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Spuren Der Verirrten / The Lost - DVD/BluRay Música

de Philip Glass
editora: Orange Mountain Music, Janeiro de 2014 ‧
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ALINHAMENTO

Disco 1
01 - Spuren Der Verirrten / The Lost - Opera in three acts for singers, actors, dancers, chorus and orchestra

Informação Adicional
Recorded live at Landestheater Linz, Musiktheater on April 12th, 2013.
Sung in German with English and German subtitles.
Commissioned by the Landestheater Linz for the Opening Premiere of the Musiktheater Linz, 2013.
Features soloists, dance ensemble chorus, children's and youth chorus, actors and extras of the
Landestheater Linz / Upper Austrian State Theatre.
DVD includes Bonus Track 'MAKING OF THE LOST'.

Spuren Der Verirrten / The Lost - DVD/BluRay

de Philip Glass

Propriedade Descrição
editora: Orange Mountain Music
Data de Lançamento: Janeiro de 2014
Dimensões: 184 x 273 x 8 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Outros Géneros > Outros
EAN: 0801837500851
Número de discos: 1
Formato: DVD / DVD-Video / Stereo

SOBRE O ARTISTA

Philip Glass

Philip Glass é um dos compositores mais influentes e prolíficos dos séculos XX e XXI, conhecido principalmente como um dos pioneiros do minimalismo na música. Nascido a 31 de janeiro de 1937 em Baltimore, Maryland, Glass revolucionou a música contemporânea com as suas composições, frequentemente caracterizadas por padrões repetitivos, uma estrutura harmónica minimalista e uma profunda exploração do ritmo e da textura.

Glass começou a sua formação musical ainda jovem, estudando flauta e, posteriormente, composição na Universidade de Chicago e na Juilliard School. Um ponto crucial na sua carreira foi a colaboração com o famoso sitarista indiano Ravi Shankar nos anos 60, o que lhe abriu novas perspectivas sobre a música e o levou a desenvolver o estilo pelo qual se tornaria mundialmente conhecido. A sua música minimalista, que ele prefere chamar de "música com estruturas repetitivas", emergiu como uma resposta ao serialismo e ao modernismo que dominavam a música clássica na época.

Um dos seus primeiros trabalhos a ganhar notoriedade foi a ópera Einstein on the Beach (1976), criada em colaboração com o encenador Robert Wilson. Esta obra, que desafiava as convenções tradicionais da ópera, foi um marco na carreira de Glass, estabelecendo-o como uma figura central na música contemporânea. A ópera, sem uma narrativa linear clara, utiliza repetições e variações de frases musicais e textuais, criando uma experiência hipnótica e envolvente.

Philip Glass continuou a explorar e a expandir os limites da música com obras como Satyagraha (1980), baseada na vida de Mahatma Gandhi, e Akhnaten (1983), inspirada na história do faraó egípcio. Além das óperas, Glass compôs bandas sonoras icónicas para filmes como Koyaanisqatsi (1982), The Truman Show (1998) e The Hours (2002), pela qual recebeu uma nomeação ao Oscar.

Glass também colaborou com artistas de diferentes géneros musicais, incluindo o rock, pop, e música eletrónica, trabalhando com nomes como David Bowie, Brian Eno e Paul Simon. Esta abertura a diferentes influências e a capacidade de atravessar fronteiras musicais fizeram dele um dos compositores mais versáteis e influentes do seu tempo.

A música de Philip Glass continua a ter um impacto profundo na cultura contemporânea, sendo utilizada em concertos, filmes, e até em eventos políticos e sociais. A sua abordagem única à composição não só influenciou gerações de músicos e compositores, como também desafiou o público a repensar a experiência musical, oferecendo algo que é simultaneamente acessível e intelectualmente desafiante.

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