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Heavy Lifting - CD Música

de Mc5
editora: earMUSIC, outubro de 2024 ‧
23,41€
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ALINHAMENTO


Disco 1
01 - Heavy Lifting (Feat. Tom Morello)
02 - Barbarians at the Gate
03 - Change, No Change
04 - The Edge of the Switchblade (Feat. William Duvall & Slash)
05 - Black Boots (Feat. Tim McIlrath)
06 - I Am the Fun (The Phoney)
07 - Twenty-five Miles
08 - Because of Your Car
09 - Boys Who Play With Matches
10 - Blind Eye (Feat. Dennis Thompson)
11 - Can't Be Found (Feat. Vernon Reid & Dennis Thompson)
12 - Blessed Release
13 - Hit It Hard (Feat. Joe Berry)

Disco 2
01 - Ramblin' Rose
02 - Kick Out the Jams
03 - Come Together
04 - Motor City Is Burning
05 - Borderline
06 - Gotta Keep Movin'
07 - Future/Now
08 - Poison
09 - Shakin' Street
10 - Sister Anne

Heavy Lifting - CD

de Mc5

Propriedade Descrição
editora: earMUSIC
Data de Lançamento: outubro de 2024
Dimensões: 125 x 140 x 8 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Alternativa/Indie > Garage/Surf/Psychobilly
EAN: 4029759193081
Número de discos: 2
Formato: CD / Album

SOBRE O ARTISTA

Mc5

Os MC5 (abreviação de Motor City Five) foram uma banda americana de rock formada em 1964 em Lincoln Park, Michigan, nos subúrbios de Detroit. Conhecidos pelo seu som enérgico e pela sua postura politicamente carregada, os MC5 são amplamente reconhecidos como uma das bandas precursoras do punk rock. A formação clássica da banda incluía Rob Tyner (vocalista), Wayne Kramer (guitarrista), Fred "Sonic" Smith (guitarrista), Michael Davis (baixista) e Dennis Thompson (baterista).

O álbum de estreia dos MC5, Kick Out the Jams (1969), é talvez o mais icónico da banda e inclui o famoso grito de guerra "Kick out the jams, motherfuckers!", que se tornou um hino de rebeldia e resistência. Gravado ao vivo, este álbum captura a intensidade e a energia das suas performances, que eram conhecidas por serem explosivas e carregadas de uma crua potência sonora. O som dos MC5 era uma fusão de hard rock, blues e proto-punk, com uma forte influência do free jazz, especialmente na improvisação e na energia caótica das suas atuações ao vivo.

Os MC5 também eram conhecidos pelo seu envolvimento com causas políticas radicais, particularmente através da sua associação com o grupo militante White Panther Party, liderado por John Sinclair, que também atuava como seu manager. A banda utilizava a sua música como uma plataforma para promover mudanças sociais e protestar contra o establishment, o que os colocou sob o escrutínio das autoridades e resultou em algumas controvérsias e dificuldades comerciais.

Apesar do seu impacto duradouro na música e na cultura popular, os MC5 enfrentaram várias dificuldades ao longo da sua carreira. Após o lançamento de mais dois álbuns de estúdio, Back in the USA (1970) e High Time (1971), que foram menos bem-sucedidos comercialmente, a banda começou a desintegrar-se devido a tensões internas e pressões externas. Em 1972, os MC5 separaram-se oficialmente, mas o seu legado continuou a crescer, especialmente à medida que o movimento punk ganhou força na década de 1970.

Hoje, os MC5 são amplamente respeitados como uma banda pioneira que ajudou a abrir caminho para o desenvolvimento do punk rock e de outros gêneros musicais alternativos. A sua influência pode ser ouvida em várias bandas e artistas que vieram depois, desde o punk dos anos 70 até ao rock alternativo e garage rock das décadas seguintes. O seu espírito de rebeldia e inovação continua a ser celebrado, e a banda mantém um lugar especial na história da música rock.

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