Masculin Feminin - CD Música

de Blonde Redhead
editora: Numero, setembro de 2016 ‧
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ALINHAMENTO


Disco 1
01 - I Don't Want U
02 - Sciuri Sciura
03 - Astro Boy
04 - Without Feathers
05 - Snippet
06 - Mama Cita
07 - Swing Pool
08 - Girl Boy
09 - Amescream
10 - Big Song
11 - Inside You
12 - Vague
13 - Jet Star
14 - This Is the Number of Times I Said I Will But Didn't
15 - Instrumental
16 - Slogan Attempt
17 - Swing Pool Instrumental
18 - Woody

Disco 2
01 - (I Am Taking Out My Eurotrash) I Still Get Rocks Off
02 - Violent Life
03 - U.F.O
04 - I Am There While You Choke On Me
05 - Harmony
06 - Down Under
07 - Bean
08 - Young Neil
09 - 10 Feet High
10 - Jewel
11 - Flying Douglas
12 - Harmony
13 - 10 Feet High
14 - Valentine
15 - Not Too Late
16 - (I Am Taking Out My Eurotrash) I Still Get Rocks Off
17 - Pier Paolo
18 - Country Song (La Mia Vita Violenta Outtake)
19 - It Was All So Sudden

Masculin Feminin - CD

de Blonde Redhead

Propriedade Descrição
editora: Numero
Data de Lançamento: setembro de 2016
Dimensões: 125 x 140 x 8 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Alternativa/Indie > Indie
EAN: 0825764120524
Número de discos: 2
Formato: CD / Album

SOBRE O ARTISTA

Blonde Redhead

Blonde Redhead é uma banda americana formada em 1993, em Nova Iorque, por Kazu Makino e os irmãos Simone e Amadeo Pace. Originários da Itália, os irmãos Pace trouxeram para a banda uma abordagem musical rica e diversa, enquanto Kazu Makino, com sua voz etérea e abordagem experimental, completou a formação da banda. Desde o início, a banda se destacou por sua fusão única de indie rock, shoegaze e elementos de música experimental.

O álbum de estreia, Blonde Redhead (1995), apresentou ao mundo a sua sonoridade inovadora, que misturava guitarras atmosféricas e batidas hipnóticas com uma sensibilidade indie. No entanto, foi o segundo álbum, La Mia Vita Violenta (1997), que realmente chamou a atenção, ajudando a banda a ganhar reconhecimento na cena alternativa. Este álbum destacou-se pela sua fusão de influências do rock alternativo e do shoegaze, estabelecendo Blonde Redhead como uma banda a ser observada.

A ascensão da banda continuou com o lançamento de Melody of Certain Damaged Lemons (2003), um álbum que levou a banda a um novo patamar de aclamação crítica. Este trabalho foi elogiado pela sua capacidade de combinar elementos experimentais com uma sensibilidade pop, mostrando a evolução contínua da banda. O álbum Misery Is a Butterfly (2004) consolidou ainda mais a reputação da banda, com uma sonoridade mais introspectiva e melancólica, reforçada pela voz etérea de Kazu Makino e pela complexidade das composições dos irmãos Pace.

O álbum 23 (2007) marcou um momento importante na carreira da banda, destacando-se por sua profundidade emocional e inovação sonora. Com este álbum, Blonde Redhead explorou novas direções musicais, mantendo a sua abordagem única e original. Em 2010, a banda lançou Penny Sparkle, que trouxe uma sonoridade mais eletrônica e uma nova camada ao seu repertório musical. A experimentação continuou com o álbum Palo Santo (2014), que foi aclamado por sua riqueza sonora e pela habilidade da banda em incorporar novos elementos à sua música.

Blonde Redhead é também conhecida pelas suas intensas e emotivas performances ao vivo, que muitas vezes deixam uma marca duradoura no público. As suas atuações ao vivo são um reflexo da profundidade emocional e da complexidade musical que caracterizam os seus álbuns. Com uma carreira marcada pela inovação e uma abordagem única ao rock alternativo e indie, a banda continua a influenciar e inspirar muitos músicos e fãs ao redor do mundo.

A banda não apenas solidificou o seu lugar na cena indie com uma sonoridade distintiva, mas também mostrou uma capacidade notável para evoluir e experimentar ao longo dos anos. Com uma carreira que abrange várias décadas, Blonde Redhead permanece como uma figura proeminente na música alternativa, sempre explorando novas fronteiras e mantendo a sua identidade única.

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