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Igor Stravinsky: Apollon Musagete/Concerto in D/Pulcinella - CD Música

de Igor Stravinsky
editora: MDG, junho de 2016 ‧
25,18€
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ALINHAMENTO


Disco 1
01 - Sinfonia
02 - Serenata
03 - Scherzino
04 - Tarantella
05 - Toccata
06 - Gavotta (Con Due Variazioni)
07 - Vivo
08 - Minuetto
09 - Finale
10 - Naissance D'Apollon
11 - Variation D'Apollon
12 - Pas D'action
13 - Variation De Calliope
14 - Variation De Polymnie
15 - Variation De Terpsichore
16 - Variation D'Apollon
17 - Pas De Deux
18 - Coda
19 - Apothéose
20 - Vivace
21 - Arioso
22 - Rondo

Igor Stravinsky: Apollon Musagete/Concerto in D/Pulcinella - CD

de Igor Stravinsky

Propriedade Descrição
editora: MDG
Data de Lançamento: junho de 2016
Dimensões: 125 x 140 x 8 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Clássica > Séc. 20
EAN: 0760623195568
Duração (m): 65.36
Número de discos: 1
Formato: SACD

SOBRE O ARTISTA

Igor Stravinsky

Igor Stravinsky foi um dos compositores mais influentes do século XX, nascido a 17 de junho de 1882 em Oranienbaum (atual Lomonosov), Rússia, e falecido a 6 de abril de 1971 em Nova Iorque, Estados Unidos. Stravinsky é amplamente reconhecido pela sua inovação e pela capacidade de transformar o panorama da música clássica através de suas obras, que frequentemente desafiavam as convenções musicais da sua época.

Stravinsky ganhou notoriedade internacional com a sua colaboração com os Ballets Russes, uma companhia de balé dirigida por Sergei Diaghilev. Foi para esta companhia que ele compôs três das suas obras mais célebres: O Pássaro de Fogo (1910), Petrushka (1911) e A Sagração da Primavera (1913). A Sagração da Primavera, em particular, causou grande controvérsia na sua estreia em Paris devido à sua música dissonante e rítmica complexa, bem como pela coreografia inovadora de Vaslav Nijinsky. Esta obra é frequentemente citada como um marco na história da música e um ponto de viragem na música moderna.

Ao longo da sua carreira, Stravinsky demonstrou uma incrível capacidade de adaptação e reinvenção. Ele passou por várias fases estilísticas distintas, incluindo o uso de estilos neoclássicos nos anos 1920 e 1930, onde buscou inspiração na música do passado, especialmente dos períodos barroco e clássico. Obras como a Sinfonia dos Salmos (1930) e Pulcinella (1920) exemplificam este período neoclássico.

Na última fase da sua vida, Stravinsky abraçou o serialismo, uma técnica associada a compositores como Arnold Schoenberg, que envolve o uso de séries de doze tons. A sua obra Agon (1957) é um exemplo desta fase, mostrando sua habilidade em assimilar novas técnicas composicionais.

Além de ser um compositor prolífico, Stravinsky foi também um maestro respeitado e autor de vários escritos sobre música. Ele deixou uma marca indelével na música do século XX, não apenas através das suas composições, mas também pela sua influência sobre outros compositores e músicos. A sua habilidade de inovar constantemente, mantendo uma profundidade emocional e intelectual na sua música, garantiu-lhe um lugar como uma das figuras mais importantes da história da música clássica.

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