Rifts - CD Música

de Oneohtrix Point Never
editora: Software Recording Co., dezembro de 2012 ‧
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ALINHAMENTO


Disco 1
01 - Woe Is the Transgression
02 - Behind the Bank
03 - Eyeballs
04 - Betrayed in the Octagon
05 - Woe Is the Transgression II
06 - Parallel Minds
07 - Laser to Laser
08 - Ships Without Meaning
09 - Terminator Lake
10 - Transmat Memories
11 - A Pact Between Strangers
12 - When I Get Back from New York

Disco 2
01 - Computer Vision
02 - Format & Journey North
03 - Zones Without People
04 - Learning to Control Myself
05 - Disconnecting Entirely
06 - Emil Cioran
07 - Hyperdawn
08 - Lovergirls Precinct
09 - I Know It's Taking Pictures from Another Plane (Inside Your Sun)
10 - Blue Drive
11 - The Trouble With Being Born
12 - Sand Partina

Disco 3
01 - Months
02 - Physical Memory
03 - Grief and Repetition
04 - Russian Mind
05 - Time Decanted
06 - Immanence
07 - Melancholy Descriptions of Simple 3D Environments
08 - Memory Vague
09 - KGB Nights

Rifts - CD

de Oneohtrix Point Never

Propriedade Descrição
editora: Software Recording Co.
Data de Lançamento: dezembro de 2012
Dimensões: 125 x 140 x 8 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Dança/Electrónica > Chillout/Ambient
EAN: 0184923202021
Número de discos: 3
Formato: CD / Album

SOBRE O ARTISTA

Oneohtrix Point Never

Oneohtrix Point Never, nome artístico de Daniel Lopatin, nascido a 25 de julho de 1982, em Brookford, Massachusetts, é um compositor, produtor e músico norte-americano amplamente reconhecido como uma força inovadora na música experimental e eletrónica. A sua obra explora paisagens sonoras densas, técnicas de sampleamento e a desconstrução de géneros, posicionando-o como uma das figuras mais influentes na música contemporânea.

Lopatin começou a sua carreira musical no início dos anos 2000, criando composições experimentais em sintetizadores analógicos e lançando álbuns em editoras independentes. O nome Oneohtrix Point Never deriva de uma rádio local ("106.7 FM"), evocando a ideia de nostalgia e de manipulação de memória, temas recorrentes no seu trabalho. O álbum Rifts (2009), uma compilação das suas primeiras gravações, destacou-se pela sua abordagem hipnótica ao ambient e ao drone.

A aclamação veio com o álbum Replica (2011), onde Lopatin utilizou samples de anúncios televisivos dos anos 80 e 90 para criar composições que desafiam convenções. Este trabalho consolidou a sua reputação como um inovador no campo da música experimental e abriu caminho para álbuns como R Plus Seven (2013), que misturou minimalismo com texturas eletrónicas, e Garden of Delete (2015), uma obra mais agressiva e conceitual.

Oneohtrix Point Never também é conhecido pelas suas colaborações e contribuições em outras áreas da música e do cinema. Trabalhou com artistas como FKA Twigs, The Weeknd e Anohni, e compôs bandas sonoras para filmes como Good Time (2017) e Uncut Gems (2019), ambos dos irmãos Safdie, ganhando elogios por criar atmosferas sonoras intensas e envolventes.

O álbum Magic Oneohtrix Point Never (2020) marcou um momento de introspeção e celebração da sua carreira, misturando referências à rádio FM com sonoridades que atravessam o pop e a experimentação. Este trabalho consolidou Lopatin como um dos artistas mais inovadores da música eletrónica, continuamente a desafiar os limites do género.

Oneohtrix Point Never é um nome incontornável na música contemporânea, reconhecido pela sua capacidade de fundir nostalgia, inovação e emoção em composições que desafiam as perceções tradicionais. O seu legado como visionário musical continua a crescer, influenciando artistas em diversos géneros e cativando ouvintes com a sua abordagem única à arte sonora.

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