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Portishead - Vinil Música

de Portishead
editora: Commercial Marketing, Janeiro de 2017 ‧
50,57€
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portes grátis

ALINHAMENTO


Disco 1
01 - Cowboys
02 - All Mine
03 - Undenied
04 - Half Day Closing
05 - Over

Disco 2
01 - Humming
02 - Mourning Air
03 - Seven Months
04 - Only You
05 - Elysium
06 - Western Eyes

Portishead - Vinil

de Portishead

Propriedade Descrição
editora: Commercial Marketing
Data de Lançamento: Janeiro de 2017
Dimensões: 313 x 316 x 14 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Dança/Electrónica > Electronica
EAN: 0602557150995
Duração (m): 50.30
Número de discos: 2
Formato: Vinyl / 12" Album

SOBRE O ARTISTA

Portishead

Portishead é uma banda britânica de música eletrónica e trip-hop formada em 1991 em Bristol, Inglaterra. A banda é composta por Beth Gibbons (vocal), Geoff Barrow (produtor, teclados, bateria) e Adrian Utley (guitarra, teclados). Portishead é amplamente reconhecida pela sua capacidade de combinar elementos de hip-hop, jazz, música experimental e eletrónica com uma atmosfera sombria e melancólica, criando um som único que cativou públicos em todo o mundo.

O álbum de estreia da banda, Dummy (1994), tornou-se um dos marcos do gênero trip-hop, um estilo musical que mistura batidas lentas e pesadas com samples de jazz, soul e música experimental. Dummy recebeu aclamação universal, sendo considerado um dos álbuns mais influentes da década de 90. O som atmosférico e os vocais emotivos de Beth Gibbons, juntamente com as produções minimalistas e experimentais de Geoff Barrow, fizeram de Portishead uma das bandas mais originais do seu tempo. Canções como "Sour Times" e "Glory Box" se tornaram hinos do trip-hop e continuam a ser aclamadas até hoje.

Em 1997, Portishead lançou o seu segundo álbum, Portishead, que manteve a mesma sonoridade sombria e experimental, mas com uma abordagem mais arriscada e complexa. O álbum foi ainda mais atmosférico e incorporou uma maior variedade de influências, incluindo o uso de orquestrações e uma produção mais expansiva. Faixas como "All Mine" e "Over" foram grandes sucessos e confirmaram a habilidade da banda em criar músicas profundas e emotivas, que mesclam elementos de música eletrónica com uma sensibilidade melódica única.

Após o lançamento do segundo álbum, Portishead passou a maior parte dos anos seguintes em hiato, o que aumentou a antecipação para o seu terceiro álbum, Third (2008). O disco foi uma mudança de direção para a banda, com uma sonoridade mais experimental e abrasiva. Third foi recebido com entusiasmo pelos críticos, que destacaram a sua natureza ambiciosa e a profundidade emocional. As faixas "Machine Gun" e "The Rip" mostraram uma abordagem mais sombria e minimalista, com a banda explorando novas texturas sonoras e formas de composição.

Embora a banda tenha lançado apenas três álbuns de estúdio ao longo de sua carreira, Portishead é considerada uma das bandas mais importantes da música eletrónica e do trip-hop. A sua habilidade de criar atmosferas densas e emotivas, combinadas com uma produção inovadora e uma sensibilidade musical única, assegurou-lhes um lugar de destaque no cenário musical global. A banda também é conhecida pelas suas performances ao vivo, que são frequentemente descritas como imersivas e cinematográficas, transportando o público para o mundo emocional e sonoro que criaram.

Com uma carreira marcada pela inovação e pela exploração sonora, Portishead continua a ser uma das bandas mais influentes da música contemporânea. O seu legado na música eletrónica e no trip-hop permanece inquestionável, e a sua música continua a ser celebrada por fãs e músicos ao redor do mundo, inspirando novas gerações com a sua abordagem única à música.

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