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Festival Hall, Osaka Japan, October 9, 1995 - CD Música

de King Crimson
editora: Discipline Global Mobile, Janeiro de 2025 ‧
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ALINHAMENTO


1
01 - Circular Improv
02 - Thela Hun Ginjeet
03 - Red
04 - Frame By Frame
05 - Dinosaur
06 - One Time
07 - VROOOM
08 - Coda Marine 475
09 - B'Boom
10 - THRAK
11 - Matte Kudasai
12 - Three Of A Perfect Pair
13 - Neurotica

2
01 - Improv : Two Stick
02 - Elephant Talk
03 - Indiscipline
04 - Prism
05 - The Talking Drum
06 - Larks' Tongues In Aspic Pt II
07 - Sex Sleep Eat Drink Dream
08 - Walking On Air

Festival Hall, Osaka Japan, October 9, 1995 - CD

de King Crimson

Propriedade Descrição
editora: Discipline Global Mobile
Data de Lançamento: Janeiro de 2025
Dimensões: 125 x 140 x 8 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Alternativa/Indie > Art Rock/Prog/Psicadélico
EAN: 4988031695005
Número de discos: 2
Formato: CD / Album / Reissue

SOBRE O ARTISTA

King Crimson

King Crimson é uma banda britânica de rock progressivo formada em 1968 em Londres por Robert Fripp (guitarrista) e Michael Giles (baterista). A banda é amplamente reconhecida como uma das mais influentes do movimento do rock progressivo, não apenas pela sua inovação musical, mas também pela sua capacidade de constantemente se reinventar ao longo das décadas. A música de King Crimson é caracterizada pela fusão de rock, jazz, música clássica, e experimentalismo, frequentemente com uma abordagem improvisada e vanguardista.

O álbum de estreia da banda, In the Court of the Crimson King (1969), é considerado um dos marcos fundadores do rock progressivo. Com faixas como "21st Century Schizoid Man" e a épica faixa-título, o álbum trouxe uma nova abordagem à música rock, utilizando estruturas complexas e uma instrumentação rica que incluía flauta, mellotron e saxofone. A sua sonoridade sombria e grandiosa marcou o início de uma nova era no rock, influenciando diretamente inúmeras bandas que surgiram nos anos 70 e além.

King Crimson passou por inúmeras mudanças de formação ao longo dos anos, com Robert Fripp sendo o único membro constante. A banda desmantelou-se várias vezes, mas sempre retornou com novas encarnações e sons inovadores. Durante os anos 70, álbuns como Larks' Tongues in Aspic (1973) e Red (1974) continuaram a explorar sonoridades mais pesadas e experimentais, misturando elementos de free jazz e música eletrónica com a complexidade do rock progressivo.

Nos anos 80, com o álbum Discipline (1981), King Crimson reinventou-se novamente, agora com uma abordagem mais voltada para o new wave e o minimalismo, utilizando loops de guitarras e polirritmos complexos. Esta fase da banda trouxe à formação músicos como Adrian Belew (vocalista e guitarrista) e Tony Levin (baixista e Chapman Stick), ampliando ainda mais o alcance sonoro do grupo.

King Crimson continua a ser uma das bandas mais respeitadas e influentes do rock progressivo. A sua capacidade de se adaptar e inovar ao longo de várias décadas garantiu-lhes uma longevidade rara no mundo da música, e o seu legado permanece intacto como uma das forças mais criativas da história do rock. As suas explorações musicais ousadas continuam a influenciar novas gerações de músicos e fãs.

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