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Liberator - Cassete Música

de Orchestral Manoeuvres In The Dark
editora: Virgin, Janeiro de 1993 ‧
10,75€
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ALINHAMENTO

Disco 1
01 - Stand Above Me
02 - Everyday
03 - King Of Stone
04 - Dollar Girl
05 - Dream Of Me (Based On "Loves Theme")
06 - Sunday Morning
07 - Agnus Dei
08 - Love And Hate You
09 - Heaven Is
10 - Best Years Of Our Lives
11 - Christine
12 - Only Tears

Liberator - Cassete

de Orchestral Manoeuvres In The Dark

Propriedade Descrição
editora: Virgin
Data de Lançamento: Janeiro de 1993
Dimensões: 110 x 160 x 13 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Dança/Electrónica > House/Techno/Garage
EAN: 0077778822547
Duração (m): 49
Número de discos: 1
Formato: Cassette / Album

SOBRE O ARTISTA

Orchestral Manoeuvres In The Dark

Orchestral Manoeuvres in the Dark (OMD) é uma banda britânica de música eletrónica formada em 1978, em Wirral, Inglaterra, pelos multi-instrumentistas Andy McCluskey e Paul Humphreys. Pioneiros do synthpop e da música eletrónica, o som dos OMD combina sintetizadores inovadores, melodias cativantes e letras introspectivas, explorando temas como tecnologia, amor e memória com uma abordagem tanto emocional como futurista.

O primeiro álbum homónimo, Orchestral Manoeuvres in the Dark (1980), destacou-se pela estética minimalista e experimental, com canções como "Electricity" e "Messages" a tornarem-se clássicos do início do movimento synthpop. O som da banda mesclava a influência de artistas como Kraftwerk e Brian Eno com uma sensibilidade pop única.

O sucesso mundial veio com o álbum Architecture & Morality (1981), que incluiu os êxitos "Souvenir", "Joan of Arc" e "Maid of Orleans (The Waltz Joan of Arc)". Este trabalho é amplamente considerado uma obra-prima do synthpop, equilibrando inovação eletrónica com um lirismo profundamente emocional.

Durante os anos 80, os OMD continuaram a conquistar o público com álbuns como Dazzle Ships (1983), que explorou sons experimentais e temas distópicos, e The Pacific Age (1986), que incluiu o êxito "If You Leave", parte da banda sonora do filme Pretty in Pink e um dos seus maiores sucessos comerciais nos Estados Unidos.

Após uma pausa nos anos 90, Andy McCluskey reformou os OMD com a formação original em 2006, retomando digressões e lançando novos álbuns como History of Modern (2010) e The Punishment of Luxury (2017). A banda continua activa, explorando novos territórios musicais enquanto mantém a essência que os tornou um dos nomes mais icónicos e influentes da música eletrónica. Celebrados pela sua capacidade de equilibrar emoção e inovação, os OMD permanecem uma referência indispensável no panorama do synthpop e além.

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