Piano Trios No.1 & ; Piano Quintet Op.57 - Vinil Música

de Dmitri Shostakovich
editora: Prospero, Janeiro de 2025 ‧
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ALINHAMENTO

Disco 1

Shostakovich: Piano Trio No. 1 in C Minor, Op. 8
A1 - I. Andante. Allegro

Shostakovich: Piano Trio No. 2 in E Minor, Op. 67
A2 - I. Andante. Moderato
B3 - II. Allegro con brio
B4 - III. Largo
B5 - IV. Allegretto

Piano Quintet in G minor, Op. 57
C1 - I. Prelude. Lento. Poco più mosso. Lento
C2 - II. Fugue. Adagio
D1 - III. Scherzo. Allegretto
D2 - IV. Intermezzo. Lento
D3 - V. Finale. Allegretto

Informação Adicional
To mark the 50th anniversary of Shostakovich's death on August 9, 2025, the Oliver Schnyder Trio recorded the two piano trios and Piano Quintet Op. 57, joined by violinist Julia Fischer and violist Nils Monkemeyer for the quintet.
Release date: 5th Dec 2025
Label: Prospero Classical
Catalogue number: PROSP0035VIN
Length: 76 minutes

Piano Trios No.1 & ; Piano Quintet Op.57 - Vinil

de Dmitri Shostakovich

Propriedade Descrição
editora: Prospero
Data de Lançamento: Janeiro de 2025
Dimensões: 313 x 316 x 14 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Outros Géneros > Outros
EAN: 4262353970867
Número de discos: 2
Formato: Vinyl / LP

SOBRE O ARTISTA

Dmitri Shostakovich

Dmitri Shostakovich foi um dos compositores mais importantes do século XX, nascido a 25 de setembro de 1906 em São Petersburgo, Rússia, e falecido a 9 de agosto de 1975 em Moscovo. A sua obra abrange uma vasta gama de géneros musicais, incluindo sinfonias, quartetos de cordas, concertos, óperas e música para cinema. Shostakovich é conhecido tanto pela sua música profundamente emotiva quanto pela sua complexa relação com o regime soviético sob o qual viveu e trabalhou.

Shostakovich tornou-se uma figura importante na música russa ainda jovem, ganhando reconhecimento internacional com a sua Primeira Sinfonia (1926), que compôs aos 19 anos como trabalho de conclusão de curso no Conservatório de Leningrado. No entanto, a sua carreira foi marcada por conflitos com as autoridades soviéticas. A sua ópera Lady Macbeth do Distrito de Mtsensk (1934), inicialmente aclamada, foi mais tarde duramente criticada pelo regime, com o jornal Pravda a condená-la como "caos em vez de música" em 1936. Esta crítica marcou o início de um período de tensão entre Shostakovich e o governo, que exigia que os artistas seguissem as diretrizes do realismo socialista.

Apesar destas pressões, Shostakovich continuou a compor obras que, muitas vezes, continham mensagens codificadas e ironia, refletindo as suas experiências de vida sob o regime opressivo. A Quinta Sinfonia (1937), por exemplo, foi apresentada como uma resposta ao governo, sendo subtitulada "Resposta criativa de um artista soviético a uma justa crítica". A sinfonia foi um enorme sucesso e permitiu-lhe recuperar o favor do regime, embora muitos acreditassem que continha críticas veladas ao estado.

Durante a Segunda Guerra Mundial, Shostakovich compôs a Sétima Sinfonia (1941), também conhecida como a Sinfonia de Leningrado, que se tornou um símbolo da resistência contra a invasão nazi e foi amplamente celebrada tanto na União Soviética quanto no Ocidente.

Ao longo da sua vida, Shostakovich navegou habilmente as complexidades de viver sob um regime autoritário, mantendo uma produção musical prolífica e influente. Ele compôs 15 sinfonias, 15 quartetos de cordas, além de uma vasta obra de música de câmara, concertos e obras corais. As suas últimas obras, como a Quarta Sinfonia e os Quartetos de Cordas tardios, são muitas vezes vistas como reflexões profundas sobre a vida, a morte e o legado do compositor.

Dmitri Shostakovich deixou um legado duradouro, sendo lembrado tanto pela sua coragem artística quanto pela sua capacidade de criar música que reflete as complexidades da condição humana e do seu tempo. A sua obra continua a ser amplamente estudada e executada, mantendo-se uma presença fundamental no repertório clássico moderno.

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