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Pulse Of The Early Brain (Switched On Volume 5) - Vinil Música

de Stereolab
editora: Duophonic Ultra High Frequency Disks, Janeiro de 2022 ‧
59,13€
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ALINHAMENTO

Disco 1
A - Simple Headphone Mind
B - Trippin' With The Birds
C1 - Low Fi
C2 - [Varoom!]
C3 - Laisser-Faire
D1 - Elektro [He Held The World In His Iron Grip]
D2 - Robot Riot
D3 - Spool Of Collusion
D4 - Symbolic Logic Of Now!
D5 - Forensic Itch
D6 - Ronco Symphony [Demo]
E1 - ABC
E2 - Magne-Music
E3 - Blaue Milch
E4 - Yes Sir! I Can Moogie
E5 - Plastic Mile [Original Version]
F1 - Refractions In The Plastic Pulse [Feebate Mix]
F2 - Unity Purity Occasional
F3 - The Nth Degrees
F4 - XXXOOO
F5 - Cybele's Reverie [Live At The Hollywood Bowl]

Pulse Of The Early Brain (Switched On Volume 5) - Vinil

de Stereolab

Propriedade Descrição
editora: Duophonic Ultra High Frequency Disks
Data de Lançamento: Janeiro de 2022
Dimensões: 313 x 316 x 21 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Alternativa/Indie > Experimental/Industrial/EBM
EAN: 5060263729198
Número de discos: 3
Formato: Vinyl / LP

SOBRE O ARTISTA

Stereolab

Stereolab é uma banda britânica formada em 1990, conhecida por sua fusão única de música experimental, pop psicadélico, música eletrónica, krautrock e elementos de música lounge. A banda, liderada por Laetitia Sadier e Tim Gane, foi pioneira no movimento da música indie e experimental nos anos 90, criando um som que desafiava as convenções musicais e abraçava a repetição de grooves hipnóticos e arranjos sonoros inovadores. O seu estilo único é caracterizado por uma mistura de sintetizadores, guitarras minimalistas, ritmos cativantes e vocais suaves e etéreos.

Stereolab ganhou notoriedade com o lançamento de Peng! (1992), o seu álbum de estreia, que já revelava a sua abordagem experimental à música pop, com uma sonoridade que flertava com o krautrock alemão e a música eletrónica, ao mesmo tempo em que incorporava elementos de jazz e bossa nova. O seu estilo distintivo começou a tomar forma em álbuns subsequentes, como Mars Audiac Quintet (1994), Emperor Tomato Ketchup (1996) e Dots and Loops (1997), onde continuaram a expandir a sua paleta sonora, misturando novas influências e incorporando mais camadas de experimentação.

Um dos maiores marcos da banda foi o lançamento de Emperor Tomato Ketchup, que se tornou um dos álbuns mais aclamados pela crítica. Este álbum não só consolidou o som da banda como uma fusão do experimental com o pop, mas também trouxe uma sonoridade mais acessível, sem comprometer a sua identidade única. As faixas "Ping Pong" e "The Noise of Carpet" exemplificam a capacidade do Stereolab de criar melodias cativantes ao mesmo tempo em que mantêm uma abordagem artística e introspectiva.

Ao longo da década de 2000, Stereolab continuou a explorar novos sons, mantendo a sua essência de inovação. Álbuns como Sound-Dust (2001) e Margarine Eclipse (2004) misturaram elementos de jazz, rock experimental, música eletrónica e até psicadelia dos anos 60, fazendo com que a banda continuasse a atrair novos ouvintes ao mesmo tempo que mantinha uma base de fãs fiel. Durante esse período, a banda também passou por algumas mudanças na formação, mas sempre manteve a visão criativa de Tim Gane e a voz única de Laetitia Sadier.

Stereolab permanece uma das bandas mais influentes da cena musical alternativa, com uma carreira marcada pela inovação e pela exploração de novos territórios sonoros. A sua música continua a ser um ponto de referência para músicos que buscam combinar elementos experimentais com a acessibilidade melódica do pop. Embora a banda tenha feito uma pausa indefinida desde 2009, o seu legado perdura, e o impacto de seus álbuns continua a ser sentido na música indie e experimental até hoje.

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