Free Market Fantasies - CD Música

de Noam Chomsky
editora: Alternative Tentacles, dezembro de 1999 ‧
ESGOTADO OU NÃO DISPONÍVEL

ALINHAMENTO


Disco 1
01 - The Real Market
02 - The Massachusetts Example
03 - Gingrich
04 - The Reagan Legacy
05 - The Washington Consensus
06 - The Pentagon System
07 - Crime and Punishment
08 - Chain Gangs
09 - Prison Labor
10 - Devolution
11 - Reform
12 - Subsidies
13 - Taxes
14 - Deregulation
15 - State Criminal Behavior
16 - Economic Miracles
17 - Property Rights
18 - Trade Myths
19 - Democracy And Free Markets
20 - Entrepreneural Values
21 - Mysterious Wisdom Of The Market
22 - Grand Vision Of The Future
23 - Role Of The Propoganda System
24 - Corporate Feeding Frenzy
25 - Downsizing
26 - Class War
27 - The Casino Economy
28 - What Can We Do

Free Market Fantasies - CD

de Noam Chomsky

Propriedade Descrição
editora: Alternative Tentacles
Data de Lançamento: dezembro de 1999
Dimensões: 125 x 140 x 8 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Outros Géneros > Outros
EAN: 0721616023626
Duração (m): 53.30
Número de discos: 1
Formato: CD / Album

SOBRE O ARTISTA

Noam Chomsky

Noam Chomsky, tem sido, ao longo de mais de quatro décadas, um proeminente linguista e um destacado ativista político. Nasceu em 1928, em Filadélfia, na Pensilvânia, de uma família de Judeus emigrados da Rússia. Com os pais conheceu desde cedo o interesse pelas questões linguísticas e pelos problemas políticos, nomeadamente quanto às diferentes posições da resistência judaica ao nazi-fascismo. Em 1945 matricula-se na Universidade de Filadélfia. Manifesta-se contra a criação do estado judaico na Palestina, prevendo a marginalização da população árabe. Chega a pensar em abandonar os estudos, para ir para a Palestina dedicar-se à cooperação socialista entre árabes e judeus. As suas simpatias socialistas orientam-se no sentido do movimento operário cooperativo, de tendência libertária. Na investigação linguística, Chomsky cedo se apercebe das limitações do estruturalismo americano, e lança as bases da mais profunda revolução da Linguística moderna, com amplas consequências para as Ciências Cognitivas. A partir do início da década de 60, participa com frequência no debate público sobre temas políticos, designadamente a ação externa nos EUA, a colaboração dos intelectuais com a política oficial ou o conflito israelo-árabe, o que frequentemente lhe valeu, para além do ódio por parte da grande imprensa, variadas perseguições que chegaram à tentativa de agressão física. Uma primeira coletânea dos seus escritos políticos, "O poder americano e os novos mandarins", publicado em 1969, constitui uma peça essencial na avaliação da intervenção dos EUA na Ásia, nomeadamente no Vietname.

(ver mais)

DO MESMO ARTISTA