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Festival Session - CD Música

de Duke Ellington
editora: Intermusic, outubro de 2016 ‧
15,11€
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ALINHAMENTO


Disco 1
01 - Perdido
02 - Copout Extension
03 - Duel Fuel Part I
04 - Duel Fuel Part II
05 - Duel Fuel Part III
06 - Idiom '59 Part I
07 - Idiom '59 Part II
08 - Idiom '59 Part III
09 - Things Ain't What They Used to Be
10 - Launching Pad
11 - A Tone Parallel to Harlem (The Harlem Suite)
12 - The Controversial Suite Part I (Before My Time)
13 - The Controversial Suite Part II (Later)

Festival Session - CD

de Duke Ellington

Propriedade Descrição
editora: Intermusic
Data de Lançamento: outubro de 2016
Dimensões: 125 x 140 x 8 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Jazz/Blues > Jazz
EAN: 8437012830639
Número de discos: 1
Formato: CD / Album

SOBRE O ARTISTA

Duke Ellington

Duke Ellington, nascido Edward Kennedy Ellington a 29 de abril de 1899 em Washington, D.C., e falecido a 24 de maio de 1974 em Nova Iorque, foi um dos compositores e líderes de banda mais influentes e inovadores da história do jazz. Com uma carreira que se estendeu por mais de 50 anos, Ellington não só moldou o jazz como também teve um impacto significativo na música popular e na cultura americana.

Ellington começou a tocar piano aos sete anos e, na sua juventude, demonstrou uma habilidade natural para a música. Em 1923, estabeleceu a sua própria banda, inicialmente chamada de "The Washingtonians", que mais tarde passou a ser conhecida como a "Duke Ellington Orchestra". Sob a sua liderança, a banda tornou-se uma das mais renomadas e influentes do seu tempo.

Duke Ellington era um mestre em criar texturas ricas e complexas através das suas composições e arranjos. Ele não se limitou às convenções do jazz da época, mas em vez disso explorou novas possibilidades harmónicas e rítmicas, muitas vezes fundindo elementos do blues, do gospel e da música clássica. As suas obras são conhecidas pela sua sofisticação e pela sua capacidade de transmitir uma ampla gama de emoções e imagens.

Um dos marcos da carreira de Ellington foi a sua residência no Cotton Club em Harlem, que durou de 1927 a 1931. Durante este período, ele e a sua banda tocaram para uma audiência que incluía tanto os habitantes locais quanto celebridades e críticos de todo o país. As performances no Cotton Club ajudaram a solidificar a reputação de Ellington como um dos principais compositores e líderes de banda do jazz.

Ellington foi responsável por uma série de composições inovadoras e clássicas que se tornaram pilares do repertório jazzístico. Entre as suas obras mais famosas estão "Mood Indigo", "It Don't Mean a Thing (If It Ain't Got That Swing)", "Satin Doll" e "Take the 'A' Train" (esta última composta pelo seu colaborador Billy Strayhorn). Cada uma dessas peças é uma demonstração da sua habilidade em criar melodias memoráveis e arranjos complexos que desafiam e encantam os ouvintes.

Além das suas composições para jazz, Ellington também compôs música para ballet, teatro e cinema, ampliando ainda mais o seu impacto na música. A sua capacidade de cruzar fronteiras musicais e explorar novos territórios foi um testemunho da sua criatividade e versatilidade como compositor.

Durante a sua vida, Ellington recebeu numerosos prémios e honrarias, incluindo uma nomeação ao Prémio Pulitzer de Música e várias distinções das principais organizações de jazz e música. O seu legado é vasto e multifacetado, abrangendo não apenas as suas gravações e performances, mas também o impacto duradouro que teve sobre outros músicos e a evolução do jazz.

Duke Ellington é amplamente considerado uma das figuras mais importantes na história do jazz, e a sua música continua a ser estudada e apreciada por músicos e fãs em todo o mundo. A sua capacidade de inovar, a sua visão artística e o seu talento como compositor e líder de banda asseguraram-lhe um lugar de destaque na história da música.

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