Soundtracks For The Blind / Die Tür Ist Zu - CD Música

de Swans
editora: Young God Records, Janeiro de 2018 ‧
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ALINHAMENTO


Soundtracks For The Blind

Silver CD

1
01 - Red Velvet Corridor
02 - I Was A Prisoner In Your Skull
03 - Helpless Child
04 - Live Through Me
05 - Yum-Yab Killers
06 - The Beautiful Days
07 - Volcano
08 - Mellothumb
09 - All Lined Up
10 - Surrogate 2
11 - How They Suffer
12 - Animus

Copper CD

2
01 - Red Velvet Wound
02 - The Sound
03 - Her Mouth Is Filled With Honey
04 - Blood Section
05 - Hypogirl
06 - Minus Something
07 - Empathy
08 - I Love You This Much
09 - YRP
10 - Fan's Lament
11 - Secret Friends
12 - The Final Sacrifice
13 - YRP 2
14 - Surrogate Drone

Gold CD: Die Tür Ist Zu

3
01 - Ligeti's Breath / Hilflos Kind
02 - Ich Sehe Die Alle In Einer Reihe
03 - Surrogate Drones
04 - YRP
05 - You Know Everything (Reprise 1991)
06 - M/F
07 - Soundsection

Soundtracks For The Blind / Die Tür Ist Zu - CD

de Swans

Propriedade Descrição
editora: Young God Records
Data de Lançamento: Janeiro de 2018
Dimensões: 125 x 140 x 8 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Alternativa/Indie > Experimental/Industrial/EBM
EAN: 0658457006122
Duração (m): 196
Número de discos: 3
Formato: CD / Album

SOBRE O ARTISTA

Swans

Swans é uma banda de rock experimental formada em 1982 em Nova Iorque, liderada por Michael Gira, o único membro constante ao longo da história da banda. Swans é conhecida pela sua música intensa, que mistura elementos de rock, noise, industrial, e avant-garde, e pela sua capacidade de criar atmosferas sonoras densas e muitas vezes desafiadoras. A banda teve várias formações e fases distintas, mas sempre manteve uma abordagem radical e inovadora à música.

Nos primeiros anos, a música dos Swans era caracterizada por um som pesado e repetitivo, influenciado pelo post-punk e pelo no wave, com ênfase em ritmos lentos e percussão industrial. Álbuns como Filth (1983) e Cop (1984) são exemplos desse período inicial, marcado por uma sonoridade crua e brutal, que expressava temas de alienação, poder e desespero.

A partir do final dos anos 80, a banda começou a incorporar elementos mais melódicos e atmosféricos na sua música, especialmente com o álbum Children of God (1987), que marcou uma mudança significativa no som dos Swans. Este álbum combinou a intensidade das obras anteriores com influências de música folk, gótica e coral, introduzindo a voz de Jarboe, que se tornou uma figura central na banda durante este período. A música dos Swans tornou-se mais diversificada e emocionalmente rica, explorando temas de espiritualidade e redenção.

Apesar de um sucesso crescente, a banda decidiu encerrar as atividades em 1997, após o lançamento do álbum Soundtracks for the Blind. No entanto, em 2010, Michael Gira reativou os Swans com um novo álbum, My Father Will Guide Me up a Rope to the Sky, que foi seguido por uma série de álbuns aclamados, como The Seer (2012), To Be Kind (2014) e The Glowing Man (2016). Esses álbuns continuaram a explorar os limites da música experimental, com longas faixas que combinam elementos de drone, post-rock e neoclássico, criando paisagens sonoras épicas e hipnóticas.

Os Swans são também conhecidos pelas suas performances ao vivo intensas e muitas vezes fisicamente exigentes, tanto para a banda quanto para o público. As atuações são caracterizadas por uma energia avassaladora e pela criação de uma experiência sonora imersiva e quase transcendental.

Com uma carreira que abrange várias décadas e que continua a evoluir, Swans mantém-se como uma das bandas mais respeitadas e influentes no cenário da música experimental. A sua disposição para desafiar e redefinir as fronteiras da música continua a inspirar novas gerações de músicos e a cativar o público com a sua profundidade artística e integridade inabalável.

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