10% de desconto

Live in Berlin - CD Música

de Sting
editora: Deutsche Grammophon, novembro de 2010 ‧
29,82€
10% DESCONTO CARTÃO
portes grátis

ALINHAMENTO


Disco 1
01 - If I Ever Lose My Faith in You
02 - Englishman in New York
03 - Fields of Gold
04 - Why Should I Cry for You
05 - All Would Envy
06 - Tomorrow We'll See
07 - End of the Game
08 - Whenever I Say Your Name
09 - Shape of My Heart
10 - Moon Over Bourbon Street
11 - Mad About You
12 - King of Pain
13 - Desert Rose
14 - Fragile

Disco 2
01 - A Thousand Years
02 - Every Little Thing She Does Is Magic
03 - Englishman in New York
04 - Roxanne
05 - When We Dance
06 - Russians
07 - I Hung My Head
08 - Why Should I Cry for You
09 - Whenever I Say Your Name
10 - This Cowboy Song
11 - Tomorrow We'll See
12 - Moon Over Bourbon Street
13 - End of the Game
14 - You Will Be My Ain True Love
15 - All Would Envy
16 - Mad About You
17 - King of Pain
18 - Every Breath You Take
19 - Desert Rose
20 - She's Too Good for Me
21 - Fragile
22 - I Was Brought to My Senses

Live in Berlin - CD

de Sting

Propriedade Descrição
editora: Deutsche Grammophon
Data de Lançamento: novembro de 2010
Dimensões: 125 x 140 x 8 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Pop-Rock > Pop-Rock
EAN: 0602527530970
Número de discos: 2
Formato: CD / Album with NTSC DVD (Region 0)

SOBRE O ARTISTA

Sting

Sting, cujo nome verdadeiro é Gordon Matthew Thomas Sumner, é um dos músicos mais respeitados e influentes do mundo, conhecido tanto pelo seu trabalho como vocalista e baixista da banda The Police, como pela sua bem-sucedida carreira a solo. Nascido a 2 de outubro de 1951 em Wallsend, Inglaterra, Sting destacou-se pela sua capacidade de combinar diferentes géneros musicais, como rock, jazz, reggae, e música clássica, com letras inteligentes e frequentemente poéticas.

Sting começou a sua carreira musical nos anos 1970, tocando em várias bandas de jazz antes de formar The Police em 1977 com o guitarrista Andy Summers e o baterista Stewart Copeland. The Police rapidamente se tornou uma das bandas mais importantes da era pós-punk e new wave, graças à sua mistura única de rock, reggae e punk. O sucesso da banda foi imediato, com o lançamento de álbuns icónicos como Outlandos d'Amour (1978), que incluía hits como "Roxanne" e "Can't Stand Losing You."

Nos anos seguintes, The Police continuou a lançar uma série de álbuns de sucesso, como Reggatta de Blanc (1979), Zenyatta Mondatta (1980), e Ghost in the Machine (1981). No entanto, foi o álbum Synchronicity (1983) que catapultou a banda para o topo das paradas internacionais, com singles como "Every Breath You Take," "King of Pain," e "Wrapped Around Your Finger." "Every Breath You Take," em particular, tornou-se uma das canções mais icónicas da década de 1980, permanecendo no topo das paradas por várias semanas e ganhando vários prémios, incluindo o Grammy de Canção do Ano.

Apesar do enorme sucesso de The Police, as tensões entre os membros da banda levaram à sua separação em 1984. Sting, no entanto, rapidamente embarcou numa carreira a solo, lançando o seu primeiro álbum The Dream of the Blue Turtles em 1985. Este álbum foi um sucesso comercial e crítico, destacando-se pela sua fusão de rock, jazz e elementos clássicos. O álbum incluiu sucessos como "If You Love Somebody Set Them Free," "Russians," e "Fortress Around Your Heart." Sting também demonstrou o seu talento como letrista, abordando temas políticos e sociais com uma profundidade que continuaria a caracterizar a sua carreira.

Ao longo dos anos 1980 e 1990, Sting continuou a lançar álbuns aclamados, incluindo ...Nothing Like the Sun (1987), que foi inspirado pela morte de sua mãe e incluiu hits como "Englishman in New York" e "Fragile," e Ten Summoner's Tales (1993), que gerou sucessos como "Fields of Gold" e "If I Ever Lose My Faith in You." Estes álbuns cimentaram a reputação de Sting como um artista solo de enorme talento, capaz de explorar uma vasta gama de estilos musicais enquanto mantinha uma coerência lírica e emocional.

Sting também se destacou pelo seu compromisso com causas sociais e ambientais. Ele foi um dos fundadores da Rainforest Foundation, uma organização dedicada à proteção das florestas tropicais e dos direitos das comunidades indígenas. Além disso, Sting usou a sua música para abordar questões globais, como a guerra, a pobreza e os direitos humanos, mostrando uma preocupação contínua com o estado do mundo.

Nos anos 2000 e 2010, Sting continuou a explorar novas direções musicais. Lançou álbuns como Songs from the Labyrinth (2006), onde interpretou músicas do compositor renascentista John Dowland, e Symphonicities (2010), onde reinterpretou as suas canções com uma orquestra sinfónica. Em 2016, lançou o álbum 57th & 9th, que marcou um regresso ao rock mais direto, e em 2018, colaborou com o cantor de reggae Shaggy no álbum 44/876, que ganhou o Grammy de Melhor Álbum de Reggae.

Em 2019, Sting lançou My Songs, um álbum que revisita alguns dos maiores sucessos da sua carreira, tanto a solo como com The Police, reinterpretando-os de novas maneiras. A sua capacidade de reimaginar o seu próprio repertório é uma prova da sua criatividade e desejo de manter a sua música viva e relevante para diferentes gerações.

Sting é amplamente reconhecido como um dos maiores músicos da sua geração, com uma carreira marcada por inovação, integridade artística e um compromisso inabalável com a excelência musical. Ele ganhou inúmeros prémios, incluindo 17 Grammy Awards, e foi incluído no Rock and Roll Hall of Fame como membro de The Police. A sua música continua a ser uma presença constante nas rádios e nas playlists de todo o mundo, e ele permanece uma figura influente tanto na música quanto na cultura popular.

Com uma carreira que abrange várias décadas e uma discografia que inclui alguns dos maiores sucessos da música moderna, Sting continua a ser um dos artistas mais respeitados e admirados da música contemporânea. A sua capacidade de combinar música sofisticada com letras profundas e emocionalmente ressonantes garantiu-lhe um lugar duradouro na história da música.

(ver mais)

DO MESMO ARTISTA