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Electrically Possessed - Vinil Música

de Stereolab
editora: Duophonic UHF, fevereiro de 2021 ‧
69,88€
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ALINHAMENTO


Disco 1
01 - Outer Bongolia

Disco 2
06 - The Super-it

Disco 1
02 - Intervals

Disco 2
07 - Jump Drive Shut-out

Disco 1
03 - Barock-plastic

Disco 2
08 - Explosante Fixe

Disco 1
04 - Nomus Et Phusis

Disco 2
09 - Fried Monkey Eggs (Instrumental Version)

Disco 1
05 - I Feel the Air (Of Another Planet)

Disco 2
10 - Monkey Jelly
01 - Household Names
11 - B.U.A.
02 - Retrograde Mirror Form

Disco 3
01 - Free Witch and No Bra Queen

Disco 2
03 - Solar Throw-away

Disco 3
02 - Heavy Denim Loop Pt. 2

Disco 2
04 - Pandora's Box of Worms

Disco 3
03 - Variation One

Disco 2
05 - L'exotisme Interieur

Disco 3
04 - Monkey Jelly (Beats)
05 - Dimension M2
06 - Solar Throw-away
07 - Calimero
08 - Fried Monkey Eggs (Vocal)
09 - Speck Voice

Electrically Possessed - Vinil

de Stereolab

Propriedade Descrição
editora: Duophonic UHF
Data de Lançamento: fevereiro de 2021
Dimensões: 313 x 316 x 21 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Alternativa/Indie > Indie
EAN: 5060384618227
Número de discos: 3
Formato: Vinyl / 12" Album (Gatefold Cover)

SOBRE O ARTISTA

Stereolab

Stereolab é uma banda britânica formada em 1990, conhecida por sua fusão única de música experimental, pop psicadélico, música eletrónica, krautrock e elementos de música lounge. A banda, liderada por Laetitia Sadier e Tim Gane, foi pioneira no movimento da música indie e experimental nos anos 90, criando um som que desafiava as convenções musicais e abraçava a repetição de grooves hipnóticos e arranjos sonoros inovadores. O seu estilo único é caracterizado por uma mistura de sintetizadores, guitarras minimalistas, ritmos cativantes e vocais suaves e etéreos.

Stereolab ganhou notoriedade com o lançamento de Peng! (1992), o seu álbum de estreia, que já revelava a sua abordagem experimental à música pop, com uma sonoridade que flertava com o krautrock alemão e a música eletrónica, ao mesmo tempo em que incorporava elementos de jazz e bossa nova. O seu estilo distintivo começou a tomar forma em álbuns subsequentes, como Mars Audiac Quintet (1994), Emperor Tomato Ketchup (1996) e Dots and Loops (1997), onde continuaram a expandir a sua paleta sonora, misturando novas influências e incorporando mais camadas de experimentação.

Um dos maiores marcos da banda foi o lançamento de Emperor Tomato Ketchup, que se tornou um dos álbuns mais aclamados pela crítica. Este álbum não só consolidou o som da banda como uma fusão do experimental com o pop, mas também trouxe uma sonoridade mais acessível, sem comprometer a sua identidade única. As faixas "Ping Pong" e "The Noise of Carpet" exemplificam a capacidade do Stereolab de criar melodias cativantes ao mesmo tempo em que mantêm uma abordagem artística e introspectiva.

Ao longo da década de 2000, Stereolab continuou a explorar novos sons, mantendo a sua essência de inovação. Álbuns como Sound-Dust (2001) e Margarine Eclipse (2004) misturaram elementos de jazz, rock experimental, música eletrónica e até psicadelia dos anos 60, fazendo com que a banda continuasse a atrair novos ouvintes ao mesmo tempo que mantinha uma base de fãs fiel. Durante esse período, a banda também passou por algumas mudanças na formação, mas sempre manteve a visão criativa de Tim Gane e a voz única de Laetitia Sadier.

Stereolab permanece uma das bandas mais influentes da cena musical alternativa, com uma carreira marcada pela inovação e pela exploração de novos territórios sonoros. A sua música continua a ser um ponto de referência para músicos que buscam combinar elementos experimentais com a acessibilidade melódica do pop. Embora a banda tenha feito uma pausa indefinida desde 2009, o seu legado perdura, e o impacto de seus álbuns continua a ser sentido na música indie e experimental até hoje.

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