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La Radiolina - CD Música

de Manu Chao
editora: Radio Bemba, Janeiro de 2007 ‧
11,98€
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ALINHAMENTO


Disco 1
01 - 13 Días
02 - Tristeza Maleza
03 - Politik Kills
04 - Rainin In Paradize
05 - Besoin De La Lune
06 - El Kitapena
07 - Me Llaman Calle
08 - A Cosa
09 - The Bleedin Clown
10 - Mundorévès
11 - El Hoyo
12 - La Vida Tombola
13 - Mala Fama
14 - Panik Panik
15 - Otro Mundo
16 - Piccola Radiolina
Bonus Tracks
17 - Y Ahora Qué ?
18 - Mama Cuchara
19 - Siberia
20 - Soñe Otro Mundo
21 - Amalucada Vida
-
Video1 - Tevelina

La Radiolina - CD

de Manu Chao

Propriedade Descrição
editora: Radio Bemba
Data de Lançamento: Janeiro de 2007
Dimensões: 141 x 125 x 4 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Country/Folk > Folk
EAN: 0825646981168
Duração (m): 51
Número de discos: 1
Formato: CD / Album

SOBRE O ARTISTA

Manu Chao

Manu Chao, nascido José-Manuel Thomas Arthur Chao a 21 de junho de 1961, em Paris, França, é um cantor, compositor e músico de ascendência espanhola, conhecido pela sua mistura única de géneros como reggae, rock, ska, música latina e world music. Filho de imigrantes espanhóis, Manu Chao cresceu em um ambiente multicultural que influenciou fortemente a sua música e as suas letras. Com um estilo descontraído e experimental, ele tornou-se uma das figuras mais importantes da música mundial, com canções que abordam questões políticas, sociais e culturais, muitas vezes com um enfoque nas desigualdades e nas lutas dos marginalizados.

A carreira de Manu Chao começou a ganhar notoriedade nos anos 90, quando foi membro da banda Mano Negra, um grupo de fusão de música que misturava punk, ska, reggae e música latina. A banda, que foi formada em 1987, teve um sucesso considerável na França e em outras partes do mundo, mas foi com a sua carreira a solo que Manu Chao alcançou uma popularidade global. O seu álbum de estreia a solo, Clandestino (1998), tornou-se um sucesso mundial, com músicas como "Clandestino", "Bongo Bong" e "Je Ne T'Aime Plus", que rapidamente se tornaram hinos da música de protesto e da resistência cultural.

Clandestino foi aclamado pela crítica e tornou-se um dos álbuns mais vendidos de todos os tempos na França, sendo reconhecido pela sua fusão de estilos e pela sua capacidade de combinar sonoridades globais com letras que falam sobre imigração, liberdade e questões sociais. A voz inconfundível de Manu Chao, com o seu estilo vocal rouco e melódico, aliada a uma produção simples mas eficaz, ajudou a criar uma sonoridade única que lhe granjeou fãs em todo o mundo.

Após o sucesso de Clandestino, Manu Chao lançou outros álbuns aclamados, como Proxima Estación: Esperanza (2001) e Sibérie m'asiatique (2004). Estes álbuns continuaram a explorar temas de imigração, opressão social, política e amor, sempre com uma abordagem inovadora e sem fronteiras musicais. Com o seu estilo eclético, Manu Chao tornou-se uma referência na música mundial, sendo frequentemente associado à luta contra a globalização e às injustiças sociais.

Além da sua carreira musical, Manu Chao também se tornou um símbolo da resistência política e cultural. A sua música, com letras que falam diretamente das realidades de muitas pessoas marginalizadas ao redor do mundo, tem sido utilizada como uma ferramenta de protesto e expressão política, especialmente em movimentos sociais e políticos na América Latina, Europa e em outras partes do mundo.

A influência de Manu Chao vai muito além da sua música, pois ele é visto como um defensor de causas sociais e políticas, sendo um dos artistas mais importantes da sua geração. Com uma carreira que atravessa mais de duas décadas, Manu Chao continua a ser uma voz ativa na música e na política, com canções que continuam a inspirar e a provocar reflexões sobre o mundo em que vivemos. A sua mistura de influências culturais e a sua abordagem única à música garantiram-lhe um lugar permanente na história da música mundial.

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