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Meisterwerk III - CD Música

de My Dying Bride
editora: Peaceville, outubro de 2016 ‧
23,12€
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ALINHAMENTO


Disco 1
01 - Symphonie Infernus Et Spera Empyrium
02 - The Crown of Sympathy
03 - The Grief of Age
04 - A Kiss to Remember
05 - Grace Unhearing (Portishell Remix)
06 - For You
07 - Unreleased Bitterness
08 - Sear III
09 - Follower

Disco 2
01 - Sear Me MCMXCIII
02 - Vast Choirs
03 - She Is the Dark
04 - Catching Feathers
05 - Two Winters Only
06 - Your River
07 - Some Velvet Morning
08 - Roads
09 - My Hope, the Destroyer

Disco 3
01 - The Wreckage of My Flesh
02 - Feel the Misery
03 - Deeper Down (Uberdoom Edit)
04 - Kneel Till Doomsday
05 - She Heard My Body Dying
06 - Bring My Victory
07 - To Remain Tombless
08 - Seven Times She Wept
09 - The Manuscript
10 - Scarborough Fair
11 - I Almost Loved You

Meisterwerk III - CD

de My Dying Bride

Propriedade Descrição
editora: Peaceville
Data de Lançamento: outubro de 2016
Dimensões: 125 x 140 x 8 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Metal > Heavy/Hard Rock
EAN: 0801056863829
Número de discos: 3
Formato: CD / Box Set

SOBRE O ARTISTA

My Dying Bride

My Dying Bride é uma banda britânica de doom metal formada em 1990 em Bradford, Inglaterra. A banda é amplamente reconhecida como um dos pilares do subgênero doom/death metal, sendo uma das "três grandes" bandas do doom metal britânico, juntamente com Anathema e Paradise Lost. My Dying Bride é conhecida pela sua sonoridade melancólica e atmosférica, que combina elementos de death metal com passagens lentas e pesadas típicas do doom, além de letras profundamente poéticas e sombrias que abordam temas como amor, perda, sofrimento e morte.

A formação original da banda incluía Aaron Stainthorpe (vocais), Andrew Craighan (guitarra), Calvin Robertshaw (guitarra), Rick Miah (bateria) e Adrian Jackson (baixo). Ao longo dos anos, a formação da banda passou por várias mudanças, mas Aaron Stainthorpe e Andrew Craighan permaneceram como membros constantes.

O primeiro lançamento significativo da banda foi o EP Symphonaire Infernus et Spera Empyrium (1991), que rapidamente chamou a atenção dos fãs de metal extremo pelo seu som inovador e letras sombrias. O álbum de estreia, As the Flower Withers (1992), consolidou o estilo da banda, misturando death metal com elementos clássicos de doom, incluindo a utilização de violinos, que se tornariam uma das marcas registadas do som da banda.

Ao longo dos anos, My Dying Bride lançou vários álbuns aclamados pela crítica, como Turn Loose the Swans (1993), que introduziu uma maior ênfase nos elementos melódicos e góticos, e The Angel and the Dark River (1995), que abandonou os vocais guturais em favor de um estilo vocal mais limpo e emocional. Este último álbum é considerado um dos melhores da banda, com faixas como "The Cry of Mankind" a destacar-se pela sua intensidade emocional e atmosférica.

A banda continuou a explorar temas de sofrimento e melancolia em álbuns como Like Gods of the Sun (1996), The Light at the End of the World (1999), e The Dreadful Hours (2001). Apesar das várias mudanças na formação, My Dying Bride manteve a sua essência musical, explorando sempre novos territórios dentro do doom metal, sem perder o som característico que lhes deu notoriedade.

Em 2020, a banda lançou The Ghost of Orion, um álbum que foi bem recebido tanto pela crítica quanto pelos fãs, mostrando que, mesmo após três décadas, My Dying Bride continua a ser uma força criativa no cenário do metal. Este álbum destaca-se pela sua produção refinada e pela habilidade da banda em criar paisagens sonoras densas e emocionais.

My Dying Bride é celebrada como uma das bandas mais importantes do doom metal, com uma base de fãs dedicada em todo o mundo. A sua capacidade de combinar peso, melodia e lirismo poético continua a influenciar muitas outras bandas e a cativar novos fãs, mantendo a sua relevância e importância na cena do metal.

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