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Fossora - Vinil Música

de Bjork
editora: One Little Independant, março de 2023 ‧
51,55€
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ALINHAMENTO


Disco 1
01 - Atopos (Feat. Kasimyn)
02 - Ovule
03 - Mycelia
04 - Sorrowful Soil
05 - Ancestress (Feat. Sindri Eldon)
06 - Fagurt Er Í Fjörðum
07 - Victimhood
08 - Allow (Feat. Emilie Nicolas)
09 - Fungal City (Feat. Serpentwithfeet)
10 - Trölla-Gabba (Feat. Kasimyn)
11 - Freefall
12 - Fossora (Feat. Kasimyn)
13 - Her Mother's House (Feat. Ísadóra Bjarkardóttir Barney)

Fossora - Vinil

de Bjork

Propriedade Descrição
editora: One Little Independant
Data de Lançamento: março de 2023
Dimensões: 313 x 316 x 14 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Alternativa/Indie > Electrónica
EAN: 5016958102500
Número de discos: 2
Formato: Vinyl / 12" Album Coloured Vinyl (Limited Edition)

SOBRE O ARTISTA

Bjork

Björk Guðmundsdóttir, conhecida simplesmente como Björk, é uma cantora, compositora, produtora musical e atriz islandesa, nascida a 21 de novembro de 1965 em Reykjavík, Islândia. Com uma carreira que se estende por mais de quatro décadas, Björk é amplamente reconhecida como uma das artistas mais inovadoras e influentes da música contemporânea. O seu trabalho é marcado pela fusão de géneros musicais, pela experimentação sonora e pela sua capacidade de criar mundos visuais e sonoros únicos, explorando temas como natureza, tecnologia, emoção e identidade.

Björk começou a sua carreira musical muito jovem, lançando o seu primeiro álbum aos 11 anos de idade. No entanto, foi nos anos 80, como vocalista da banda de rock alternativo The Sugarcubes, que Björk começou a ganhar notoriedade internacional. The Sugarcubes alcançaram sucesso com canções como "Birthday" e "Hit", mas a carreira de Björk como artista a solo começou a desabrochar após a separação da banda em 1992.

O seu álbum de estreia a solo, Debut (1993), foi um sucesso comercial e crítico, marcando o início de uma nova era para a música pop alternativa. Debut combinava elementos de música eletrónica, jazz, house e pop, e incluiu canções como "Human Behaviour", "Venus as a Boy" e "Big Time Sensuality", que rapidamente estabeleceram Björk como uma artista única, capaz de cruzar fronteiras musicais e criar algo inteiramente novo.

Em 1995, Björk lançou Post, um álbum que continuou a explorar a fusão de géneros e que solidificou o seu estatuto como uma das vozes mais inovadoras da música. Post incluiu singles de sucesso como "Army of Me", "Hyperballad" e "It's Oh So Quiet", esta última uma versão de uma canção de jazz que se tornou um dos seus maiores êxitos comerciais. O álbum foi amplamente elogiado pela crítica pela sua capacidade de combinar elementos de diferentes géneros de forma coesa e inovadora.

O terceiro álbum de Björk, Homogenic (1997), é frequentemente considerado um dos seus melhores trabalhos. Este álbum marcou uma mudança para um som mais coeso e orquestral, com uma ênfase em batidas eletrónicas pesadas combinadas com cordas clássicas. Homogenic explorou temas de amor, identidade e natureza, com canções icónicas como "Jóga", "Bachelorette" e "Hunter". O álbum foi aclamado pela crítica e solidificou Björk como uma das artistas mais criativas e visionárias do seu tempo.

Em 2001, Björk lançou Vespertine, um álbum intimista e etéreo que explorou a delicadeza da vida interior, com uma produção que combinava sons eletrónicos suaves com elementos acústicos. Canções como "Pagan Poetry" e "Hidden Place" destacam-se pela sua beleza sónica e pela profundidade emocional das letras. Vespertine foi mais um sucesso crítico, sendo elogiado pela sua introspecção e inovação sonora.

Björk também se destacou no cinema, especialmente com o filme Dancer in the Dark (2000), do realizador Lars von Trier. No filme, Björk interpreta o papel principal de Selma, uma mulher imigrante que enfrenta uma vida de dificuldades e tragédias. A sua interpretação foi amplamente elogiada, e a banda sonora do filme, Selmasongs, incluiu a canção "I've Seen It All", que foi nomeada para um Óscar.

Ao longo dos anos 2000 e 2010, Björk continuou a desafiar as convenções musicais com álbuns como Medúlla (2004), um álbum quase inteiramente composto por vocais a cappella; Volta (2007), que combinou influências eletrónicas com percussão tribal; e Biophilia (2011), um projeto multimédia que explorou a interseção entre música, tecnologia e natureza. Biophilia foi inovador ao ser lançado como uma série de aplicativos interativos, destacando a constante busca de Björk por novas formas de expressão artística.

Em 2015, Björk lançou Vulnicura, um álbum profundamente pessoal que documenta a dor do fim de um relacionamento. O álbum foi amplamente elogiado pela sua honestidade emocional e pela sua produção complexa e emotiva. Seguiu-se Utopia (2017), um álbum que explorou a recuperação e a esperança após a dor, com um som que misturava flautas, sons de pássaros e eletrónica.

Ao longo da sua carreira, Björk tem sido reconhecida não apenas pela sua música, mas também pela sua abordagem visual única. Ela colabora frequentemente com artistas, designers e realizadores para criar videoclipes, performances e capas de álbuns que são tão inovadores e desafiadores quanto a sua música. A sua estética visual, muitas vezes surreal e futurista, tornou-se uma parte indissociável da sua identidade artística.

Björk continua a ser uma figura influente na música e na cultura popular, inspirando artistas em vários géneros e continuando a explorar novas direções artísticas. O seu compromisso com a inovação, tanto musical quanto visual, fez dela uma das artistas mais respeitadas e admiradas da sua geração. Com uma carreira marcada pela experimentação e pela recusa em seguir tendências, Björk é uma artista que continua a desafiar expectativas e a expandir os limites do que a música pop pode ser.

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