Les Illuminations & Ariettes Oubliées - CD Música

de Benjamin Britten
editora: Swedish Society Discofil, Janeiro de 2021 ‧
ESGOTADO OU NÃO DISPONÍVEL

ALINHAMENTO

Disco 1

Les Illuminations, Op. 18
01 - I. Fanfare
02 - II. Villes
03 - III. Phrase
04 - IV. Antique
05 - V. Royauté
06 - VI. Marine
07 - VII. Interlude
08 - VIII. Being Beauteous
09 - IX. Parade
10 - X. Départ

Ariettes Oubliées
11 - I. C’est L’extase Langoureuse
12 - Ii. Il Pleure Dans Mon Coeur
13 - III. L’ombre des arbres
14 - IV. Paysages belges. Chevaux de bois
15 - V. Aquarelles - Green
16 - VI. Aquarelles - Spleen
17 - Clair de Lune (from Suite Bergamasque)

Les Illuminations & Ariettes Oubliées - CD

de Benjamin Britten

Propriedade Descrição
editora: Swedish Society Discofil
Data de Lançamento: Janeiro de 2021
Dimensões: 125 x 140 x 8 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Outros Géneros > Outros
EAN: 0822359002647
Duração (m): 41
Número de discos: 1
Formato: CD

SOBRE O ARTISTA

Benjamin Britten

Benjamin Britten foi um dos maiores compositores britânicos do século XX, nascido a 22 de novembro de 1913 em Lowestoft, Suffolk, Inglaterra, e falecido a 4 de dezembro de 1976 em Aldeburgh, Suffolk. Britten é conhecido por sua vasta contribuição à música clássica, especialmente no campo da ópera, música coral e obras orquestrais. Ele também é reconhecido como maestro e pianista, além de ser uma figura central na revitalização da ópera inglesa.

Britten começou a demonstrar um talento musical precoce, estudando com compositores como Frank Bridge e mais tarde na Royal College of Music em Londres. A sua primeira obra a ganhar grande reconhecimento foi Sinfonia da Requiem (1940), uma obra orquestral que reflete o seu pacifismo e que foi escrita durante a Segunda Guerra Mundial. No entanto, foi com a ópera Peter Grimes (1945) que Britten alcançou fama internacional. Peter Grimes é considerada uma das maiores óperas do século XX e é notável por sua exploração profunda da psicologia humana e pela complexidade musical.

Britten escreveu várias outras óperas importantes, como Billy Budd (1951), The Turn of the Screw (1954), e A Midsummer Night’s Dream (1960). Cada uma dessas obras mostra a habilidade de Britten em adaptar obras literárias para o palco operático, mantendo um estilo lírico e acessível, mas ao mesmo tempo inovador.

Além de suas óperas, Britten também é conhecido por suas contribuições à música coral, incluindo obras como War Requiem (1962), que é amplamente considerada uma das suas obras-primas. O War Requiem foi composto para a reconsagração da Catedral de Coventry, destruída durante a Segunda Guerra Mundial, e combina textos litúrgicos tradicionais com a poesia de Wilfred Owen, explorando temas de guerra, morte e redenção.

Britten foi um dos primeiros compositores a abordar abertamente temas sociais e políticos em sua música, incluindo questões como pacifismo, homossexualidade e as dificuldades enfrentadas pelos indivíduos em uma sociedade repressiva. Ele também teve uma parceria de longa data com o tenor Peter Pears, que foi a inspiração e intérprete principal de muitas de suas obras.

Britten fundou o Festival de Aldeburgh em 1948, que ainda hoje é um dos principais festivais de música clássica da Inglaterra. O seu legado continua a ser celebrado em todo o mundo, com a sua música ainda amplamente executada e apreciada por sua beleza, inovação e profundidade emocional.

(ver mais)