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La Serpenta Canta - CD Música

de Diamanda Galas
editora: MUTE, Janeiro de 2003 ‧
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ALINHAMENTO



Disco 1
01 - Intro
02 - Ain't No Grave Can Hold My Body Down
03 - Burning Hell
04 - Baby's Insane
05 - I'm So Lonesome I Could Cry
06 - Lonely Woman
07 - Frenzy

Disco 2
01 - Blue Spirit Blues
02 - My World Is Empty Without You
03 - I Put A Spell On You
04 - At The Dark End Of The Street
05 - Dancing In The Dark
06 - Dead Cat On The Line
07 - See That My Grave Is Kept Clean
08 - Burning Hell (Reprise)

La Serpenta Canta - CD

de Diamanda Galas

Propriedade Descrição
editora: MUTE
Data de Lançamento: Janeiro de 2003
Dimensões: 125 x 140 x 8 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Alternativa/Indie > Experimental/Industrial/EBM
EAN: 0724359359106
Duração (m): 79
Número de discos: 2
Formato: CD / Album

SOBRE O ARTISTA

Diamanda Galas

Diamanda Galás é uma cantora, compositora e pianista norte-americana, nascida a 29 de agosto de 1955 em San Diego, Califórnia. Ela é conhecida pelo seu estilo vocal único, que abrange várias oitavas, e pela sua capacidade de combinar música avant-garde, jazz, blues e música clássica em performances intensas e provocadoras. A sua obra é marcada por temas que exploram dor, sofrimento, injustiça, e questões sociais e políticas, especialmente relacionadas com a opressão, o luto e a epidemia de SIDA.

Galás começou a sua carreira na década de 1970, envolvendo-se com o cenário da música experimental e de performance art. A sua formação clássica em piano e a sua voz extraordinária permitiram-lhe desenvolver uma abordagem única à música, que muitas vezes desafia as convenções tradicionais. Ela tornou-se particularmente conhecida por utilizar a sua voz como um instrumento de expressão emocional extrema, usando técnicas vocais que incluem gritos, sussurros e modulações incomuns.

Um dos seus trabalhos mais conhecidos é a trilogia The Masque of the Red Death (1986-1988), que aborda o tema da SIDA numa época em que a doença era um tabu e frequentemente estigmatizada. Estas obras, que incluem os álbuns The Divine Punishment, Saint of the Pit, e You Must Be Certain of the Devil, misturam música eletrónica, jazz e influências litúrgicas, criando uma atmosfera densa e perturbadora, que reflete o sofrimento e a raiva de uma comunidade afetada pela crise.

Além de suas gravações de estúdio, Diamanda Galás é também conhecida pelas suas performances ao vivo, que são muitas vezes descritas como rituais intensos e catárticos. A sua presença em palco, aliada à sua voz poderosa, cria uma experiência quase visceral para o público.

Ao longo da sua carreira, Galás abordou uma vasta gama de temas, incluindo direitos humanos, tortura, genocídio, e opressão política. A sua música é frequentemente confrontacional, desafiando o ouvinte a confrontar realidades difíceis e a refletir sobre as injustiças do mundo.

Diamanda Galás continua a ser uma figura única na música contemporânea, respeitada tanto pela sua habilidade técnica quanto pela sua coragem em abordar temas controversos e emocionalmente carregados. Ela é uma artista que desafia os limites do que a música pode ser e o impacto que pode ter.

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