La Folie - CD Música

de The Stranglers
editora: Emi, Janeiro de 1987 ‧
ESGOTADO OU NÃO DISPONÍVEL

ALINHAMENTO

Disco 1
01 - Non Stop
02 - Everybody Loves You When You're Dead
03 - Tramp
04 - Let Me Introduce You To The Family
05 - Ain't Nothin' To It
06 - The Man They Love To Hate
07 - Pin Up
08 - It Only Takes Two To Tango
09 - Golden Brown
10 - How To Find True Love And Happiness In The Present Day
11 - La Folie

Bonus Track
12 - Cruel Garden

Informação Adicional
Issued in a standard jewel case with an 8 page lyric booklet.
All tracks 1981 except track 12, 1982 Original sound recordings made by EMI Records Ltd. © 1981 EMI Records Ltd.
This compilation © 1987 EMI Records Ltd.
Printed in Holland (on back inlay)
Made In Holland (on CD)

La Folie - CD

de The Stranglers

Propriedade Descrição
editora: Emi
Data de Lançamento: Janeiro de 1987
Dimensões: 125 x 140 x 8 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Alternativa/Indie > Punk/Hardcore/Emo
EAN: 0077774661423
Duração (m): 41
Número de discos: 1
Formato: CD / Album / Reissue / Stereo

SOBRE O ARTISTA

The Stranglers

The Stranglers é uma banda britânica formada em 1974, em Guildford, Inglaterra. Inicialmente composta por Hugh Cornwell (vocal e guitarra), Jet Black (bateria), Dave Greenfield (teclados) e Jean-Jacques Burnel (baixo e vocais), a banda ficou conhecida pelo seu som único, que mistura punk rock, new wave, post-punk e elementos de música eletrónica. Ao longo de sua carreira, The Stranglers se destacaram pela sua abordagem ousada e experimental, sendo uma das bandas mais influentes da cena punk britânica.

Os primeiros álbuns da banda, como Rattus Norvegicus (1977) e No More Heroes (1977), ajudaram a definir o som do punk britânico, combinando energia crua e letras provocativas com influências de música clássica, jazz e até música francesa. Canções como "Peaches" e "No More Heroes" rapidamente se tornaram clássicos do punk, e a banda se destacou por sua habilidade de misturar o estilo agressivo do punk com uma musicalidade mais sofisticada.

Nos anos seguintes, The Stranglers continuaram a evoluir, distanciando-se das suas raízes mais punk e explorando outros estilos. Álbuns como Black and White (1978) e The Gospel According to The Meninblack (1981) mostraram a banda explorando uma sonoridade mais experimental e sintética, incorporando teclados e elementos de música eletrónica. O som da banda foi sempre caracterizado por uma abordagem única, onde o punk se misturava com melodias mais complexas e temas líricos frequentemente mais profundos e introspectivos.

Ao longo das décadas seguintes, The Stranglers continuaram a lançar álbuns e a fazer turnês, mantendo uma base de fãs leal e expandindo sua sonoridade. No entanto, o impacto da banda foi indiscutível, principalmente no movimento punk e pós-punk britânico, influenciando bandas subsequentes e mantendo uma reputação de músicos inovadores.

Em 1990, Hugh Cornwell deixou a banda, mas The Stranglers continuaram a gravar e a fazer turnês com novos membros. O grupo passou por várias mudanças na formação ao longo dos anos, mas continuou a ser ativo até os dias de hoje, com Jet Black sendo o único membro original da banda a permanecer até o final.

The Stranglers são uma das bandas mais icónicas da cena punk britânica, com uma carreira que abrange mais de quatro décadas, influenciando não só o punk, mas também o rock alternativo, o new wave e a música eletrónica. A sua música, frequentemente ousada, experimental e cheia de atitude, continua a ser celebrada por fãs em todo o mundo, mantendo a sua relevância na história do rock.

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