Octane Twisted - Vinil Música

de Porcupine Tree
editora: Transmission Recordings, Janeiro de 2021 ‧
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ALINHAMENTO

Disco 1

The Incident (Part 1)
A1 - Occam's Razor
A2 - The Blind House
A3 - Great Expectations
A4 - Kneel And Disconnect
A5 - Drawing The Line
A6 - The Incident
A7 - Your Unpleasant Family

The Incident (Part 2)
B1 - The Yellow Windows Of The Evening Train
B2 - Time Flies

The Incident (Part 3)
C1 - Degree Zero Of Liberty
C2 - Octane Twisted
C3 - The Séance
C4 - Circle Of Manias
C5 - I Drive The Hearse

-
D1 - Hatesong
D2 - Stars Die
E3 - Russia On Ice / The Pills I'm Taking
E4 - Bonnie The Cat
F1 - Even Less
G1 - Dislocated Day
G2 - Arriving Somewhere But Not Here

Octane Twisted - Vinil

de Porcupine Tree

Propriedade Descrição
editora: Transmission Recordings
Data de Lançamento: Janeiro de 2021
Dimensões: 313 x 316 x 28 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Alternativa/Indie > Art Rock/Prog/Psicadélico
EAN: 0802644809410
Número de discos: 4
Formato: Box Set / Album

SOBRE O ARTISTA

Porcupine Tree

Porcupine Tree é uma banda britânica de rock progressivo formada em 1987 por Steven Wilson, um músico, compositor e produtor altamente respeitado no mundo da música. A banda é conhecida pela sua capacidade de misturar elementos de rock progressivo, psicadélico, metal e música eletrónica, criando um som único e atmosférico que conquistou uma base de fãs dedicada ao longo dos anos. Além de Steven Wilson (voz, guitarra, teclados), a formação clássica da banda inclui Richard Barbieri (teclados), Colin Edwin (baixo) e Gavin Harrison (bateria).

Porcupine Tree começou como um projeto solo de Steven Wilson, inicialmente como uma espécie de paródia das bandas de rock progressivo dos anos 70, mas rapidamente evoluiu para algo mais sério. O primeiro álbum da banda, On the Sunday of Life... (1992), foi uma compilação de material gravado por Wilson durante os primeiros anos do projeto. Este álbum, que apresenta uma mistura de sons psicadélicos e experimentais, atraiu a atenção dos fãs de música alternativa e progressiva, estabelecendo as bases para o futuro da banda.

A partir do álbum Up the Downstair (1993), Porcupine Tree começou a definir o seu som característico, incorporando elementos de rock psicadélico e progressivo. Este álbum foi seguido por The Sky Moves Sideways (1995), que é muitas vezes comparado ao trabalho de bandas clássicas de rock progressivo como Pink Floyd. The Sky Moves Sideways foi o primeiro álbum da banda a receber reconhecimento significativo no cenário progressivo e ajudou a consolidar a reputação de Porcupine Tree como uma força inovadora na música.

Com o lançamento de Signify (1996), a banda começou a incorporar elementos de rock mais direto e estruturado, ao mesmo tempo que mantinha as suas raízes progressivas e psicadélicas. Este álbum marcou também o início de uma maior colaboração entre os membros da banda, o que contribuiu para um som mais coeso e dinâmico.

Porcupine Tree alcançou um novo nível de sucesso com o álbum Stupid Dream (1999), que apresentou uma abordagem mais acessível e melódica, sem sacrificar a complexidade musical. O álbum inclui faixas como "Piano Lessons" e "Pure Narcotic", que se tornaram alguns dos temas mais conhecidos da banda. Este álbum foi seguido por Lightbulb Sun (2000), que continuou na mesma linha e ajudou a banda a expandir ainda mais o seu público.

Em 2002, Porcupine Tree lançou In Absentia, um dos álbuns mais aclamados da banda e um marco na sua discografia. Este álbum viu a banda explorar temas mais sombrios e incorporar elementos de metal progressivo, um som que seria aprofundado nos trabalhos subsequentes. In Absentia foi amplamente elogiado pela sua produção meticulosa e pela profundidade emocional das suas composições, com faixas como "Blackest Eyes" e "Trains" a destacar-se.

Seguiram-se outros álbuns de sucesso, como Deadwing (2005) e Fear of a Blank Planet (2007). Este último, um álbum conceptual que explora temas de alienação e desespero na era digital, foi especialmente aclamado pela crítica e consolidou ainda mais a posição de Porcupine Tree como uma das bandas mais importantes do rock progressivo moderno.

Após o lançamento de The Incident (2009), um álbum conceptual em dois discos, Porcupine Tree entrou num hiato, durante o qual Steven Wilson se concentrou na sua carreira a solo, que também tem sido altamente bem-sucedida. Durante este período, os membros da banda continuaram a trabalhar em vários projetos musicais.

Em 2022, após um longo período de inatividade, Porcupine Tree anunciou o seu regresso com o álbum CLOSURE / CONTINUATION, um trabalho que foi recebido com grande entusiasmo pelos fãs e crítica. Este álbum mostrou que a banda continuava a ser uma força criativa significativa, mantendo o som característico que os tornou uma referência no rock progressivo, ao mesmo tempo que exploravam novas direções musicais.

Porcupine Tree é amplamente respeitada por sua inovação, complexidade musical e a capacidade de cruzar diferentes géneros, mantendo sempre uma identidade forte e única. A banda deixou um legado duradouro no mundo do rock progressivo e continua a ser uma das mais influentes e admiradas dentro do género.

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