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Dos Benefícios Dum Vendido No Reino Dos Bonifácios - Vinil Música

de Banda Do Casaco
editora: Universal Music Portugal, Janeiro de 2022 ‧
29,57€
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ALINHAMENTO


Disco 1
A1 - Aliciação
A2 - Espírito Imundo
A3 - D'Alma Aviada
A4 - A Ladainha Das Comadres
A5 - A Cavalo Dado
A6 - Henrique Ser Ou Não Henriquecer
A7 - Bonifácios
B1 - Lavados Lavados Sim
B2 - Cocktail Do Braço De Prata
B3 - Na Boca Do Inferno
B4 - Horas De Ponta E Mola
B5 - Memorando
B6 - Sábado Sauna - Sábado Santo
B7 - Opúsculo

Dos Benefícios Dum Vendido No Reino Dos Bonifácios - Vinil

de Banda Do Casaco

Propriedade Descrição
editora: Universal Music Portugal
Data de Lançamento: Janeiro de 2022
Dimensões: 318 x 308 x 4 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Alternativa/Indie > Art Rock/Prog/Psicadélico
Portuguesa > Alternativa
EAN: 0602438503469
Número de discos: 1
Formato: Vinyl / LP

SOBRE O ARTISTA

Banda Do Casaco

A Banda do Casaco foi uma banda portuguesa de rock progressivo e folk, ativa entre 1974 e 1984, conhecida pela sua fusão inovadora de música tradicional portuguesa com elementos de rock e uma abordagem experimental. Criaram um estilo único que desafiava as convenções musicais da época, deixando um legado marcante na música portuguesa.

O grupo foi formado por António Avelar de Pinho e Luís Linhares, ambos da Filarmónica Fraude, que se juntaram a Nuno Rodrigues e Celso de Carvalho, vindos dos Plexus. Desde o início, o objetivo era reinventar a música popular portuguesa, combinando as raízes tradicionais com sonoridades contemporâneas e letras satíricas. O seu álbum de estreia, Dos Benefícios dum Vendido no Reino dos Bonifácios (1975), destacou-se pela originalidade e experimentação.

Em 1976, lançaram Coisas do Arco da Velha, considerado um dos álbuns mais importantes da música portuguesa. Este trabalho incluiu a emblemática "Morgadinha dos Canibais" e evidenciou a capacidade do grupo de integrar influências modernas na música tradicional. O álbum seguinte, Hoje há Conquilhas, Amanhã não Sabemos (1977), aprofundou o caráter experimental da banda, incluindo colaborações com músicos como Rão Kyao e Gabriela Schaaf, e explorou novas texturas sonoras.

A Banda do Casaco contou com várias colaborações ao longo da sua carreira, incluindo a participação de Né Ladeiras, Cândida Branca-Flor e Concha, que trouxeram diversidade vocal e artística aos seus projetos. Apesar de serem uma banda de estúdio, realizaram apenas três atuações ao vivo, o que contribuiu para o seu estatuto de culto.

Em 1982, António Avelar de Pinho deixou o grupo, mas a banda continuou a lançar álbuns, como Também Eu (1982) e Com Ti Chitas (1984). Este último trabalho contou com a colaboração de Catarina Chitas, uma adufeira da Beira Baixa, simbolizando o vínculo da banda à música tradicional. Após este álbum, a Banda do Casaco encerrou atividades, mas o seu impacto continuou a ser sentido.

A irreverência e a inovação da Banda do Casaco tornaram-na uma das formações mais singulares da história da música portuguesa. Combinando humor, crítica social e um profundo respeito pela tradição, criaram um legado que inspira artistas e músicos até aos dias de hoje.

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