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Songs Of A Lost World - Vinil Música

de The Cure
editora: Polydor, Janeiro de 2024 ‧
51,94€
41,55€
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portes grátis

ALINHAMENTO

Disco 1
A1 - Alone
A2 - And Nothing Is Forever
B1 - A Fragile Thing
B2 - Warsong
B3 - Drone: Nodrone
C1 - I Can Never Say Goodbye
C2 - All I Ever Am
D - Endsong

Informação Adicional
Gatefold sleeve with a matte finish. The interior section of each pocket is printed black.
Two printed inner sleeves of top opening matte paper.
Issued with a 24 x 24 inch (60 x 60cm) poster. This was sealed within the shrinkwrap.

'Bagatelle' sculpture by Janez Pirnat (1975)

A Polydor Records release. & © 2024 Lost Music Limited, under exclusive licence to Universal Music Operations Limited.
Made in the EU. Universal International Music B.V.

'Made in the EU' printed on cover and centre labels, 'Made in Germany' stickered on shrinkwrap.
Runouts are etched, except, "-64865-" and "-64923-" which are stamped.
The I and II after the Schallplattenfabrik job numbers are rendered as and .

Track durations are not printed on the release.

On the Cure official site, marketed as a "store exclusive" and "half speed master 2LP bio vinyl" release.

The gatefold printed inner includes the last six lines of poem "When I Have Fears That I May Cease To Be" by John Keats.

Songs Of A Lost World - Vinil

de The Cure

Propriedade Descrição
editora: Polydor
Data de Lançamento: Janeiro de 2024
Dimensões: 313 x 316 x 14 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Alternativa/Indie > Indie
EAN: 0602475036821
Duração (m): 48
Número de discos: 2
Formato: Vinyl / LP / Album

SOBRE O ARTISTA

The Cure

The Cure, uma das bandas mais influentes e icónicas do rock alternativo e pós-punk, foi formada em Crawley, Inglaterra, em 1976. Liderada pelo carismático e enigmático Robert Smith (vocalista, guitarrista e principal compositor), a banda passou por várias mudanças na formação ao longo dos anos, mas sempre manteve Smith como o seu núcleo criativo. A sua música é conhecida pela combinação de melodias cativantes, letras introspectivas e uma estética sombria e gótica.

O álbum de estreia dos The Cure, "Three Imaginary Boys," foi lançado em 1979 e apresentou a banda ao público com um som minimalista e post-punk. Canções como "10:15 Saturday Night" e "Fire in Cairo" demonstraram o potencial da banda. No entanto, foi com o lançamento de "Boys Don't Cry" em 1980, uma compilação dos seus primeiros trabalhos, que a banda começou a ganhar maior reconhecimento, especialmente com a faixa-título "Boys Don't Cry," que se tornou um hino atemporal.

Durante os anos seguintes, The Cure lançou uma série de álbuns que definiram o seu som e consolidaram a sua base de fãs. "Seventeen Seconds" (1980), "Faith" (1981) e "Pornography" (1982) são frequentemente referidos como a "Trilogia da Desolação," devido ao seu tom sombrio e introspectivo. Faixas como "A Forest," "Primary" e "The Figurehead" mostraram a profundidade emocional e a complexidade musical da banda.

Em meados da década de 1980, The Cure começou a experimentar uma mudança de som, incorporando elementos mais pop e acessíveis. O álbum "The Head on the Door" (1985) foi um marco neste sentido, apresentando hits como "In Between Days" e "Close to Me." Este álbum ajudou a banda a alcançar um público mais amplo sem comprometer a sua integridade artística.

O sucesso comercial continuou com o lançamento de "Kiss Me, Kiss Me, Kiss Me" em 1987, um álbum duplo que incluiu sucessos como "Just Like Heaven," "Why Can't I Be You?" e "Catch." A capacidade de Robert Smith de combinar temas sombrios com melodias cativantes consolidou o seu talento como compositor.

Em 1989, The Cure lançou um dos seus álbuns mais aclamados pela crítica, "Disintegration." Este álbum é frequentemente considerado uma obra-prima, com faixas icónicas como "Lovesong," "Pictures of You," e "Lullaby." "Disintegration" foi um sucesso comercial e crítico, reforçando a reputação da banda como uma das forças mais importantes no rock alternativo.

Os anos 90 trouxeram mais sucessos para The Cure, incluindo o álbum "Wish" (1992), que apresentou os hits "Friday I'm in Love" e "High." No entanto, a banda também enfrentou desafios, incluindo mudanças na formação e a pressão de manter o seu sucesso contínuo.

Ao longo das décadas seguintes, The Cure continuou a lançar novos álbuns e a fazer turnês mundiais, mantendo uma base de fãs leal. Álbuns como "Bloodflowers" (2000), "The Cure" (2004) e "4:13 Dream" (2008) demonstraram a capacidade da banda de evoluir e experimentar, mantendo-se relevante no cenário musical.

Para além da música, The Cure são conhecidos pela sua estética distintiva, especialmente a imagem de Robert Smith, com o seu cabelo despenteado, maquilhagem carregada e roupas pretas. Esta imagem tornou-se icónica e influenciou muitas bandas e fãs ao longo dos anos.

Em 2019, The Cure foram introduzidos no Rock and Roll Hall of Fame, um reconhecimento merecido pelo seu impacto duradouro na música. A banda continua a ser uma força ativa, tanto em estúdio como ao vivo, encantando novas gerações de fãs com a sua música intemporal.

Em resumo, The Cure são uma banda que transcendeu géneros e gerações, com uma capacidade única de combinar beleza melódica com profundidade emocional. A sua influência na música e na cultura popular é imensurável, e o seu legado continua a inspirar e a ressoar com fãs de todo o mundo.

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