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Rome 1996 - Vinil Música

de David Bowie
editora: Parachute, Janeiro de 2024 ‧
42,56€
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ALINHAMENTO


Disco 1
01 - Look Back in Anger
02 - Scary Monsters
03 - The Hearts Filthy Lesson
04 - Outside
05 - Aladdin Sane
06 - The Voyeur of Utter Destruction

Disco 2
01 - The Man Who Sold the World
02 - Hallo Spaceboy
03 - Breaking Glass
04 - Telling Lies
05 - Jump (They Say)
06 - Under Pressure
07 - Heroes

Rome 1996 - Vinil

de David Bowie

Propriedade Descrição
editora: Parachute
Data de Lançamento: Janeiro de 2024
Dimensões: 313 x 316 x 14 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Outros Géneros > Outros
EAN: 0803341565852
Número de discos: 2
Formato: Vinyl / 12" Album

SOBRE O ARTISTA

David Bowie

David Bowie, nascido David Robert Jones a 8 de janeiro de 1947, em Brixton, Londres, é uma das figuras mais icónicas e inovadoras da música contemporânea. Conhecido pela sua capacidade de reinventar-se constantemente e pelo seu estilo camaleónico, Bowie deixou um legado duradouro na música, na moda e na cultura popular.

Desde cedo, Bowie demonstrou um talento natural para a música e as artes performativas. Após algumas tentativas iniciais no mundo da música sob diferentes nomes artísticos, adotou o nome David Bowie em meados da década de 1960 para evitar confusões com Davy Jones, dos Monkees. Lançou o seu álbum de estreia autointitulado em 1967, mas foi com o single "Space Oddity" em 1969 que ganhou notoriedade. A canção, lançada pouco antes da alunagem da Apollo 11, tornou-se um sucesso instantâneo e estabeleceu Bowie como uma estrela emergente.

Nos anos 70, Bowie solidificou a sua posição como uma figura central no rock com a criação de diversos personagens alter-egos, sendo o mais famoso Ziggy Stardust. O álbum "The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars" (1972) apresentou um dos seus personagens mais memoráveis, um extraterrestre andrógino que se tornou um ícone da cultura pop. Canções como "Starman" e "Suffragette City" tornaram-se clássicos, e a sua teatralidade e visual arrojado influenciaram profundamente a moda e a música.

Bowie continuou a explorar e a desafiar os limites musicais com álbuns como "Aladdin Sane" (1973), "Diamond Dogs" (1974) e "Young Americans" (1975), o último dos quais incluiu o sucesso "Fame," co-escrito com John Lennon. Em 1976, lançou "Station to Station," onde introduziu o personagem Thin White Duke, e começou a explorar uma sonoridade mais experimental e eletrónica.

A mudança para Berlim no final dos anos 70 marcou uma nova fase na carreira de Bowie. Colaborando com Brian Eno, lançou a chamada "Trilogia de Berlim," composta pelos álbuns "Low" (1977), "Heroes" (1977) e "Lodger" (1979). Estes trabalhos foram aclamados pela crítica pela sua inovação e experimentação sonora, com "Heroes" a tornar-se uma das suas canções mais emblemáticas.

Nos anos 80, Bowie alcançou um sucesso comercial massivo com o álbum "Let's Dance" (1983), produzido por Nile Rodgers. O álbum incluiu hits como "Let's Dance," "China Girl" e "Modern Love," e apresentou Bowie a uma nova geração de fãs. Continuou a explorar diferentes estilos musicais com álbuns como "Tonight" (1984) e "Never Let Me Down" (1987), além de participar no supergrupo Tin Machine no final da década.

Durante os anos 90 e 2000, Bowie manteve-se relevante e inovador, lançando álbuns como "Black Tie White Noise" (1993), "Outside" (1995), "Earthling" (1997) e "Heathen" (2002). Explorou a música eletrónica, industrial e drum and bass, sempre desafiando as expectativas.

Em 2013, após um hiato de 10 anos, Bowie lançou "The Next Day," que foi amplamente aclamado pela crítica e pelos fãs. No entanto, foi com o lançamento de "Blackstar" em 2016, apenas dois dias antes da sua morte, que Bowie deixou o seu último e talvez mais impactante trabalho. "Blackstar" foi um álbum aclamado pela crítica, visto como um adeus artístico, carregado de simbolismo e inovação musical.

David Bowie faleceu a 10 de janeiro de 2016, aos 69 anos, após uma batalha contra o cancro. A sua morte foi sentida em todo o mundo, e o seu legado continua a inspirar artistas e fãs. Bowie não foi apenas um músico; foi um ícone cultural, um inovador e uma força criativa que desafiou e redefiniu os limites da música e da arte.

Em resumo, David Bowie é lembrado como um dos artistas mais influentes e versáteis da história. A sua capacidade de reinvenção, a sua contribuição para a música e a cultura, e a sua presença icónica garantiram-lhe um lugar eterno no panteão das lendas da música.

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