Nothing's In Vain (Coono Du Réér) - CD Música

de Youssou N'Dour
editora: Nonesuch, Janeiro de 2002 ‧
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ALINHAMENTO


Disco 1
01 - Tan Bi (Heat, Breeze, Tenderness)
02 - Moor Ndaje (Mr. Everywhere)
03 - Li Ma Weesu (As In A Mirror)
04 - Genné (For Those Displaced)
05 - La Femme Est L'avenir De L'amour (Women Are The Future Of Love)
06 - Mbëggéél Noonu La (Because Love's Like That)
07 - Il N'y A Pas D'amour Heureux (There Is No Happy Love)
08 - Sagal Ko (Honor Her)
09 - C'est L'amour (It's Love)
10 - Doole (Show Your True Mettle)
11 - So Many Men
12 - Yaru (The Makings Of Respect)
13 - Africa, Dream Again

Nothing's In Vain (Coono Du Réér) - CD

de Youssou N'Dour

Propriedade Descrição
editora: Nonesuch
Data de Lançamento: Janeiro de 2002
Dimensões: 125 x 140 x 8 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: World Music > Africana
EAN: 0075597966329
Duração (m): 53
Número de discos: 1
Formato: CD / Album

SOBRE O ARTISTA

Youssou N'Dour

Youssou N'Dour (Youssou Madjiguène Ndour; 1 de outubro de 1959) é um cantor, compositor e percussionista senegalês, natural de Dakar, amplamente reconhecido como o maior embaixador do mbalax — estilo que funde ritmos tradicionais wolof com influências de rumba cubana, jazz e pop internacional. Desde muito jovem, N’Dour deslumbrou-se com as percussões dos griots do bairro Medina e, aos quinze anos, já cantava com colegas músicos nas ruas de Dakar.

Em 1979, juntou-se ao Super Diamono, mas foi em 1981, ao fundar o Super Étoile de Dakar, que traçou o seu caminho singular. Com uma voz tenor potente e síncope única, gravou sucessos como "Immigrés" (1984) e Set (1990), que levaram o mbalax a palcos europeus e americanos, abrindo portas a colaborações com Peter Gabriel, Neneh Cherry e Paul Simon.

Para além de uma discografia profícua - que inclui marcos como The Lion (1989) e Egypt (2004) -, N'Dour teve papel político de relevo: foi Ministro do Turismo do Senegal entre 2012 e 2013 e apresentou-se como candidato às presidenciais de 2019. A sua música, sempre voltada para as causas sociais, serviu de plataforma de diálogo para temas como a migração, a unidade africana e a preservação cultural.

Até hoje, Youssou N’Dour mantém-se numa ininterrupta digressão mundial, partilhando o palco com novas gerações de músicos africanos. A sua obra é celebrada pela fusão orgânica de tradição e modernidade, mantendo o ritmo ancestral vivo em cada pulsar de percussão e em cada fraseado emotivo.

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