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Pastel Moods - Vinil Música

de Oscar Peterson
editora: Pan Am Records, julho de 2025 ‧
21,28€
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ALINHAMENTO


Disco 1
01 - You Go to My Head
02 - They Can't Take That Away from Me
03 - There's a Small Hotel
04 - You Turned the Tables On Me
05 - These Foolish Things (Remind Me of You)
06 - I Can't Get Started
07 - Blue Moon
08 - East of the Sun
09 - My Old Flame
10 - I Don't Stand a Ghost of a Chance
11 - Serenade in Blue
12 - Sweet Lorraine
13 - Angel Eyes
14 - Unforgettable
15 - Moonglow
16 - These Foolish Things (Remind Me of You)

Pastel Moods - Vinil

de Oscar Peterson

Propriedade Descrição
editora: Pan Am Records
Data de Lançamento: julho de 2025
Dimensões: 313 x 316 x 7 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Jazz/Blues > Jazz
EAN: 8436539313618
Número de discos: 1
Formato: Vinyl / 12" Album

SOBRE O ARTISTA

Oscar Peterson

Oscar Peterson (15 de agosto de 1925 – 23 de dezembro de 2007) foi um dos pianistas de jazz mais influentes e respeitados da história da música. Nascido em Montreal, Canadá, Peterson começou a aprender piano ainda criança, inicialmente inspirado pela sua irmã mais velha e posteriormente orientado pelo pianista húngaro Paul de Marky, que o introduziu à técnica e ao estilo de tocar de Franz Liszt. Embora tenha começado com música clássica, Peterson foi profundamente atraído pelo jazz, particularmente pelas gravações de artistas como Art Tatum, que se tornou uma das suas maiores influências.

Ao longo da sua carreira, Oscar Peterson desenvolveu uma técnica pianística notável, combinando uma execução veloz e precisa com uma expressividade emocional profunda. Ele era capaz de tocar com uma clareza e força extraordinárias, o que lhe permitia explorar tanto a complexidade rítmica do bebop quanto a fluidez do swing e do blues. A sua destreza técnica foi muitas vezes comparada à de grandes pianistas clássicos, mas foi no jazz que ele realmente deixou a sua marca.

Oscar Peterson ganhou fama internacional na década de 1940, depois de ser descoberto pelo produtor e empresário Norman Granz, fundador do selo Verve e organizador dos concertos Jazz at the Philharmonic. A partir daí, Peterson tornou-se um dos artistas principais desses concertos, que reuniam alguns dos maiores nomes do jazz. O seu trabalho com o Jazz at the Philharmonic foi crucial para solidificar a sua reputação, levando-o a colaborar com lendas como Ella Fitzgerald, Dizzy Gillespie, Charlie Parker e Louis Armstrong.

Nos anos 1950, Oscar Peterson formou o icónico Oscar Peterson Trio, que inicialmente incluía Ray Brown no contrabaixo e Herb Ellis na guitarra. Este trio estabeleceu um novo padrão de excelência no jazz, particularmente na forma como combinava a improvisação solta com um sentido rigoroso de estrutura musical. O trio produziu alguns dos álbuns mais importantes da carreira de Peterson, incluindo Night Train (1963), um dos discos mais celebrados de sempre no jazz, conhecido pela sua abordagem única ao blues e ao swing.

Oscar Peterson também foi um educador comprometido, dedicado a transmitir o seu conhecimento e amor pelo jazz a novas gerações de músicos. Ele publicou vários livros e tutoriais de piano, e o seu estilo influenciou profundamente pianistas que vieram depois dele, como Herbie Hancock e Chick Corea. A sua abordagem ao jazz foi caracterizada pela fusão de uma técnica rigorosa com uma paixão profunda pela improvisação, resultando numa música que é tanto cerebral quanto emocionalmente ressonante.

A sua carreira foi interrompida em 1993 por um derrame que limitou a mobilidade da sua mão esquerda. No entanto, Peterson continuou a tocar e a gravar, adaptando o seu estilo às suas novas limitações físicas. Este período da sua vida mostrou não apenas a sua resiliência como artista, mas também a sua devoção inabalável à música.

Oscar Peterson recebeu inúmeros prémios ao longo da sua vida, incluindo oito Grammy Awards, e foi nomeado Companheiro da Ordem do Canadá, a mais alta honra civil do país. A sua contribuição para o jazz é imensurável, e ele é lembrado como um dos maiores pianistas da história, cujo legado continua a influenciar músicos e a encantar audiências em todo o mundo. A sua música, rica em técnica e emoção, permanece uma parte vital do património cultural do século XX.

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