Martin Pénet Présente Serge Gainsbourg Illustré Par PablO - Vinil Música

de Serge Gainsbourg
editora: Vinyl Story, Janeiro de 2021 ‧
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ALINHAMENTO

Disco 1

Face A 1958-1959
A1 - Le Poinçonneur Des Lilas
A2 - Douze Belles Dans La Peau
A3 - Ce Mortel Ennui
A4 - La Femme Des Uns Sous Le Corps Des Autres
A5 - Charleston Des Déménageurs De Piano
A6 - Le Claqueur De Doigts
A7 - L'Anthracite

Face B 1959-1962
B1 - Mambo Miam Miam
B2 - "Les Loups Dans La Bergerie" Générique
B3 - "Les Loups Dans La Bergerie" Fugue
B4 - L'Eau À La Bouche
B5 - Black March
B6 - Black Trombone
B7 - Baudelaire (Poème De Charles Baudelaire "Le Serpent Qui Danse"
B8 - Intoxicated Man
B9 - Quand Tu T'y Mets
B10 - Requiem Pour Un Twister

Martin Pénet Présente Serge Gainsbourg Illustré Par PablO - Vinil

de Serge Gainsbourg

Propriedade Descrição
editora: Vinyl Story
Data de Lançamento: Janeiro de 2021
Dimensões: 313 x 316 x 7 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: World Music > Europeia
EAN: 3760300315484
Duração (m): 39
Número de discos: 1
Formato: Vinyl / LP

SOBRE O ARTISTA

Serge Gainsbourg

Figura maior da cultura francesa do século XX, Serge Gainsbourg foi cantor, compositor, escritor e provocador — um criador que fez da transgressão a sua marca artística.
Serge Gainsbourg nasceu em Paris, em 1928, filho de emigrantes judeus russos. Educado num ambiente musical intenso, iniciou-se nas artes plásticas antes de se dedicar à música, área na qual encontraria reconhecimento público e liberdade criativa. Nos anos 1950, começou a atuar em cabarets parisienses, desenvolvendo um estilo singular que cruzava chanson, jazz e ironia poética.
Durante as décadas de 1960 e 1970, impôs-se como um dos nomes mais influentes da canção francesa, escrevendo e interpretando temas que combinaram sofisticação literária e sensualidade provocatória. Colaborou com grandes vozes — entre elas Juliette Gréco, Brigitte Bardot e Jane Birkin — e assinou canções que desafiaram convenções morais e políticas.
Ao longo da sua carreira, Gainsbourg cultivou uma imagem pública deliberadamente escandalosa, explorando temas de erotismo, política, religião e identidade nacional com humor negro e requinte estético. Além da música, aventurou-se no cinema, na pintura e na literatura, publicando em 1980 a novela Evguenie Sokolov, sátira corrosiva ao mundo da arte contemporânea. Faleceu em 1991.
Gainsbourg tornou-se uma figura de culto internacional, venerada tanto como compositor genial como símbolo de liberdade artística iconoclasta. A sua obra influenciou músicos, escritores e cineastas em múltiplos países, e a sua casa na Rue de Verneuil, em Paris, converteu-se em local de peregrinação cultural. A sua mistura de irreverência e sofisticação continua a inspirar novas gerações.

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