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Live On Tour '78 - Vinil Música

de Talking Heads
editora: Rhino Records, Janeiro de 2025 ‧
51,08€
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ALINHAMENTO

Disco 1
A1 - The Big Country
A2 - Warning Sign
A3 - The Good Thing
B1 - Artists Only
B2 - The Girls Want To Be With The Girls
B3 - Electricity (Drugs)
C1 - New Feeling
C2 - Found A Job
C3 - Thank You For Sending Me An Angel
D1 - Psycho Killer
D2 - Take Me To The River

Informação Adicional
Record Store Day 2025 exclusive release, limited edition of 14,900 copies worldwide.

"Live On Tour" was recorded at the Agora in Cleveland, Ohio on December 18, 1978.
First official release of the full show, remastered from the original analog tapes and features one previously unreleased track.

Live On Tour '78 - Vinil

de Talking Heads

Propriedade Descrição
editora: Rhino Records
Data de Lançamento: Janeiro de 2025
Dimensões: 313 x 316 x 14 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Alternativa/Indie > Punk/Hardcore/Emo
EAN: 0603497818846
Número de discos: 2
Formato: Vinyl / 12" / 45 RPM / Record Store Day / Limited Edition / Reissue / Remastered

SOBRE O ARTISTA

Talking Heads

Talking Heads é uma das bandas mais inovadoras e influentes da história do rock e da música popular, conhecida pela sua mistura única de punk, art rock, funk e música experimental. Formada em 1975 em Nova Iorque, a banda foi composta por David Byrne (vocalista e guitarrista), Tina Weymouth (baixista), Chris Frantz (baterista) e Jerry Harrison (tecladista e guitarrista). Talking Heads destacou-se pelo seu som eclético, pelas suas letras inteligentes e pelo carisma excêntrico de David Byrne.

A banda surgiu no cenário musical de Nova Iorque no auge do movimento punk, fazendo parte do lendário clube CBGB, onde dividiram o palco com bandas como Ramones, Blondie e Patti Smith. Embora partilhassem a energia crua e a atitude DIY do punk, Talking Heads rapidamente se diferenciou dos seus contemporâneos ao incorporar uma ampla gama de influências musicais, incluindo funk, música eletrónica, ritmos africanos e arte conceptual.

O álbum de estreia da banda, Talking Heads: 77 (1977), estabeleceu-os como uma força a ter em conta no rock alternativo. O single "Psycho Killer" tornou-se um sucesso e é hoje uma das canções mais icónicas da banda. O álbum demonstrou a capacidade de Talking Heads de combinar letras provocativas e ritmos dançantes com uma estética minimalista e cerebral, estabelecendo o tom para os seus futuros trabalhos.

Em 1978, a banda começou a trabalhar com o produtor Brian Eno, uma colaboração que se tornaria crucial para o desenvolvimento do seu som. O álbum More Songs About Buildings and Food (1978), produzido por Eno, incluiu uma versão de "Take Me to the River" de Al Green, que se tornou um grande sucesso. A colaboração com Eno continuou nos álbuns Fear of Music (1979) e Remain in Light (1980), ambos aclamados pela crítica e que expandiram ainda mais as fronteiras musicais da banda.

Remain in Light é amplamente considerado o magnum opus da banda, apresentando um som denso e polirrítmico que foi fortemente influenciado pela música africana, particularmente pelo trabalho de Fela Kuti. Canções como "Once in a Lifetime" e "Crosseyed and Painless" tornaram-se hinos da música alternativa, com "Once in a Lifetime" a ser uma das canções mais memoráveis da década de 1980, tanto pelo seu som inovador quanto pelo seu videoclip surreal.

Durante a década de 1980, Talking Heads continuou a evoluir musicalmente, lançando álbuns como Speaking in Tongues (1983), que incluiu o sucesso "Burning Down the House," e Little Creatures (1985), que apresentou um som mais acessível e pop, mas mantendo a profundidade lírica e a sofisticação musical. O álbum Stop Making Sense (1984) foi acompanhado por um documentário de concerto dirigido por Jonathan Demme, que se tornou um dos filmes de concerto mais aclamados de todos os tempos. O filme capturou a energia singular das performances ao vivo da banda, com David Byrne a assumir o papel de um frontman carismático e único.

Nos últimos anos da sua carreira, Talking Heads explorou ainda mais o som pop e a música eletrónica, lançando álbuns como True Stories (1986) e Naked (1988). No entanto, as tensões criativas e pessoais dentro da banda levaram ao seu fim em 1991, com David Byrne a seguir uma carreira solo de sucesso.

Apesar da separação, o legado dos Talking Heads continua a ser imenso. Eles são frequentemente citados como uma das bandas mais inovadoras e influentes de todos os tempos, com uma abordagem à música que desafiou e redefiniu as convenções do rock e da música popular. As suas canções continuam a ser celebradas por sua originalidade, criatividade e a capacidade de fundir uma vasta gama de influências em algo completamente novo e único.

Talking Heads foi introduzida no Rock and Roll Hall of Fame em 2002, uma homenagem ao seu impacto duradouro na música. A banda é lembrada não apenas pelas suas músicas memoráveis, mas também pela sua capacidade de expandir os horizontes do que o rock poderia ser, tornando-se pioneiros na integração de elementos de música global, arte e tecnologia na música pop.

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