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Live in Chester 1957 - Vinil Música

de Dizzy Gillespie
editora: Jazz Rewind Records, Janeiro de 2024 ‧
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ALINHAMENTO

Disco 1
A1 - Walter Fuller & Dizzy Gillespie & Chano Pozo - Manteca
A2 - Chano Pozo & Luciano "Chano Pozo" Gonzales & Walter Fuller - Tin Tin Deo
A3 - Clifford Grey & Leo Robin & Vincent Youmans - Hallelujah
A4 - Dizzy Gillespie - Tour De Force
B1 - Ernie Wilkins - Groovin’ For Nat
B2 - John Gillespie (3) & Frank Paparelli & Jon Hendricks - A Night in Tunisia
B3 - Dizzy Gillespie - Birks’ Works
B4 - Alan Brandt & Bob Haymes - That’s All
C1 - Ernie Wilkins - Left Hand Corner
C2 - Cole Porter - Begin the Beguine
C3 - Benny Golson & Jon Hendricks - I Remember Clifford
C4 - Melba Liston - Annie’s Dance
C5 - Duke Jordan - Jordu
D1 - Nicholas Brodszky & Sammy Cahn - Wonder Why
D2 - Joseph Kosma & Johnny Mercer & Jacques Prévert - Autumn Leaves
D3 - Quincy Jones - Jessica’s Day
D4 - Horace Silver - Doodlin’
D5 - Theodor Grouya & Edmund Anderson - Flamingo
D6 - Joe Willoughby - Yo No Quiero Bailar

Live in Chester 1957 - Vinil

de Dizzy Gillespie

Propriedade Descrição
editora: Jazz Rewind Records
Data de Lançamento: Janeiro de 2024
Dimensões: 313 x 316 x 7 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Jazz/Blues > Jazz
EAN: 0741869395370
Número de discos: 1
Formato: Vinyl / LP / Compilation

SOBRE O ARTISTA

Dizzy Gillespie

Dizzy Gillespie, nascido John Birks Gillespie a 21 de outubro de 1917 em Cheraw, Carolina do Sul, e falecido a 6 de janeiro de 1993 em Englewood, Nova Jérsia, foi um dos mais influentes trompetistas e compositores de jazz do século XX. Ele desempenhou um papel crucial na formação do bebop, um estilo inovador que revolucionou o jazz.

Gillespie começou a tocar trompete ainda jovem e, após concluir o ensino médio, mergulhou na cena musical de Nova Iorque. Durante a década de 1940, tornou-se uma figura central na revolução do bebop, um movimento que desafiava as convenções do jazz tradicional e introduzia complexidade harmónica e rítmica. Trabalhou com outros pioneiros do bebop, como Charlie Parker, com quem formou uma das mais notáveis parcerias musicais da época.

Em 1945, Gillespie fundou a sua própria banda, que incluía alguns dos mais proeminentes músicos de bebop da época. A sua abordagem inovadora ao trompete, caracterizada por uma técnica avançada e uma notável capacidade de improvisação, ajudou a definir o som do bebop. Entre as suas composições mais conhecidas estão "A Night in Tunisia" e "Salt Peanuts", que se tornaram clássicos do jazz e são frequentemente citadas como exemplos paradigmáticos do estilo bebop.

Gillespie era também conhecido pelo seu estilo pessoal distinto, que incluía uma postura incomum ao tocar trompete e o uso de uma trompete com uma campânula achatada, um design que ele mesmo ajudou a popularizar. Além de ser um inovador técnico, Gillespie era um carismático performer e um defensor do jazz como forma de arte cultural.

Durante a década de 1950, Gillespie continuou a explorar novos territórios musicais, incorporando elementos de música latina e afro-cubana no seu trabalho. A sua colaboração com músicos cubanos, como Chano Pozo, ajudou a popularizar o estilo de jazz latino, que se tornou uma influência significativa na evolução do jazz.

A sua carreira continuou a prosperar ao longo das décadas seguintes, e Gillespie tornou-se uma figura respeitada não só no mundo do jazz, mas também no cenário musical internacional. Ele realizou extensas digressões e colaborou com uma vasta gama de músicos e compositores, contribuindo para a evolução contínua do jazz e mantendo-se relevante até ao final da sua vida.

Dizzy Gillespie deixou um legado duradouro que influenciou gerações de músicos e continua a ser celebrado como um dos grandes mestres do jazz. A sua capacidade de inovar, a sua técnica excepcional e o seu espírito indomável garantiram que o seu impacto na música fosse profundo e duradouro. O seu trabalho não só definiu uma era do jazz, mas também ajudou a moldar o futuro do género, consolidando o seu lugar como uma das figuras mais importantes da música do século XX.

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