Family Tree - Vinil Música

de Nick Drake
editora: Island Records, Janeiro de 2014 ‧
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ALINHAMENTO

Disco 1
A1 - Come In To The Garden (Introduction)
A2 - They're Leaving Me Behind
A3 - Time Piece
A4 - Poor Mum
A5 - Winter Is Gone
A6 - All My Trials
A7 - Kegelstatt Trio For Clarinet, Viola And Piano
A8 - Betty & Dupree
A9 - Strolling Down The Highway
B1 - Paddling In Rushmere
B2 - Cocaine Blues
B3 - Blossom
B4 - Been Smoking Too Long
B5 - Black Mountain Blues
B6 - Tomorrow Is A Long Time
B7 - If You Leave Me
C1 - Here Come The Blues
C2 - Sketch 1
C3 - Blues Run The Game
C4 - My Baby So Sweet
C5 - Milk And Honey
C6 - Kimbie
C7 - Bird Flew By
D1 - Rain
D2 - Strange Meeting II
D3 - Day Is Done
D4 - Come Into The Garden
D5 - Way To Blue
D6 - Do You Ever Remember?

Family Tree - Vinil

de Nick Drake

Propriedade Descrição
editora: Island Records
Data de Lançamento: Janeiro de 2014
Dimensões: 313 x 316 x 14 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Country/Folk > Folk
EAN: 0602547000507
Duração (m): 64
Número de discos: 2
Formato: Vinyl / LP

SOBRE O ARTISTA

Nick Drake

Nick Drake foi um cantor e compositor britânico nascido a 19 de junho de 1948 em Rangoon, Birmânia (atualmente Myanmar), e falecido a 25 de novembro de 1974 em Londres. Conhecido pela sua música introspectiva e melancólica, Drake tornou-se uma figura icónica no folk britânico, apesar de ter alcançado um reconhecimento limitado durante a sua vida.

Drake lançou três álbuns de estúdio durante a sua carreira, cada um contribuindo para a construção do seu legado como um dos artistas mais influentes e enigmáticos do género folk. O seu álbum de estreia, Five Leaves Left (1969), foi bem recebido pela crítica e estabeleceu o seu estilo único, caracterizado por letras poéticas, arranjos complexos e uma voz suave e introspectiva. O álbum inclui faixas notáveis como "River Man" e "Pink Moon", que demonstram a sua habilidade para criar uma atmosfera profundamente emotiva e melancólica.

O segundo álbum de Drake, Bryter Layter (1970), expandiu o seu som para incluir arranjos mais sofisticados e influências de jazz e música clássica. Este álbum é frequentemente elogiado pela sua produção e pelos arranjos instrumentais ricos, com canções como "One of These Things First" e "Hazey Jane II" destacando a evolução do seu estilo musical. Apesar da sua qualidade, Bryter Layter não alcançou um sucesso comercial significativo na época do seu lançamento.

O terceiro e último álbum de Drake, Pink Moon (1972), é frequentemente considerado o seu trabalho mais aclamado. O álbum é uma gravação íntima e crua, com arranjos mínimos e uma sensação de desolação que reflete o estado mental de Drake na altura. A faixa-título "Pink Moon" e "Place to Be" são exemplares do seu talento para a composição de músicas introspectivas e emocionalmente carregadas.

Nick Drake lutou com problemas de saúde mental durante grande parte da sua vida, o que pode ter contribuído para o seu afastamento do estrelato e para a sua morte prematura aos 26 anos. A sua morte foi atribuída a uma overdose de antidepressivos, embora as circunstâncias exatas da sua morte permaneçam envoltas em mistério.

Apesar do seu sucesso limitado durante a sua vida, Nick Drake tornou-se um ícone cult após a sua morte, com a sua música a ganhar reconhecimento e apreciação crescente ao longo dos anos. O seu trabalho tem sido amplamente elogiado por artistas e críticos, e a sua influência pode ser ouvida em várias gerações de músicos que seguem a sua abordagem introspectiva e melancólica à composição e à interpretação musical.

A redescoberta da sua música nas décadas seguintes ao seu falecimento levou a uma reavaliação do seu legado, com Pink Moon e os outros álbuns de Drake a serem frequentemente citados como alguns dos melhores trabalhos da música folk. A sua capacidade de capturar a complexidade emocional e a profundidade melancólica nas suas canções continua a ressoar com ouvintes de todas as idades, solidificando a sua posição como um dos compositores mais importantes e influentes da música folk britânica.

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