interpretação musical em algo profundamente pessoal e inovador.

A sua fama internacional começou com a gravação de 1955 da Goldberg Variations, de Bach, que se tornou uma das suas interpretações mais emblemáticas. A gravação foi revolucionária não só pela sua virtuosidade técnica, mas também pela abordagem pouco convencional de Gould ao tocar o piano, incluindo o seu uso de uma interpretação mais ágil e de uma articulação mais detalhada. Ele também era conhecido por cantarolar enquanto tocava, um hábito peculiar que, embora controverso para alguns, refletia a sua intensa concentração e imersão na música.

Embora tenha sido um pianista de enorme talento, Gould também era um pensador profundo sobre a música e o processo de interpretação. Ele rejeitou muitas das convenções tradicionais do mundo da música clássica, especialmente o concerto ao vivo. Em 1964, aos 31 anos, Gould surpreendeu o mundo ao abandonar as performances ao vivo, preferindo a gravação como meio de expressão artística. Ele acreditava que a gravação oferecia uma oportunidade única de revisão e refinamento da performance musical, permitindo-lhe capturar as nuances da sua interpretação de uma forma que não poderia ser alcançada no palco.

Além de suas gravações de Bach, Gould também interpretou obras de outros compositores clássicos, como Beethoven, Mozart e Schoenberg, e desenvolveu uma carreira como escritor e locutor, realizando programas de rádio que exploravam a música de maneira intelectual e acessível. Sua voz e pensamento sobre a música eram tão únicos quanto sua maneira de tocar, tornando-o uma figura respeitada também fora dos limites do piano clássico tradicional.

Gould faleceu prematuramente a 4 de outubro de 1982, aos 50 anos, devido a um derrame. Embora sua carreira tenha sido curta, o impacto de Glenn Gould na música clássica e nas interpretações de piano permanece imenso. Ele é lembrado não apenas pela sua extraordinária técnica e inteligência musical, mas também pela sua capacidade de redefinir a arte de tocar piano, tornando-se uma figura central na história da música do século XX.

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