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Drones - CD Música

de Muse
editora: Warner Bros Records, junho de 2015 ‧
30,15€
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ALINHAMENTO


Disco 1
01 - Dead Inside
02 - (Drill Sergeant)
03 - Psycho
04 - Mercy
05 - Reapers
06 - The Handler
07 - (JFK)
08 - Defector
09 - Revolt
10 - Aftermath
11 - The Globalist
12 - Drones

Disco 2
01 - Psycho
02 - Dead Inside
03 - The Handler
04 - Reapers

Drones - CD

de Muse

Propriedade Descrição
editora: Warner Bros Records
Data de Lançamento: junho de 2015
Dimensões: 125 x 140 x 8 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Pop-Rock > Rock
EAN: 0825646121236
Número de discos: 2
Formato: CD / Album with DVD

SOBRE O ARTISTA

Muse

Muse é uma banda de rock britânica conhecida pelo seu som grandioso, que combina rock alternativo, música eletrónica, elementos sinfónicos e influências de música clássica. Formada em 1994 em Teignmouth, Devon, a banda é composta por Matthew Bellamy (vocalista, guitarrista, pianista e compositor principal), Chris Wolstenholme (baixista e vocalista de apoio) e Dominic Howard (baterista). Muse é aclamada pela sua criatividade, inovação e pelas suas espetaculares performances ao vivo, que são conhecidas pela produção visual elaborada e pelo uso de tecnologia de ponta.

Muse começou a ganhar reconhecimento no final dos anos 1990, com o lançamento do seu álbum de estreia Showbiz em 1999. O álbum, que incluía singles como "Sunburn" e "Muscle Museum," chamou a atenção por sua combinação de vocais emotivos e riffs de guitarra poderosos, elementos que viriam a definir o som da banda. Embora Showbiz tenha tido um impacto moderado no início, ele lançou as bases para o sucesso futuro da banda.

O verdadeiro avanço comercial e crítico de Muse veio com o lançamento do segundo álbum, Origin of Symmetry, em 2001. Este álbum marcou uma evolução significativa no som da banda, com uma abordagem mais experimental e a incorporação de elementos de música clássica, rock progressivo e eletrónica. Canções como "Plug In Baby," "New Born," e a épica "Space Dementia" mostraram a habilidade de Muse em criar paisagens sonoras complexas e dinâmicas. Origin of Symmetry foi amplamente elogiado pela crítica e ajudou a banda a construir uma base de fãs dedicada em todo o mundo.

Em 2003, Muse lançou Absolution, o álbum que os catapultou para o estrelato internacional. Absolution incluiu sucessos como "Time Is Running Out," "Hysteria," e "Stockholm Syndrome," e foi o primeiro álbum da banda a alcançar o topo das paradas no Reino Unido. O álbum foi elogiado pela sua ambição e pela forma como combinava letras introspectivas com um som grandioso e orquestral. A partir deste ponto, Muse estabeleceu-se como uma das principais bandas de rock da sua geração.

O álbum seguinte, Black Holes and Revelations (2006), continuou a expandir o som da banda, incorporando mais influências eletrónicas e explorando temas políticos e sociais. O álbum incluiu o grande sucesso "Supermassive Black Hole," que trouxe um som mais dançante e funk à mistura, e "Knights of Cydonia," uma faixa épica que se tornou um dos momentos mais memoráveis dos concertos ao vivo da banda. Black Holes and Revelations foi um enorme sucesso comercial, especialmente nos Estados Unidos, e ajudou a consolidar Muse como uma das maiores bandas de rock do mundo.

Muse continuou a explorar novas direções musicais com o álbum The Resistance (2009), que incluiu a influência de música clássica e orquestral de forma ainda mais pronunciada. O álbum incluiu o sucesso "Uprising," um hino de resistência com uma batida cativante, e "The Resistance," que exemplificou a capacidade da banda de combinar rock com influências de música clássica e eletrónica. O álbum também apresentou "Exogenesis: Symphony," uma peça sinfónica em três partes que destacou a ambição musical da banda. The Resistance ganhou o Grammy de Melhor Álbum de Rock em 2011.

Em 2012, Muse lançou The 2nd Law, um álbum que explorou ainda mais o uso de eletrónica e influências de dubstep, especialmente na faixa "Madness," que se tornou um dos maiores sucessos da banda. The 2nd Law mostrou a disposição de Muse para continuar a evoluir e experimentar, mantendo a sua capacidade de criar canções que ressoam com um público amplo.

O álbum Drones (2015) marcou um regresso a um som mais direto e pesado, com um conceito que explorava temas de guerra, tecnologia e desumanização. Drones foi elogiado pelo seu foco e pela intensidade das suas faixas, como "Psycho" e "Dead Inside." O álbum ganhou o Grammy de Melhor Álbum de Rock em 2016, reforçando a reputação da banda como uma força dominante no rock contemporâneo.

Em 2018, Muse lançou Simulation Theory, um álbum inspirado pela cultura pop dos anos 1980, com uma forte influência de música eletrónica e sintetizadores. O álbum foi acompanhado por uma produção visual elaborada, incluindo videoclipes e uma digressão mundial que destacou o compromisso da banda com a inovação tanto na música quanto na experiência ao vivo.

Muse é conhecida não apenas pela sua música, mas também pelas suas performances ao vivo, que são consideradas algumas das mais espetaculares e tecnologicamente avançadas da música contemporânea. Os concertos da banda frequentemente apresentam efeitos visuais impressionantes, grandes estruturas de palco e uma interação dinâmica entre som e imagem, criando uma experiência imersiva para o público.

Com uma carreira que se estende por mais de duas décadas, Muse tornou-se uma das bandas de rock mais respeitadas e influentes do mundo. A sua capacidade de combinar música complexa e ambiciosa com temas líricos profundos e uma performance ao vivo electrizante garantiu-lhes um lugar de destaque na história da música moderna. Muse continua a inovar e a desafiar as convenções do rock, mantendo-se relevante e atraente para novas gerações de fãs.

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