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Happy With What You Have to Be Happy With/Level Five/Elektrik - CD Música

de King Crimson
editora: Panegyric, novembro de 2021 ‧
20,38€
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ALINHAMENTO


Disco 1
01 - Bude
02 - Happy With What You Have to Be Happy With
03 - Bude II
04 - Mie Gakure
05 - She Shudders
06 - Eyes Wide Open
07 - ShoGaNai
08 - I Ran
09 - Potato Pie
10 - Larks' Tongues in Aspic: Part IV
11 - Clouds
12 - Einstein's Relatives

Disco 2
01 - Dangerous Curves
02 - Level Five
03 - Virtuous Circle
04 - The ConstruKction of Light
05 - The Deception of the Thrush
06 - Improv: ProjeKct X

Disco 3
01 - Introductory Soundscape
02 - The Power to Believe I: A Cappella
03 - Level Five
04 - ProzaKc Blues
05 - EleKtriK
06 - Happy With What You Have to Be Happy With
07 - One Time
08 - Facts of Life
09 - The Power to Believe II: Power Circle
10 - Dangerous Curves
11 - Larks' Tongues in Aspic: Part IV
12 - The World's My Oyster Soup Kitchen Floor Wax Musuem

Happy With What You Have to Be Happy With/Level Five/Elektrik - CD

de King Crimson

Propriedade Descrição
editora: Panegyric
Data de Lançamento: novembro de 2021
Dimensões: 125 x 140 x 8 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Alternativa/Indie > Art Rock/Prog/Psicadélico
EAN: 0633367310323
Número de discos: 3
Formato: CD / Box Set

SOBRE O ARTISTA

King Crimson

King Crimson é uma banda britânica de rock progressivo formada em 1968 em Londres por Robert Fripp (guitarrista) e Michael Giles (baterista). A banda é amplamente reconhecida como uma das mais influentes do movimento do rock progressivo, não apenas pela sua inovação musical, mas também pela sua capacidade de constantemente se reinventar ao longo das décadas. A música de King Crimson é caracterizada pela fusão de rock, jazz, música clássica, e experimentalismo, frequentemente com uma abordagem improvisada e vanguardista.

O álbum de estreia da banda, In the Court of the Crimson King (1969), é considerado um dos marcos fundadores do rock progressivo. Com faixas como "21st Century Schizoid Man" e a épica faixa-título, o álbum trouxe uma nova abordagem à música rock, utilizando estruturas complexas e uma instrumentação rica que incluía flauta, mellotron e saxofone. A sua sonoridade sombria e grandiosa marcou o início de uma nova era no rock, influenciando diretamente inúmeras bandas que surgiram nos anos 70 e além.

King Crimson passou por inúmeras mudanças de formação ao longo dos anos, com Robert Fripp sendo o único membro constante. A banda desmantelou-se várias vezes, mas sempre retornou com novas encarnações e sons inovadores. Durante os anos 70, álbuns como Larks' Tongues in Aspic (1973) e Red (1974) continuaram a explorar sonoridades mais pesadas e experimentais, misturando elementos de free jazz e música eletrónica com a complexidade do rock progressivo.

Nos anos 80, com o álbum Discipline (1981), King Crimson reinventou-se novamente, agora com uma abordagem mais voltada para o new wave e o minimalismo, utilizando loops de guitarras e polirritmos complexos. Esta fase da banda trouxe à formação músicos como Adrian Belew (vocalista e guitarrista) e Tony Levin (baixista e Chapman Stick), ampliando ainda mais o alcance sonoro do grupo.

King Crimson continua a ser uma das bandas mais respeitadas e influentes do rock progressivo. A sua capacidade de se adaptar e inovar ao longo de várias décadas garantiu-lhes uma longevidade rara no mundo da música, e o seu legado permanece intacto como uma das forças mais criativas da história do rock. As suas explorações musicais ousadas continuam a influenciar novas gerações de músicos e fãs.

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