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Greatest Hits - Vinil Música

de Johnny Cash
editora: Wagram, junho de 2024 ‧
38,75€
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ALINHAMENTO


Disco 1
01 - I Walk the Line
02 - Get Rhythm
03 - Hey Porter
04 - So Doggone Lonesome
05 - Hey, Good Lookin'
06 - Sugartime
07 - Frankie's Man Johnny
08 - Bonanza!
09 - Delia's Gone
10 - I Still Miss Someone
11 - Folsom Prison Blues
12 - Don't Take Your Guns to Town
13 - I Got Stripes
14 - Transfusion Blues
15 - Chain Gang
16 - Born to Lose
17 - In the Jailhouse Now
18 - Country Boy
19 - All Over Again

Disco 2
01 - Cry, Cry, Cry
02 - Big River
03 - Oh Lonesome Me
04 - It Was Jesus
05 - Girl in Saskatoon
06 - Locomotive Man
07 - Clementine
08 - Mean Eyed Cat
09 - Luther Played the Boogie
10 - Five Feet High and Rising
11 - Guess Things Happen That Way
12 - I Love You Because
13 - Katy Too
14 - I Forgot to Remember to Forget
15 - I Want to Go Home
16 - Leave That Junk Alone
17 - I Got Shoes
18 - Honky Tonk Girl
19 - Thanks a Lot
20 - What Do I Care

Greatest Hits - Vinil

de Johnny Cash

Propriedade Descrição
editora: Wagram
Data de Lançamento: junho de 2024
Dimensões: 313 x 304 x 4 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Country/Folk > Country
EAN: 3596974384361
Número de discos: 2
Formato: Vinyl / 12" Album

SOBRE O ARTISTA

Johnny Cash

Johnny Cash, nascido John R. Cash a 26 de fevereiro de 1932 em Kingsland, Arkansas, e falecido a 12 de setembro de 2003 em Nashville, Tennessee, foi um dos músicos mais icónicos e influentes do século XX. Conhecido como o "Man in Black", Cash deixou uma marca indelével na música country e americana, sendo também um dos poucos artistas a ter sucesso tanto no country quanto no rock and roll, folk, gospel e blues.

Johnny Cash começou a sua carreira musical na década de 1950, após servir na Força Aérea dos Estados Unidos. Assinou com a Sun Records em Memphis, Tennessee, onde gravou os seus primeiros sucessos, incluindo "Hey Porter" e "Cry! Cry! Cry!" em 1955. O seu som era distinto, combinando elementos do country, rockabilly e gospel, com uma voz grave e inconfundível que rapidamente o destacou na cena musical.

Em 1956, Cash lançou "I Walk the Line", que se tornou um dos seus maiores sucessos e consolidou a sua reputação como uma das estrelas emergentes da música americana. A canção, com o seu ritmo hipnotizante e letras sobre fidelidade, tornou-se um clássico e permaneceu como uma das suas músicas mais emblemáticas ao longo da sua carreira.

Nos anos 60, Cash continuou a expandir o seu repertório e a sua influência, lançando álbuns conceptuais como Bitter Tears (1964), que abordava as dificuldades enfrentadas pelos nativos americanos, e Ballads of the True West (1965), uma exploração das lendas do Oeste americano. Além disso, tornou-se conhecido pelas suas gravações ao vivo em prisões, com álbuns como At Folsom Prison (1968) e At San Quentin (1969), que capturaram a intensidade e autenticidade das suas performances para audiências compostas por reclusos.

Johnny Cash era também conhecido pelo seu estilo pessoal único, frequentemente vestindo-se de preto, o que lhe valeu o apelido de "Man in Black". Ele explicou a escolha do vestuário como um símbolo de solidariedade com os pobres, os oprimidos e os marginalizados da sociedade.

Ao longo da sua carreira, Cash lutou com problemas de dependência, mas conseguiu superar muitas das suas dificuldades pessoais, mantendo-se uma figura respeitada e amada na música. Nos anos 90, a sua carreira teve um renascimento com a série de álbuns American Recordings, produzidos por Rick Rubin, que o apresentaram a uma nova geração de ouvintes. Estes álbuns destacaram-se por versões minimalistas e cruas de canções, tanto suas como de outros artistas, incluindo a aclamada versão de "Hurt" dos Nine Inch Nails, que trouxe uma nova profundidade emocional à música.

Johnny Cash faleceu em 2003, apenas alguns meses após a morte da sua esposa, June Carter Cash, deixando para trás um legado imenso que continua a influenciar músicos de todos os géneros. Com uma carreira que abrangeu quase cinco décadas, Cash é lembrado como um verdadeiro ícone da música americana, cuja obra tocou milhões de pessoas e abordou temas universais de amor, perda, redenção e justiça.

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