Somewhere Far Beyond (Revisited) - CD Música

de Blind Guardian
editora: Nuclear Blast, agosto de 2024 ‧
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ALINHAMENTO


Disco 1
01 - Time What Is Time (Revisited)
02 - Journey Through the Dark (Revisited)
03 - Black Chamber (Revisited)
04 - Theatre of Pain (Revisited)
05 - The Quest for Tanelorn (Revisited)
06 - Ashes to Ashes (Revisited)
07 - The Bard's Song - In the Forest (Revisited)
08 - The Bard's Song - The Hobbit (Revisited)
09 - The Piper's Calling (Revisited)
10 - Somewhere Far Beyond (Revisited)

Disco 2
01 - Time What Is Time
02 - Journey Through the Dark
03 - Black Chamber
04 - Theatre of Pain
05 - The Quest for Tanelorn
06 - Ashes to Ashes
07 - The Bard's Song - In the Forest
08 - In the Forest - The Hobbit
09 - The Piper's Calling
10 - Somewhere Far Beyond

Disco 3
01 - Time What Is Time
02 - Journey Through the Dark
03 - Black Chamber
04 - Theatre of Pain
05 - The Quest for Tanelorn
06 - Ashes to Ashes
07 - The Bard's Song - In the Forest
08 - In the Forest - The Hobbit
09 - The Piper's Calling
10 - Somewhere Far Beyond
11 - Time What Is Time
12 - Journey Through the Dark
13 - Black Chamber
14 - Theatre of Pain
15 - The Quest for Tanelorn
16 - Ashes to Ashes
17 - The Bard's Song - In the Forest
18 - In the Forest - The Hobbit
19 - The Piper's Calling
20 - Somewhere Far Beyond

Somewhere Far Beyond (Revisited) - CD

de Blind Guardian

Propriedade Descrição
editora: Nuclear Blast
Data de Lançamento: agosto de 2024
Dimensões: 125 x 140 x 8 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Metal > Speed/Power
EAN: 4065629726805
Número de discos: 3
Formato: CD / Album with Blu-ray

SOBRE O ARTISTA

Blind Guardian

Blind Guardian é uma banda alemã de power metal formada em 1984 na cidade de Krefeld, Alemanha. Originalmente chamada Lucifer's Heritage, a banda mudou o nome para Blind Guardian em 1987. É amplamente reconhecida como uma das pioneiras e principais forças do power metal, um subgénero do heavy metal conhecido por sua ênfase em temas épicos, fantasia, e uma combinação de velocidade com melodia.

A formação original da banda incluía Hansi Kürsch (vocais e baixo), André Olbrich (guitarra solo), Marcus Siepen (guitarra rítmica) e Thomen Stauch (bateria). Desde o início, Blind Guardian destacou-se pela sua capacidade de criar narrativas épicas e atmosferas sonoras grandiosas, inspiradas por literatura fantástica, mitologia e, especialmente, as obras de J.R.R. Tolkien.

O álbum de estreia da banda, Battalions of Fear (1988), trouxe uma sonoridade fortemente influenciada pelo speed metal, mas foi com álbuns subsequentes, como Follow the Blind (1989) e Tales from the Twilight World (1990), que a banda começou a desenvolver o som mais melódico e épico pelo qual se tornaria famosa.

Um dos álbuns mais aclamados da banda é Imaginations from the Other Side (1995), que é frequentemente citado como um dos melhores álbuns de power metal de todos os tempos. Este álbum inclui faixas como "Bright Eyes" e "The Script for My Requiem", que mostram a capacidade da banda de combinar letras poéticas e complexas com composições intricadas.

Outro marco na carreira da banda é Nightfall in Middle-Earth (1998), um álbum conceptual baseado em O Silmarillion de J.R.R. Tolkien. Este álbum é amplamente considerado uma obra-prima no power metal, misturando narrativas detalhadas com arranjos musicais sofisticados que capturam a essência da mitologia de Tolkien.

Ao longo dos anos, Blind Guardian continuou a explorar novos territórios musicais, incorporando elementos de música clássica, orquestrações e coros grandiosos. A Night at the Opera (2002) é um exemplo disso, com canções complexas e sobreposições vocais intricadas, que se tornaram uma marca registada do som da banda.

A banda também é conhecida pelas suas performances ao vivo, que são intensas e energéticas, e pela sua base de fãs extremamente dedicada em todo o mundo. Blind Guardian continua a ser uma das bandas mais respeitadas e influentes no cenário do power metal, com uma carreira que abrange várias décadas e uma discografia repleta de clássicos do género.

Em 2019, a banda lançou Legacy of the Dark Lands, um álbum orquestral gravado sem guitarras ou bateria, que demonstra a capacidade da banda de expandir os limites do que o metal pode ser. A sua música continua a evoluir, mas mantém a mesma dedicação à qualidade e à inovação que os tornou uma das bandas mais amadas do metal.

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