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Mão Morta Revisitada - Vinil Música

de Mão Morta
editora: SONY MUSIC, Janeiro de 2025 ‧
45,16€
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ALINHAMENTO

Disco 1
A1 - Sangue No Asfalto
A2 - Véus Caídos
A3 - Chabala
A4 - Oub'lá
B1 - E Se Depois
B2 - Bófia
B3 - 1º De Novembro
B4 - Facas Em Sangue
C1 - Abandonada
C2 - Sitiados
C3 - Até Cair
C4 - Maria Oh Maria
D1 - Anarquista Duval
D2 - Charles Manson
D3 - Quero Morder-te As Mãos
D$ - Hotel Paradis (Tropical Mix)

Informação Adicional
Recorded & Mixed at Casa do Rolhão (Braga) & at União dos Amigos de Palhais (Cadaval), between August & September 1995.

First vinyl edition. Compared with the original CD edition it adds "Hotel Paradis (Topical Mix)" as last track at the D-Side, but it does not contain the hidden tracks "Budapeste" and "Velocidade Escaldante".

Mão Morta Revisitada - Vinil

de Mão Morta

Propriedade Descrição
editora: SONY MUSIC
Data de Lançamento: Janeiro de 2025
Dimensões: 313 x 316 x 14 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Alternativa/Indie > Indie
EAN: 0198029967210
Número de discos: 2
Formato: Vinyl / LP / Album

SOBRE O ARTISTA

Mão Morta

Mão Morta é uma das bandas mais icónicas e influentes da música alternativa em Portugal. Formada em 1984, em Braga, a banda é liderada pelo carismático Adolfo Luxúria Canibal (voz), acompanhado por músicos talentosos que, ao longo do tempo, moldaram a sonoridade única do grupo. Com uma fusão de rock alternativo, post-punk e experimentalismo, Mão Morta destaca-se pelas letras provocadoras e poéticas, muitas vezes mergulhadas em temas sombrios e existenciais.

O início da carreira foi marcado pela exploração de sonoridades cruas e intensas. O álbum de estreia homónimo, Mão Morta (1988), já refletia a visão artística única da banda, com temas como "E Se Depois" e "Velocidade Escaldante", que capturavam a atenção do público underground. A energia visceral das suas atuações ao vivo rapidamente lhes valeu uma base de fãs dedicada, tornando-os uma presença marcante no circuito alternativo português.

O grande reconhecimento chegou com O.D., Rainha do Rock & Crawl (1991), um álbum que explorava histórias decadentes com uma sonoridade que misturava violência e melancolia. No entanto, foi com Mutantes S.21 (1992) que Mão Morta se consolidou como um nome indispensável na música portuguesa. Este trabalho incluiu faixas emblemáticas como "Budapeste (Sempre a Rock & Rollar)" e "Anarquista Duval", que se tornaram hinos de uma geração que procurava na banda uma voz para o desconforto e a rebeldia.

Durante os anos 90 e 2000, a banda continuou a evoluir, lançando álbuns como Há Já Muito Tempo que Nesta Latrina o Ar se Tornou Irrespirável (1998) e Primavera de Destroços (2001), que aprofundaram a abordagem experimental e literária do grupo. Estes trabalhos abordaram temas como a alienação, a decadência e as contradições da condição humana, marcando um diálogo constante entre a música e a sociedade.

As performances ao vivo de Mão Morta tornaram-se lendárias pela intensidade emocional e teatralidade. Adolfo Luxúria Canibal, com a sua presença magnética e narrativa hipnótica, envolve o público numa experiência quase ritualística, elevando os concertos da banda a verdadeiros espetáculos artísticos. Esta capacidade de transformar as atuações em momentos únicos consolidou a sua reputação como uma das bandas mais importantes de Portugal.

Mesmo após décadas de carreira, Mão Morta mantém-se ativa e relevante. Álbuns como Pesadelo em Peluche (2010) e No Fim Era o Frio (2019) mostram que a banda continua a explorar novas fronteiras musicais, sem nunca perder a essência que os tornou tão marcantes. As letras de Adolfo Luxúria Canibal continuam a provocar reflexão, desafiando normas e convidando à introspeção.

Com uma discografia extensa e uma trajetória que atravessa várias gerações, Mão Morta é muito mais do que uma banda de música; é um símbolo de resistência cultural e inovação artística. A sua capacidade de reinventar-se e de dialogar com o zeitgeist, mantendo uma postura fiel às suas raízes, assegura-lhes um lugar único na história da música portuguesa.

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