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Live On Air 1967 - Vinil Música

de The Who
editora: Reel-To-Reel Music Company, Janeiro de 2024 ‧
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ALINHAMENTO

Disco 1
A1 - Run Run Run
A2 - Boris The Spider
A3 - Happy Jack
A4 - See My Way
A5 - Pictures Of Lily
A6 - A Quick One (While He's Away)
B1 - I Can't Reach You
B2 - I Can See For Miles
B3 - Summertime Blues
B4 - Happy Jack
B5 - So Sad About Us
B6 - My Generation

Informação Adicional
Limited Edition Of Only 500

Tracks 1-4 Recorded 17th January At The BBC Playhouse Theatre, London. Broadcast On Saturday Club, 21th January 1967.
Tracks 5-9 Recorded 10th October 1967 At De Lane Studio, Kingsway, London. Broadcast On Top Gear, 15th October 1967.
Tracks 10-12 Recorded 2nd March 1967 At The Marquee Club, London. Broadcast On Beat Club, Germany TV.

Live On Air 1967 - Vinil

de The Who

Propriedade Descrição
editora: Reel-To-Reel Music Company
Data de Lançamento: Janeiro de 2024
Dimensões: 313 x 316 x 7 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Jazz/Blues > Blues
EAN: 5055748549125
Duração (m): 38
Número de discos: 1
Formato: Vinyl / LP / Limited Edition / Unofficial Release

SOBRE O ARTISTA

The Who

The Who é uma das bandas mais icónicas e influentes da história do rock, formada em 1964 em Londres, Inglaterra. A banda é composta pelos membros fundadores Roger Daltrey (vocalista), Pete Townshend (guitarrista e principal compositor), John Entwistle (baixista) e Keith Moon (baterista). Conhecidos pela sua energia explosiva, inovações musicais e performances ao vivo lendárias, The Who desempenhou um papel crucial na evolução do rock e continua a ser uma das bandas mais reverenciadas do género.

The Who começou a ganhar notoriedade no início dos anos 60 com a sua música agressiva e atitude rebelde, características que os tornaram uma das bandas pioneiras do movimento mod no Reino Unido. O seu primeiro grande sucesso, "My Generation", lançado em 1965, tornou-se um hino de juventude e rebeldia, especialmente com a icónica frase "Hope I die before I get old" ("Espero morrer antes de envelhecer"). A canção capturou o espírito de uma geração e ajudou a estabelecer a reputação da banda como porta-voz da juventude britânica.

Ao longo dos anos 60, The Who continuou a lançar uma série de álbuns e singles de sucesso, incluindo "Substitute", "I Can't Explain", "Happy Jack", "Pictures of Lily" e "I Can See for Miles". O som da banda era caracterizado pelos poderosos riffs de guitarra de Pete Townshend, a voz potente de Roger Daltrey, o baixo complexo de John Entwistle e o estilo de bateria frenético e inovador de Keith Moon. As suas performances ao vivo eram conhecidas pela destruição dos instrumentos no final dos concertos, um ato que se tornou uma das marcas registadas da banda.

Em 1969, The Who lançou Tommy, uma "ópera rock" que se tornou um dos álbuns mais ambiciosos e influentes da época. Tommy conta a história de um jovem surdo, mudo e cego que se torna um mestre do flipper e uma figura messiânica. O álbum foi amplamente aclamado pela crítica e consolidou o estatuto de The Who como uma das bandas mais inovadoras do rock. Tommy foi posteriormente adaptado para o cinema e para o teatro, aumentando ainda mais o seu impacto cultural.

Em 1971, a banda lançou Who's Next, considerado por muitos como o seu melhor álbum. O álbum inclui clássicos como "Baba O'Riley", "Behind Blue Eyes" e "Won't Get Fooled Again", canções que se tornaram hinos do rock. Who's Next foi originalmente concebido como uma nova ópera rock chamada Lifehouse, mas os conceitos complexos do projeto foram simplificados, resultando num álbum que é frequentemente listado entre os melhores de todos os tempos.

A banda continuou a inovar com o lançamento de Quadrophenia em 1973, outra ópera rock que explora o movimento mod e a crise de identidade de um jovem chamado Jimmy. Quadrophenia foi um sucesso tanto crítico quanto comercial e continua a ser um dos álbuns mais queridos pelos fãs da banda.

No entanto, The Who enfrentou desafios pessoais e profissionais ao longo dos anos, especialmente com o comportamento errático de Keith Moon, que lutava com problemas de abuso de substâncias. Moon faleceu tragicamente em 1978, após a gravação do álbum Who Are You. A morte de Moon foi um golpe devastador para a banda, mas eles continuaram, recrutando o baterista Kenney Jones dos Faces para substituir Moon.

Embora a banda tenha lançado álbuns adicionais, como Face Dances (1981) e It's Hard (1982), e continuado a fazer digressões, a morte de John Entwistle em 2002 marcou outro momento difícil na história da banda. Entwistle foi amplamente considerado um dos maiores baixistas do rock, e a sua perda foi profundamente sentida pelos fãs e pelos membros restantes da banda.

Apesar dessas adversidades, The Who continuou a fazer digressões e a gravar, mantendo o legado da banda vivo. Em 2006, lançaram o álbum Endless Wire, o primeiro álbum de estúdio da banda em 24 anos, que foi bem recebido pela crítica e pelos fãs. Em 2019, lançaram o álbum Who, que foi visto como um retorno às suas raízes rock.

The Who é amplamente considerada uma das maiores bandas de rock de todos os tempos, com um legado que inclui a invenção da ópera rock, performances ao vivo inesquecíveis e uma série de álbuns que moldaram o curso da música popular. A influência de The Who pode ser sentida em inúmeras bandas e artistas que seguiram os seus passos, e a sua música continua a ser apreciada por novas gerações de fãs em todo o mundo.

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