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Igor Stravinsky: L'histoire Du Soldat - CD Música

de Igor Stravinsky
editora: HARMONIA MUNDI, setembro de 2018 ‧
15,95€
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ALINHAMENTO


Disco 1
01 - Marche Du Soldat. Airs De Marche
02 - Musique De La Première Scène. Petits Airs Au Bord Du Ruisseau
03 - Marche Du Soldat. Airs De Marche (Reprise)
04 - Musique Da La Deuxième Scène. Pastorale
05 - Musique De La Troisième Scène. Petits Airs Au Bord Du Ruisseau (Reprise)
06 - Musique De La Troisième Scène (Reprise)
07 - Marche Du Soldat. Airs De Marche (Reprise)
08 - Marche Royale
09 - Petit Concert
10 - Trois Danses: Tango - Valse - Ragtime
11 - Danse Du Diable
12 - Petit Choral
13 - Couplet Du Diable
14 - Grand Choral
15 - Marche Triomphale Du Diable

Igor Stravinsky: L'histoire Du Soldat - CD

de Igor Stravinsky

Propriedade Descrição
editora: HARMONIA MUNDI
Data de Lançamento: setembro de 2018
Dimensões: 125 x 140 x 8 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Clássica > Música de Câmera
EAN: 3149020934425
Duração (m): 58.05
Número de discos: 1
Formato: CD / Album

SOBRE O ARTISTA

Igor Stravinsky

Igor Stravinsky foi um dos compositores mais influentes do século XX, nascido a 17 de junho de 1882 em Oranienbaum (atual Lomonosov), Rússia, e falecido a 6 de abril de 1971 em Nova Iorque, Estados Unidos. Stravinsky é amplamente reconhecido pela sua inovação e pela capacidade de transformar o panorama da música clássica através de suas obras, que frequentemente desafiavam as convenções musicais da sua época.

Stravinsky ganhou notoriedade internacional com a sua colaboração com os Ballets Russes, uma companhia de balé dirigida por Sergei Diaghilev. Foi para esta companhia que ele compôs três das suas obras mais célebres: O Pássaro de Fogo (1910), Petrushka (1911) e A Sagração da Primavera (1913). A Sagração da Primavera, em particular, causou grande controvérsia na sua estreia em Paris devido à sua música dissonante e rítmica complexa, bem como pela coreografia inovadora de Vaslav Nijinsky. Esta obra é frequentemente citada como um marco na história da música e um ponto de viragem na música moderna.

Ao longo da sua carreira, Stravinsky demonstrou uma incrível capacidade de adaptação e reinvenção. Ele passou por várias fases estilísticas distintas, incluindo o uso de estilos neoclássicos nos anos 1920 e 1930, onde buscou inspiração na música do passado, especialmente dos períodos barroco e clássico. Obras como a Sinfonia dos Salmos (1930) e Pulcinella (1920) exemplificam este período neoclássico.

Na última fase da sua vida, Stravinsky abraçou o serialismo, uma técnica associada a compositores como Arnold Schoenberg, que envolve o uso de séries de doze tons. A sua obra Agon (1957) é um exemplo desta fase, mostrando sua habilidade em assimilar novas técnicas composicionais.

Além de ser um compositor prolífico, Stravinsky foi também um maestro respeitado e autor de vários escritos sobre música. Ele deixou uma marca indelével na música do século XX, não apenas através das suas composições, mas também pela sua influência sobre outros compositores e músicos. A sua habilidade de inovar constantemente, mantendo uma profundidade emocional e intelectual na sua música, garantiu-lhe um lugar como uma das figuras mais importantes da história da música clássica.

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