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Philip Glass: The Essential - Vinil Música

de Philip Glass
editora: Music On Vinyl, Janeiro de 2024 ‧
67,74€
54,19€
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portes grátis

ALINHAMENTO


Disco 1
01 - Lightning
02 - Façades
03 - A Gentleman's Honor
04 - Primacy of Number
05 - Metamorphosis IV
06 - Open the Kingdom
07 - Dance II
08 - Dance VIII

Disco 2
01 - Glasspiece #1 - Rubric
02 - Changing Opinion
03 - Opening
04 - Floe
05 - Funeral of Amenhotep III - Scene 1
06 - Point Blank

Disco 3
01 - Wichita Vortex Sutra
02 - Forgetting
03 - Dance IX
04 - The Dam
05 - Definition
06 - Protest
07 - Evening Song

Disco 4
01 - Hymn to the Sun
02 - Trial - Prison
03 - Akhnaten and Nefertiti
04 - Kuru Field of Justice
05 - Knee Play 1
06 - Tolstoy Farm
07 - Window of Appearances
08 - Bed
09 - Epilogue
10 - Knee Play 5

Philip Glass: The Essential - Vinil

de Philip Glass

Propriedade Descrição
editora: Music On Vinyl
Data de Lançamento: Janeiro de 2024
Dimensões: 312 x 308 x 10 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Clássica > Clássica
EAN: 8719262025493
Número de discos: 4
Formato: Vinyl / 12" Album (Clear vinyl)

SOBRE O ARTISTA

Philip Glass

Philip Glass é um dos compositores mais influentes e prolíficos dos séculos XX e XXI, conhecido principalmente como um dos pioneiros do minimalismo na música. Nascido a 31 de janeiro de 1937 em Baltimore, Maryland, Glass revolucionou a música contemporânea com as suas composições, frequentemente caracterizadas por padrões repetitivos, uma estrutura harmónica minimalista e uma profunda exploração do ritmo e da textura.

Glass começou a sua formação musical ainda jovem, estudando flauta e, posteriormente, composição na Universidade de Chicago e na Juilliard School. Um ponto crucial na sua carreira foi a colaboração com o famoso sitarista indiano Ravi Shankar nos anos 60, o que lhe abriu novas perspectivas sobre a música e o levou a desenvolver o estilo pelo qual se tornaria mundialmente conhecido. A sua música minimalista, que ele prefere chamar de "música com estruturas repetitivas", emergiu como uma resposta ao serialismo e ao modernismo que dominavam a música clássica na época.

Um dos seus primeiros trabalhos a ganhar notoriedade foi a ópera Einstein on the Beach (1976), criada em colaboração com o encenador Robert Wilson. Esta obra, que desafiava as convenções tradicionais da ópera, foi um marco na carreira de Glass, estabelecendo-o como uma figura central na música contemporânea. A ópera, sem uma narrativa linear clara, utiliza repetições e variações de frases musicais e textuais, criando uma experiência hipnótica e envolvente.

Philip Glass continuou a explorar e a expandir os limites da música com obras como Satyagraha (1980), baseada na vida de Mahatma Gandhi, e Akhnaten (1983), inspirada na história do faraó egípcio. Além das óperas, Glass compôs bandas sonoras icónicas para filmes como Koyaanisqatsi (1982), The Truman Show (1998) e The Hours (2002), pela qual recebeu uma nomeação ao Oscar.

Glass também colaborou com artistas de diferentes géneros musicais, incluindo o rock, pop, e música eletrónica, trabalhando com nomes como David Bowie, Brian Eno e Paul Simon. Esta abertura a diferentes influências e a capacidade de atravessar fronteiras musicais fizeram dele um dos compositores mais versáteis e influentes do seu tempo.

A música de Philip Glass continua a ter um impacto profundo na cultura contemporânea, sendo utilizada em concertos, filmes, e até em eventos políticos e sociais. A sua abordagem única à composição não só influenciou gerações de músicos e compositores, como também desafiou o público a repensar a experiência musical, oferecendo algo que é simultaneamente acessível e intelectualmente desafiante.

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