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Gioacchino Rossini: Wind Quartets - CD Música

de Gioacchino Rossini
editora: MDG, julho de 2023 ‧
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ALINHAMENTO


Disco 1
01 - I. Allegro Moderato
02 - II. Andante
03 - III. Rondo
04 - I. Moderato
05 - II. Andante
06 - III. Allegro
07 - I. Allegro
08 - II. Andante
09 - III. Allegretto
10 - I. Allegro Vivace
11 - II. Andante
12 - III. Rondo
13 - I. Allegro Spiritoso
14 - II. Andante Assai
15 - III. Rondo
16 - I. Andante
17 - II. Theme and Variations

Gioacchino Rossini: Wind Quartets - CD

de Gioacchino Rossini

Propriedade Descrição
editora: MDG
Data de Lançamento: julho de 2023
Dimensões: 125 x 140 x 8 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Clássica > Música de Câmera
EAN: 0760623229126
Duração (m): 70.04
Número de discos: 1
Formato: CD / Album

SOBRE O ARTISTA

Gioacchino Rossini

Gioacchino Rossini foi um dos compositores italianos mais célebres do início do século XIX, nascido a 29 de fevereiro de 1792 em Pesaro, Itália, e falecido a 13 de novembro de 1868 em Paris, França. Ele é amplamente reconhecido como um dos maiores mestres da ópera, sendo responsável por algumas das obras mais populares e frequentemente encenadas do repertório operático.

Rossini começou a compor desde muito jovem e rapidamente ganhou fama com suas óperas cômicas (opera buffa), que conquistaram o público com suas melodias vibrantes, orquestrações brilhantes e o uso inovador de formas musicais. Entre suas obras mais conhecidas está Il barbiere di Siviglia (O Barbeiro de Sevilha, 1816), que é considerada uma das melhores óperas cômicas de todos os tempos. A ópera inclui a célebre ária "Largo al factotum," que se tornou icônica por seu ritmo rápido e as exigências vocais que impõe ao barítono.

Além de O Barbeiro de Sevilha, outras óperas famosas de Rossini incluem La Cenerentola (1817), uma versão cômica da história da Cinderela, e Guillaume Tell (Guilherme Tell, 1829), sua última ópera, que é uma obra grandiosa e patriótica, mais conhecida pela sua abertura, frequentemente usada em contextos populares, como programas de rádio e televisão.

Rossini era conhecido por sua incrível rapidez em compor. Ele frequentemente reutilizava material de suas próprias obras, uma prática comum na época. Ele também tinha um estilo inconfundível, caracterizado pelo uso de longas e elaboradas linhas melódicas, bem como pela introdução da chamada "crescente rossiniana," uma técnica em que a intensidade musical aumenta gradualmente até atingir um clímax dramático.

Após a composição de Guilherme Tell, Rossini, no auge de sua fama, surpreendentemente se aposentou da composição de óperas aos 37 anos. Ele passou a maior parte do resto de sua vida em Paris, onde compôs apenas esporadicamente, dedicando-se principalmente à música sacra e pequenas peças instrumentais e vocais. Uma de suas últimas e mais conhecidas obras é a Petite Messe Solennelle (1863), uma peça coral que exemplifica a sua maestria na composição, mesmo em uma fase tardia da sua vida.

Gioacchino Rossini deixou um legado duradouro na ópera, influenciando gerações de compositores e definindo o estilo da ópera cômica italiana. Suas obras continuam a ser encenadas regularmente em teatros de ópera ao redor do mundo, assegurando-lhe um lugar de destaque na história da música clássica.

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