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Glenn Gould Plays Brahms - CD Música

de Glenn Gould
editora: Sony Classical, setembro de 2012 ‧
15,27€
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ALINHAMENTO


Disco 1
01 - Ballade No. 1 in D Minor
02 - Ballade No. 2 in D Major
03 - Ballade No. 3 in B Minor
04 - Ballade No. 4 in B Major
05 - Rhapsody No. 1 in B Minor
06 - Rhapsody No. 2 in G Minor

Disco 2
01 - Intermezzo No. 1 in E Flat Major, Op. 117
02 - Intermezzo No. 2 in B Flat Minor, Op. 117
03 - Intermezzo No. 3 in C Sharp Minor, Op. 117
04 - Intermezzo No. 6 in E Flat Minor, Op. 118
05 - Intermezzo No. 4 in E Major, Op. 116
06 - Intermezzo No. 7 in a Minor, Op. 76
07 - Intermezzo No. 6 in a Major, Op. 76
08 - Intermezzo No. 1 in B Minor, Op. 119
09 - Intermezzo No. 1 in a Minor, Op. 118
10 - Intermezzo No. 2 in a Major, Op. 118
11 - Intermezzo in a Minor, Op. 118, No. 2

Glenn Gould Plays Brahms - CD

de Glenn Gould

Propriedade Descrição
editora: Sony Classical
Data de Lançamento: setembro de 2012
Dimensões: 142 x 126 x 8 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Clássica > Instrumental
EAN: 0887254129028
Duração (m): 89.31
Número de discos: 2
Formato: CD / Album

SOBRE O ARTISTA

Glenn Gould

Glenn Gould foi um dos pianistas mais inovadores e excêntricos do século XX, amplamente reconhecido pela sua abordagem única e revolucionária à música clássica. Nascido a 25 de setembro de 1932, em Toronto, Canadá, Gould foi um prodígio desde jovem e rapidamente se destacou no mundo da música clássica. Conhecido principalmente pelas suas interpretações das obras de Johann Sebastian Bach, ele tornou-se uma das figuras mais importantes do piano clássico, mas também pela sua personalidade singular e pela maneira como transformou a interpretação musical em algo profundamente pessoal e inovador.

A sua fama internacional começou com a gravação de 1955 da Goldberg Variations, de Bach, que se tornou uma das suas interpretações mais emblemáticas. A gravação foi revolucionária não só pela sua virtuosidade técnica, mas também pela abordagem pouco convencional de Gould ao tocar o piano, incluindo o seu uso de uma interpretação mais ágil e de uma articulação mais detalhada. Ele também era conhecido por cantarolar enquanto tocava, um hábito peculiar que, embora controverso para alguns, refletia a sua intensa concentração e imersão na música.

Embora tenha sido um pianista de enorme talento, Gould também era um pensador profundo sobre a música e o processo de interpretação. Ele rejeitou muitas das convenções tradicionais do mundo da música clássica, especialmente o concerto ao vivo. Em 1964, aos 31 anos, Gould surpreendeu o mundo ao abandonar as performances ao vivo, preferindo a gravação como meio de expressão artística. Ele acreditava que a gravação oferecia uma oportunidade única de revisão e refinamento da performance musical, permitindo-lhe capturar as nuances da sua interpretação de uma forma que não poderia ser alcançada no palco.

Além de suas gravações de Bach, Gould também interpretou obras de outros compositores clássicos, como Beethoven, Mozart e Schoenberg, e desenvolveu uma carreira como escritor e locutor, realizando programas de rádio que exploravam a música de maneira intelectual e acessível. Sua voz e pensamento sobre a música eram tão únicos quanto sua maneira de tocar, tornando-o uma figura respeitada também fora dos limites do piano clássico tradicional.

Gould faleceu prematuramente a 4 de outubro de 1982, aos 50 anos, devido a um derrame. Embora sua carreira tenha sido curta, o impacto de Glenn Gould na música clássica e nas interpretações de piano permanece imenso. Ele é lembrado não apenas pela sua extraordinária técnica e inteligência musical, mas também pela sua capacidade de redefinir a arte de tocar piano, tornando-se uma figura central na história da música do século XX.

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