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Maya - CD Música

de M.I.A.
editora: XL, julho de 2010 ‧
3,90€
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ALINHAMENTO


Disco 1
01 - The Message
02 - Steppin' Up
03 - XXXO
04 - Teqkilla
05 - Lovalot
06 - Story to Be Told
07 - It Takes a Muscle
08 - It Iz What It Iz
09 - Born Free
10 - Meds and Feds
11 - Tell Me Why
12 - Space
13 - Internet Connection
14 - Illygirl
15 - Believer (Feat. Blaqstarr)
16 - Caps Lock

Maya - CD

de M.I.A.

Propriedade Descrição
editora: XL
Data de Lançamento: julho de 2010
Dimensões: 142 x 128 x 9 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Dança/Electrónica > Electronica
EAN: 0634904249724
Número de discos: 2
Formato: CD / Album

SOBRE O ARTISTA

M.I.A.

M.I.A., nome artístico de Mathangi "Maya" Arulpragasam, nasceu em 1975 em Londres e cresceu entre o Reino Unido e o Sri Lanka, sendo uma das artistas mais singulares e politicamente marcadas da música contemporânea. Cantora, compositora, produtora e artista visual, construiu uma carreira que cruza hip hop, electrónica, world music e arte conceptual, sempre com uma forte componente identitária e social.

Filha de um activista político ligado ao movimento tamil no Sri Lanka, viveu de perto o impacto do conflito no país, experiência que viria a influenciar profundamente a sua obra. Mudou-se para Londres ainda jovem, onde estudou artes visuais no Central Saint Martins College, iniciando o seu percurso criativo antes de se afirmar na música.

O reconhecimento surgiu com o álbum de estreia Arular (2005), que chamou a atenção pela fusão de batidas electrónicas, samples globais e letras politizadas. Seguiu-se Kala (2007), que trouxe o êxito mundial "Paper Planes", uma canção que combinava crítica social com uma abordagem pop acessível, tornando-se um dos temas mais marcantes da década.

Ao longo da carreira, M.I.A. manteve uma postura artística provocadora, explorando temas como migração, guerra, globalização e identidade cultural. Álbuns como Maya (2010), Matangi (2013) e AIM (2016) mostram uma artista que recusa compromissos e procura constantemente reinventar a sua linguagem sonora e visual.

Para além da música, destacou-se também nas artes visuais, no cinema e na moda, criando uma estética própria que mistura referências culturais diversas com uma abordagem política explícita.

M.I.A. é hoje reconhecida como uma figura influente e inclassificável, cuja obra desafia fronteiras entre géneros e geografias, transformando a música num espaço de afirmação cultural, crítica social e experimentação artística.

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