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Glass: Complete Piano Etudes - CD Música

de Philip Glass
editora: Brilliant Classics, novembro de 2017 ‧
31,87€
25,50€
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ALINHAMENTO


Disco 1
01 - Etude No. 1 in G Minor
02 - Etude No. 2 in a Minor
03 - Etude No. 3 in a Major
04 - Etude No. 4 in D Minor
05 - Etude No. 5 in F Minor
06 - Etude No. 6 in F Minor
07 - Etude No. 7 in a Minor
08 - Etude No. 8 in C Major
09 - Etude No. 9 in F Minor
10 - Etude No. 10 in E-flat Major

Disco 2
01 - Etude No. 11 in C Minor
02 - Etude No. 12 in D Minor
03 - Etude No. 13 in F Major
04 - Etude No. 14 in A-flat Major
05 - Etude No. 15 in D Major
06 - Etude No. 16 in G Minor
07 - Etude No. 17 in F Minor
08 - Etude No. 18 in G Minor
09 - Etude No. 19 in C Major
10 - Etude No. 20 in C Major

Glass: Complete Piano Etudes - CD

de Philip Glass

Propriedade Descrição
editora: Brilliant Classics
Data de Lançamento: novembro de 2017
Dimensões: 125 x 140 x 8 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Clássica > Instrumental
EAN: 5028421955636
Número de discos: 2
Formato: CD / Album

SOBRE O ARTISTA

Philip Glass

Philip Glass é um dos compositores mais influentes e prolíficos dos séculos XX e XXI, conhecido principalmente como um dos pioneiros do minimalismo na música. Nascido a 31 de janeiro de 1937 em Baltimore, Maryland, Glass revolucionou a música contemporânea com as suas composições, frequentemente caracterizadas por padrões repetitivos, uma estrutura harmónica minimalista e uma profunda exploração do ritmo e da textura.

Glass começou a sua formação musical ainda jovem, estudando flauta e, posteriormente, composição na Universidade de Chicago e na Juilliard School. Um ponto crucial na sua carreira foi a colaboração com o famoso sitarista indiano Ravi Shankar nos anos 60, o que lhe abriu novas perspectivas sobre a música e o levou a desenvolver o estilo pelo qual se tornaria mundialmente conhecido. A sua música minimalista, que ele prefere chamar de "música com estruturas repetitivas", emergiu como uma resposta ao serialismo e ao modernismo que dominavam a música clássica na época.

Um dos seus primeiros trabalhos a ganhar notoriedade foi a ópera Einstein on the Beach (1976), criada em colaboração com o encenador Robert Wilson. Esta obra, que desafiava as convenções tradicionais da ópera, foi um marco na carreira de Glass, estabelecendo-o como uma figura central na música contemporânea. A ópera, sem uma narrativa linear clara, utiliza repetições e variações de frases musicais e textuais, criando uma experiência hipnótica e envolvente.

Philip Glass continuou a explorar e a expandir os limites da música com obras como Satyagraha (1980), baseada na vida de Mahatma Gandhi, e Akhnaten (1983), inspirada na história do faraó egípcio. Além das óperas, Glass compôs bandas sonoras icónicas para filmes como Koyaanisqatsi (1982), The Truman Show (1998) e The Hours (2002), pela qual recebeu uma nomeação ao Oscar.

Glass também colaborou com artistas de diferentes géneros musicais, incluindo o rock, pop, e música eletrónica, trabalhando com nomes como David Bowie, Brian Eno e Paul Simon. Esta abertura a diferentes influências e a capacidade de atravessar fronteiras musicais fizeram dele um dos compositores mais versáteis e influentes do seu tempo.

A música de Philip Glass continua a ter um impacto profundo na cultura contemporânea, sendo utilizada em concertos, filmes, e até em eventos políticos e sociais. A sua abordagem única à composição não só influenciou gerações de músicos e compositores, como também desafiou o público a repensar a experiência musical, oferecendo algo que é simultaneamente acessível e intelectualmente desafiante.

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